domingo, Março 20, 2005

Enfermeiros VS Médicos?? O exemplo brasileiro!

Uma tênue linha

Médicos e enfermeiros debatem na Justiça e no Congresso os limites de suas atribuições. A discussão é considerada positiva para a área e, principalmente, para a sociedade





Uma das grandes dificuldades da vida em sociedade é que nem sempre é fácil aceitar que a liberdade de um indivíduo acaba onde começa a de outro. Uma situação semelhante ocorre no âmago do atendimento em saúde: as áreas médica e de enfermagem não conseguem se entender na hora de determinar os respectivos campos de atuação. Essa tensão não é nova. Os dois lados mantêm uma relação difícil desde que estabeleceram-se como profissão. E a discussão nem sempre é cordial. A corporação médica vem lutando no Congresso Nacional pela aprovação do projeto de lei que regulamenta o ato médico.

Protestos vindos não apenas da enfermagem afirmam que a proposta coloca o médico como líder dos profissionais da área da saúde, sendo que todos deveriam trabalhar em pé de igualdade. Ao mesmo tempo, o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), principal órgão regulador daquela profissão, aprovou uma resolução determinando que seus profissionais têm o direito de solicitar exames e prescrever medicamentos –dentro de certos limites– e a briga foi parar na Justiça.

O fato é que, com a única exceção da medicina, as outras 15 profissões da área da saúde –enfermagem, fisioterapia, psicologia, fonoaudiologia, nutrição, farmácia e outras– já regulamentaram as suas atribuições. Isto é, há uma lei que rege cada atividade, determinando os limites de cada uma. À medida que essas especialidades foram estabelecendo-se, procuraram a chancela da lei para garantir o seu espaço. No caso da medicina, uma lei dos anos 50 determina que o órgão regulador das atribuições dos médicos, leia-se atos privativos e compartilhados, é o Conselho Federal de Medicina (CFM).

Sinônima do atendimento em saúde, a medicina nunca se preocupou com os detalhes legais. Até agora. “Há um processo em andamento, não apenas na área da saúde, que decorre da hiperespecialização, da divisão do saber em áreas específicas de conhecimento. Esse movimento começou há 50 anos e vem ganhando força”, afirma Dante Marcello Gallian, doutor em História Social e diretor do CeHFi (Centro de História e Filosofia das Ciências da Saúde), da Unifesp. Segundo o pesquisador, a medicina enfrenta um dilema: o profissional “que sabe tudo” terá de aprender a trabalhar em equipe.

Ato médico
Afinal, o que é o ato médico? É fácil de entender, afirma José Luiz Gomes do Amaral, presidente da Associação Paulista de Medicina (APM). “O que acontece quando se vai ao médico? Você sabe o que esperar? Então sabe o que é o ato médico”, resume. Para Amaral, não cabe aos profissionais da saúde responder a essa pergunta. “O cidadão deve julgar quem pode melhor atendê-lo. E cabe ao país, com o amparo da legislação, oferecer assistência integral e igual a todos.” Cada profissional tem a sua atribuição, afirma Alba Lúcia Botura Leite de Barros, diretora de Enfermagem do Hospital São Paulo (HSP). “Se o paciente não sabe se o profissional é capacitado para aquele atendimento, deve perguntar. É o seu direito.”

Segundo o CFM, são atos exclusivos do médico o diagnóstico de enfermidades e a indicação terapêutica. Os atos compartilhados com outros profissionais da área são definidos como a promoção da saúde, a prevenção de doenças, a recuperação e a reabilitação dos enfermos. Baseado em uma resolução do CFM, o médico e senador Geraldo Althoff (PFL-SC) apresentou o Projeto de Lei nº 25/2002. Atualmente na Comissão de Assuntos Sociais do Senado, foi marcada uma audiência pública na qual especialistas convidados irão expor argumentos a favor ou contra o projeto.

A posição oficial do Cofen, divulgada em artigos na imprensa e manifestos, é que, sob o pretexto legítimo de regulamentar o ato médico, o CFM tenta passar por cima de direitos conquistados pelas outras profissões de saúde, legalmente independentes e autônomas, e subordiná-las à medicina. Para o órgão, a proposta agrupa práticas que são prerrogativas dessas outras áreas –o que causaria um problema legal na eventualidade de o projeto ser aprovado.

“Não queremos barrar outras profissões, é uma questão de ver quem tem competência para executar o ato, quem tem formação. Afinal, é uma área de muita responsabilidade”, declara Regina Parizi, presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp).

Quando se observa a longa jornada pela qual um médico passa até concluir a residência, sem contar a especialização ou pós-graduação, é compreensível não querer ser substituído por outro profissional. Mas os enfermeiros afirmam que não desejam nada além de fazer seu próprio trabalho. “Antes de criticar, os médicos deveriam conhecer um pouco mais o profissional que trabalha ao seu lado. É preciso romper a barreira e verdadeiramente trabalhar em equipe”, aponta Barros, do HSP.

O desconhecimento acerca das atribuições da enfermagem começa com a sua estruturação. A profissão é organizada em “pirâmide” e apenas uma minoria é, de fato, enfermeiro. Na base estão os auxiliares, com formação de primeiro grau e que cuidam de tarefas básicas; depois vêm os técnicos, com curso equivalente ao segundo grau e que recebem tarefas mais elaboradas; no topo estão os enfermeiros, com diploma universitário. Responsáveis pela coordenação do trabalho da equipe, têm também uma série de responsabilidades e atribuições relativas ao atendimento dos pacientes. Dados do Cofen, de fevereiro deste ano, mostram que há quase 100 mil enfermeiros no país. Em comparação, os técnicos somam mais de 130 mil e os auxiliares ultrapassam 440 mil.

Imbróglio legal
A discussão pegou fogo em julho do ano passado, quando o Cofen aprovou a resolução nº 271/2002, que determina que o enfermeiro pode prescrever medicamentos, dentro dos limites legais estabelecidos por programas de saúde pública e rotinas aprovadas em instituições de saúde públicas ou privadas. Estabelece o direito de solicitar exames de rotina e complementares e o direito de diagnosticar e solucionar problemas de saúde, também nos limites da profissão.

Em informes publicitários veiculados na imprensa, o CFM chamou a medida de “arbitrária e ilegal”, afirmando que ela “exorbitou os limites da atuação dos enfermeiros”. Esses, por sua vez, acusam médicos de fazer uma tempestade em copo d’água. Diferentemente do que muitos pensam, enfermeiros não são subordinados a médicos, devendo trabalhar em regime de colaboração. Na área da saúde, não há hierarquia: cada profissão tem uma lei que a regulamenta, que determina e limita a sua atuação. Ao mesmo tempo, o Ministério da Educação estabelece as diretrizes curriculares que as faculdades devem seguir na formação desses profissionais. O Ministério da Saúde e as secretarias estaduais têm poder de determinar rotinas e protocolos a serem seguidos pelos serviços de atendimento. E as instituições de saúde têm autonomia para uma série de deliberações internas relativas às atribuições de seus profissionais.

Um exemplo da autonomia das instituições, no caso do Hospital São Paulo, pode ser vista na questão dos acidentes de trabalho. “O nosso Centro de Controle de Infecção Hospitalar tem epidemiologistas e enfermeiras especializadas. Não temos a figura do médico do trabalho, que hoje é determinada por resolução. Isso foi estruturado em total sintonia com a direção clínica do hospital, que não viu a necessidade daquele profissional”, relata Barros, diretora de Enfermagem do HSP.

Representantes da enfermagem defendem que a polêmica resolução do Cofen não ultrapassa os limites de sua atuação. “Está escrito em português claro. As ações do enfermeiro restringem-se às rotinas institucionais, protocolos e programas regulamentados por lei. Não queremos abrir um consultório clínico”, ironiza Cláudio Alves Porto, diretor de fiscalização do Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP).

Um ponto a ser esclarecido, afirma Barros, é a diferença entre o diagnóstico médico e o de enfermagem, que determina a ação que o profissional irá tomar em seguida, ou seja, está diretamente associado ao tipo de intervenção permitido pela legislação. “O médico diagnostica doenças, já o enfermeiro analisa o paciente, avalia suas respostas ao problema”, explica a diretora de Enfermagem. “Meu diagnóstico nunca vai ser ‘pneumonia’. Vejo que o paciente tem um volume excessivo de líquidos, que está regurgitando, e tomo medidas nesse sentido: a quantidade de água que pode ingerir, uma dieta com pouco sal, a forma como reage à medicação”, enumera. “O enfermeiro tem atividades próprias e aquelas delegadas por outros profissionais.”

Saúde pública
Na saúde pública as atribuições ficam ainda mais complicadas. Durante a última década, na tentativa de ampliar a assistência à população –dentro dos limites de um sistema de saúde com poucos recursos–, o ministério e as secretarias de saúde estabeleceram uma série de protocolos. Esses documentos orientam médicos e enfermeiros a identificar um determinado problema de saúde, avaliá-lo e decidir o procedimento adequado. Existem protocolos para diabetes, tuberculose, hanseníase e meningite, entre outros. Porto, do Coren-SP, oferece exemplos: “No caso da hipertensão, há um protocolo de atendimento: casos de pressão acima de 14 por 10 devem ser atendidos de tal forma, o profissional deve ter tal conduta, o paciente deve receber tais cuidados”, explica.

Para Amaral, presidente da APM, criou-se uma distinção entre o atendimento público e privado. “Não pode haver diferenciação: o atendimento que desejo para minha família precisa ser o mesmo que ofereço para os meus pacientes.” Na discussão sobre atendimento em saúde pública, médicos são freqüentemente acusados de não querer trabalhar nos grotões do país, deixando lugares mais afastados aos cuidados de enfermeiros e agentes de saúde. “Isso não é verdade”, rebate Amaral. “Todo lugar tem delegado, juiz, promotor, por que não teria um médico? A diferença é que o PSF, por exemplo, não tem plano de carreira e estamos sujeitos a um sistema precário de contratos de trabalho.

” Em um ponto, os dois lados estão de acordo: discussões são importantes agentes de mudança. “O debate é positivo, pois tende a criar um novo modelo de atendimento e uma nova mentalidade”, afirma o historiador Gallian. “O conflito choca a sociedade porque lida com uma questão muito importante. Por isso ela deve participar. A discussão não deve ficar restrita aos profissionais de saúde”, diz Parizi, do Cremesp. “Não podemos competir por espaço, devemos pensar no macro, melhorar o sistema de saúde como um todo”, conclui Barros, do HSP. “Há muito céu para muita estrela, todos podem brilhar.”

Comments:
no que diz respeito ao ato médico,acho que não passa de uma luta egoistas dos médicos os quais na execusão de dua profissão deixam a desejar, pois o que muito se vê, quando visitamos ou procuramos atendiento médico nos postos de saúde ou hospitais púplicos, é a negligencia médica.Não dúvido da capacitação médica, de forma nenhuma, mas parece que na sua formação acadêmica tinha alguma disciplina que os orientava a serem "donos do mundo", parecem que tem um "rei na barriga"ou se formaram para ficarem repousando no estar médico, aguardando que auxiliares e tecnicos de enfermagem ou mesmo os enfermeiros vá chamo-los, como que isso fosse do respaudo dessas seua respectivas profissõe. Brigam tanto por esse ato médico parece até que querem fazer justo a sua profisão no entanto, isso no passa de inveja por sabem que a enfermagem hoje é uma profissão de ampla competência.Antes de mais nada, os médicas devem aprender a trabalhar em equipe respeitandoas demais profissões.
 
no que diz respeito ao ato médico,acho que não passa de uma luta egoistas dos médicos os quais na execusão de dua profissão deixam a desejar, pois o que muito se vê, quando visitamos ou procuramos atendiento médico nos postos de saúde ou hospitais púplicos, é a negligencia médica.Não dúvido da capacitação médica, de forma nenhuma, mas parece que na sua formação acadêmica tinha alguma disciplina que os orientava a serem "donos do mundo", parecem que tem um "rei na barriga"ou se formaram para ficarem repousando no estar médico, aguardando que auxiliares e tecnicos de enfermagem ou mesmo os enfermeiros vá chamo-los, como que isso fosse do respaudo dessas seua respectivas profissõe. Brigam tanto por esse ato médico parece até que querem fazer justo a sua profisão no entanto, isso no passa de inveja por sabem que a enfermagem hoje é uma profissão de ampla competência.Antes de mais nada, os médicas devem aprender a trabalhar em equipe respeitandoas demais profissões.
 
Sinceramente, o que tenho visto e ouvido é que a maioria das pessoas que fazem o curso de enfermagem, na verdade, queriam ou tentaram fazer o curso de medicina. Passam a vida dizendo que querem ser médicos, mas quando não conseguem passar no vestibular, por causa do sistema injusto das provas, acabam por cuspir no prato que um dia queriam comer, a medicina.
Temos que reconhecer que um profissional que estuda mais de 8000 de créditos universitários em 6 anos e ainda faz de 2 a 5 anos de especialização e residência deve ter algo a mais do que os profissionais que estudaram só 4 anos com aproximadamente 3000 a 4000 créditos de aula.
 
É agressivo a forma que voces debatem um assunto como esse, o fato de uma graduação ter mais carga horaria que outra não implica numa competencia maior ou num "saber" maior,competencia esta muito melhor relacionado com a capacidade. Acho que deveria estar melhor distinguido a medicina da enfermagem, colocando os medicos como parte da equipe assim como os enfermeiros se comportam na maioria das vezes.
 
Acredito que o medo bateu na porta dos médicos. Nós enfermeiros temos que lutar por nossos direitos. Não são os médicos que ficam de plantão assistindo o paciente dia e noite. Eles ficam nos seus confortos dormindo enquanto ganham salários que muito das vezes não mereciam.

Todos os médicos devem APRENDER a trabalhar em equipe, pois não são os donos da saúde!
 
Ainda bem q não somos eternos...profissionais da saúde que lutam pela vida e só pensam em seu bem-estar e em sua carteira cheia...infelizmente são poucos os que possuem a verdadeira vocação de olhar outro ser humano e atuar de forma ética......mundo passageiro e egoista....e os misérais ai nos "grotões" enquanto os médicos (Deuses) não reivindicam um melhor atendimento ao público.....por que será???????
 
Eu me formei técnica de Enfermagem e agora faço Medicina!

Sou defensora da Enfermagem, que tem seu papel importante na equipe multidisciplinar de Saúde, porém não se pode confundir uma progressiva "cientifização" da Enfermagem, achando que isso lhe atribui conhecimentos necessários para realizar atividades que somente o profissional médico tem capacitação para realizar.

Quanto a alguns comentários, me desculpem, mas não há absolutamente nenhuma razão para médicos estarem com inveja de enfermeiros. Se ele desejasse ser um enfermeiro poderia sem problema nenhum passar pelo vestibular para Enfermagem, e não precisaria "se matar" para ser médico.

Se o tempo que alguém se dedica a estudar determinado assunto não está relacionado a capacidade, então não haveria a mínima necessidade de uma separação, inclusive dentro da própria Enfermagem entre três diferentes níveis de formação.

Se alguns profissionais médicos hj não agem como deveriam e não são tão resolutivos, isso não significa em momento algum que a Enfermagem passou a ser mais resolutiva do que a Medicina. Até porque existem profissionais bons e ruins em qualquer categoria profissional.

E por último, os demais profissionais da saúde falam tanto que médico tem o rei na barriga e se acham deuses, mas garanto que o preconceito que sofro por parte dos colegas da área da saúde é muito maior com o título Medicina do que Enfermagem, justamente por conceitos pré-formados, muitas vezes (infelizmente, a maioria) fundamentados em frustrações pessoais.
 
perai,definitivamente existe medicos e enfermeiros competentes e tambem incopetentes! parto do seguinte principio olhe quem e bom e merece seu repeito! para os maus profissionais,deixo um conselho
ESTUDEM! DEPOIS ATUEM...
 
ACHO EU, QUE ALGUNS PROFISSIONAIS DA SAÚDE ANDAM DESCUTINDO MUITO E ENQUANTO ISSO O USUÁRIO DO SISTEMA FICA SEM SUA INTEGRALIDADE NO ATENDIMENTO.
PORRA, ENFERMEIRO ESTUDOU PARA SER ENFERMEIRO E O MÉDICO ESTUDOU PARA SER MÉDICO, O QUEM TEM A VER DUAS PROFISSÕES TOTALMENTE DIFERENTE, MAS COM MESMO OBJETIVO.
SOU ACAD. DE ENFERMAGEM PORQUE SOU AMANTE DA MESMA, E ESSE ATO MÉDICO É UMA PALHAÇADA, POIS A MESMA CIÊNCIA QUE O PROFISSIONAL MÉDICO TEM PARA EXERCER A MEDICINA, EU TENHO PARA EXERCER A ENFERMAGEM.
E OUTRA, O ''MEC'' AINDA NÃO PUBLICOU NENHUMA NOTA SOBRE QUAL O MELHOR CURSO DE GRADUAÇÃO, POIS SÃO OS MESMOS!!!!!
 
Bom pra anonima aí que fez TÉCNICO em enfermagem e agora faz medicina: Pra começar a concorrencia do vestibular não mostra a competencia de um profissional ao exercer sua função. Você diz que o tempo de estudo tem relação com a capacidade do profissional, mas você só ta esquecendo que cada profissão estuda um tipo diferente de matéria, mesmo dentro da própria enfermagem, técnico estuda para uma coisa, auxiliar outra e enfermeiro outra, do mesmo modo que médico estuda para uma atuação diferente. Se existem pessoas que fazem enfermagem querendo medicina que nem você, não conhece a diferença de um curso para o outro, sendo que um curso NÃO é subordinado a outro, são áreas de atuações diferentes, como pelo que parece você não sabia disso ao fazer técnico em enfermagem querendo medicina.


Vocês estão insinuando como se enfermeiro fosse secretário de médico, tivesse que trabalhar para facilitar a vida do médico, mas enfermagem tem sua área de atuação independente de médico, então os médicos super poderosos com seu super conhecimento, sua super sabedoria, seu poder divino deveria antender melhor aos seus pacientes ao inves de querer que todas as profissoes da area da saúde reneguem todo seu conhecimento e sua autonomia pra trabalhar em função dos médicos com seus carros maravilhosos.

A odontologia que não se cuide que daqui a pouco a medicina vai começar a impor que dentista não tem capacidade sufciente para seu oficio e sim os médicos pois ele sabem tudo.
 
Gostaria de entender sobre os procedimentos invasisos, o que o enfermeiro fazia, e agora nao pode fazer?
 
Bom na minha humilde opinião como estudande de tce de enfermagem eu acho que isso é um absurdo por que a medicina quer tomar todas as atribuições pra si. Em hospitais nâo temos nem medicos pra atender as necessidades basicas como querem tomar todas a atribuições assim . Isso é uma covardia com todos os outros profissionais da saúde , além de um diferença de salário enorme querem roubar agora as áreas de trabalho de outros prificionais .
 
A capacitação do enfermeiro atualmente em lidar com o paciente está muito aquem da maioria dos médicos. Já que aquele trabalha com o paciente como um todo e não visando um simples pedaço de carne.
 
Eu, que não sou profissional da área, tudo que gostaria era de, ao precisar de atendimento e havendo a possibilidade de vários profissionais da área da saúde prestarem o mesmo atendimento a mim, eu gostaria de poder exigir um médico. Se eu perguntar para o profissional que vier me atender se ele tem condições de fazê-lo, este sempre dirá que sim. E talvez a lei diga que ele pode. Mas, o paciente deveria poder escolher e eu sempre escolheria um médico. O negócio é rezar para nunca precisar.
 
Sou recem formada em enfermagem, e para mim com o principio do ato medico é nada mais do que a ganancia de uma classe q ja tem poder, mas deseja mais. Artigos do ato medico como o que diz respeito a exclusividade da autonomia para atingir a derme e epiderme, tem como objetivo restringir as outras profissões que se especializam em tecnicas de acupuntura , tornando esta tecnica, que está em ascensão na atualidade uma copetencia somente médica. Isto foi somente um exemplo do quanto desmereceria a copetencia das outras profissoes diante do ato médico.
 
Sou recem formada em enfermagem, e para mim com o principio do ato medico é nada mais do que a ganancia de uma classe q ja tem poder, mas deseja mais. Artigos do ato medico como o que diz respeito a exclusividade da autonomia para atingir a derme e epiderme, tem como objetivo restringir as outras profissões que se especializam em tecnicas de acupuntura , tornando esta tecnica, que está em ascensão na atualidade uma copetencia somente médica. Isto foi somente um exemplo do quanto desmereceria a copetencia das outras profissoes diante do ato médico.
 
Mi disculpem mas acho que oamigo que falou acima que a diferença é quem estuda medicina sao mais de 8 mil horas a carga horaria no meu caso minha universidade sao 14 mil horas e uma de enfermagem chega a no maximo 4 mil horas entao existe uma grande diferença que so quem sabe é quem faz medicina um exemplo é anatomia fazemos 200 horas de cada anato e os enfermeiros fazem 60 ou 80 hs, entao para as pessoas que disem que os medicos deveriam se igualhar mi disculpem mas a diferença de estuda e tao grande que vcs que e quase impossivel os medicos se igualharem aos enfermeiros! uma coisa acho injusta axo o salario dos enfermeiros bem inferior ao que deveria ser isso reconheço e tb axo que o salario medico esta baixo de mais para nos ! mas existe um grande conflito pois todo enfermeiro tem aquele sonho perdido de ser medico e as veses eles estrapolam e querem muitas inumeras veses se colocarem em comando quando quem deve esta somos nos medicos! o estudo da enfermagem e muito fraco para eles querem ser medicos por favor mi disculpem mas isso e verdade pois antes de eu entrar para medicina eu cursei enfermagem porem nao terminei pois entrei para medicna! por isso que falo isso eu senti bem a diferença de estudos e de ordem de um para o outro!
 
Essa é para você Dawload series premiadas.
Aprenda a escrever corretamente já que você fala que é médico , pois se você nem escrever direito imagino eu que clinicar vai ser pior ainda . É por isso que acontecem tantas iatrogênias , por que na maioria das vezes os médicos nem escrever com uma letra decente consegue e ainda se sentem como se fossem algo a mais do que qualquer outro ser humano e não são quando morrerem vão para um buraco como o de qualquer outra pessoa comum , você é pó como eu sou pó e perante Deus todos somos iguais , e somos todos feitos a imagem e semelhança de Dele .
E outra coisa os médicos também não são doutores enquanto não fizerem um bom doutorado ai sim eu chamo vocês de doutores antes disso não !
Obrigado pela vossa atenção e uma ótima noite de sono !
 
OLÁ ! ACREDITO QUE O PROBLEMA MAIOR ESTÁ NA FORMA QUE MUITOS MÉDICOS VEEM OS OUTROS PROFISSIONAIS, POIS, OS MESMOS SE ACHAM SUPERIORES, NO ENTANTO SINTO MUITO LHES INFORMA, VOCÊS NÃO SÃO .. DEIXO MINHA PERPLEXIDADE AOS PROFISSIONAIS QUE COMENTAM QUE OS ENFERMEIROS GOSTARIAM DE SER MÉDICOS E SÓ NÃO SÃO, POR QUE NÃO PUDERAM .. SOU ENFERMEIRO, OPTEI PELO CURSO POR QUE QUIS, POR QUE ELA ME FORNECE TUDO QUE NECESSITO, SE EU QUISESSE MEDICINA EU FARIA, DINHEIRO EU TENHO PARA ISSO ... ACREDITO QUE EXISTEM MUITOS ENFERMEIROS DE VOCAÇÃO, O QUE QUEREMOS É APENAS FAZER VALER NOSSO DIREITO PERANTE A SOCIEDADE, POR QUE NÃO ESTAMOS MENDIGANDO PROCEDIMENTOS MAIS SIM USANDO A VOZ DE AUTORIDADE A NÓS AUTORGADA ... EXISTEM SITUAÇÕES QUE VÃO BEM ALÉM DA OPNIÃO DE MEUS COLEGAS MÉDICOS .. EXISTEM LEIS INTERNACIONAIS, ESTATUTOS, PROTOCOLOS QUE DEVEM SER RESPEITADOS E OBEDECIDOS QUERENDO OU NÃO .. POSSO EXEMPLIFICAR A PRESCRIÇÃO DE MEDICAMENTOS E SOLICITAÇÃO DE EXAMES QUE O ENFERMEIRO TEM POR DIREITO FAZER NA ATENÇÃO BÁSICA, DIREITOS ESTES QUE OS OUTROS PROFISSIONAIS DEVEM ACATAR, RESPEITAR, MESMO ACHANDO QUE NÃO DEVERIAMOS, MAIS UMA COISA GARANTO, SE FAZEMOS TAIS CONDUTAS É POR QUE SOMOS CAPACITADOS PARA TAL, TEMOS CONHECIMENTO TÉCNICO-CIENTIFICO, POIS A MESMA CIÊNCIA QUE LHES ENSINA, TAMBÉM COMPARTILHAMOS .. ENTÃO ESPERO QUE UM DIA TODOS OS PROFISSIONAIS CHEGUEM AO LIMIAR DE RESPEITO PELO MENOS PROFISSIONAL ...
 
vê se aprende a escrever, médico que não sabe escrever, vai ser difícil com seus pacientes. Que vergonha! Cuidado que anato tem palavras difíceis para a sua capacidade de escrita tão fraquinha...
 
Boa noite!Bom como algumas pessoas falaram acima eu também sou um técnico em enfermagem tenho 16 anos.fui para o estagio em um hospital e percebi que vários médicos se acham dono do hospital querendo mandar em todos e fazer o que quiser, mais eu acredito que se não fosse a enfermagem dentro de um hospital tal não trabalharia pois em pesquisas nós correspondemos 70% de um hospital.
Então esses médicos que pesam que eles são tudo é um grande mito, quero sim fazer enfermagem e não ser medico por que eu acredito que os pacientes tem mais segurança em nós da enfermagem e isso que eu escrevo não é unânime a respeito de médicos pois há médicos espetaculares.
Ah! outro comentário nunca queria ser atendido por uma medica analfabeta como aquele(a) que postou aquela mensagem acima.olha que eu nem formei meu ensino médio e ecrevo melhor que voce
 
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