Domingo, Maio 12, 2013

DIE 2013

Este ano permitam-me que me esime do tema emanado pelo International Council of Nurses para o Dia Internacional do Enfermeiros 2013. Este ano reclamo pela mundança de paradigma do Sistema (Nacional) de Saúde português e pela permutação das mentalidades inerentes.
Se, porventura, fossemos nórdicos, seria perfeitamente normal e consensual uma Ministra da Saúde com 31 anos, Enfermeiros sufragados para o lugar de Ministro da Saúde ou banalidades como Enfermeiros a ocupar cargos de Secretário de Estado do Ministério da Saúde. Trivial (mesmo!) é encontrar um Enfermeiro como Presidente de um qualquer Conselho de Administração de uma instituição de saúde!  

Sexta-feira, Maio 10, 2013

Cova da discórdia.

Muito recentemente foi comunicado, pelo Conselho de Administração do Centro Hospitalar da Cova da Beira, a aplicação da tabela remuneratória prevista na carreira de Enfermagem aos Enfermeiros em regime de Contrato Individual de Trabalho.
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No site oficial do Sindicato Independente dos Profissionais de Enfermagem afirma-se que esta alteração se deve à sua intervenção. 


No site oficial do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses canta-se "vitória do SEP", reclamando para si os louros da conquista...


Terça-feira, Maio 07, 2013

Justiça social e profissional.



Desconstruir mitos, desbravar tabus.

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Mais evidências. Há que acabar com o mito que o cuidado de Enfermagem é preferível porque é mais barato. Os estudos comprovam: a vantagem está na versatilidade dos Enfermeiros e na qualidade dos seus cuidados!

Segunda-feira, Maio 06, 2013

Comentador persistente!


"A intervenção do SEP no Centro Hospitalar da Cova da Beira e a actualização vencimento dos enfermeiros em CIT para os 1200€ não seria uma notícia um pouco mais digna do que esta foto e o comentário associado
Pois é... Lá teria de dizer que afinal o SEP ainda vai fazendo alguma coisa. É que se os colegas foram actualizados não foi graças a si e aos seus amigos Germano e Azevedo! E muito menos aos disparates que ainda por aqui vai escrevendo! É que se o SEP é vermelho, como dizia, vocês parecem-me uma cambada de amarelos!


Vitória do SEP?! É para rir!? 
Depois de ter negociado uma péssima carreira (apenas com transições para quem auferia menos de 1200 euros) e ter falhado de forma categórica a celebração de um acordo colectivo de trabalho para os CIT... isto é uma vitória? Eu diria, com boa vontade que é um pequeníssima minoração de uma derrota cabal!! É o mínimo que podia ter feito por aqueles colegas que auferiam menos de 1200 euros (relembro que é o mínimo para um licenciado da Administração Pública - logo outra derrota!), porque todos os outros ficaram a ver os navios a passarem à frente dos olhos... 
Não admira que o Ministério prefira "negociar" com um SEP balofo ao invés de um astuto Enf. José Azevedo (em representação da FENSE) e Enf. Fernando Correia! E viu-se bem!! As provas estão dadas e a realidade confirma: as negociações foram tão más para o lado dos Enfermeiros que quem ficou a ganhar... foi a tutela! Ou não?!

Banal nos melhores sistemas de saúde do mundo...

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O Bastonário da Ordem dos Médicos vive numa ilhota, com certeza. Jaz num deserto  paradigmático e ideológico. 
Dá a entender que vive apavorado com a alegada perda de status sócio-profissional da classe médica. Acresce a tudo isto o recorrente uso de uma técnica ("oldy") de defesa profissional que assenta no dogma da ridicularização dos outros. O efeito pretendido é desfocalização das atenções relativas à situação e germinação/implantação de um sentimento de vergonha e inferiorização nos visados. Com os Enfermeiros não resulta, Senhor Bastonário!
Seja como for, é uma questão de tempo apenas...  

Sábado, Maio 04, 2013

Previsão.

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Daqui a uns dias vem o Bastonário da Ordem dos Médicos a público afirmar, com toda a convicção, que a culpa não é da Médica... é de quem pôs lá o computador!

Enfermeiros saqueados... uma vez mais?!

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O Ministro Vítor Gaspar é, porventura, um notável académico na área financeira. A questão é que a realidade ignora esse facto, e, como tal, não lhe responde da forma que deseja e antecipa. Este efeito força a nova austeridade, encaixando a situação naquilo que se pode apelidar de ciclo vicioso.
Ontem foi anunciada mais austeridade. Entre as medidas está o alargamento do horário de trabalho dos "funcionários públicos" para as 40 horas semanais, justificado, entre outros, pela necessidade de nivelar o sector público com o privado. A questão das regalias público/privado não é linear.
O Estado pode ser encarado como um "patrão" que disponibiliza aos seus funcionários um conjunto de direitos laborais, tal como o "patrão privado" o faz. Há empresas que custeiam a escola/creche, ginásio, seguros, carro, gasóleo, telemóvel, etc, dos seus trabalhadores. 
O Estado, por seu lado, uma vez que não pode fazer o mesmo a todos, atribui outro tipo de benefícios. Cada patrão compensa e motiva como o seu entendimento estratégico mais aprouver. 
Estes argumentos da "nivelação pelo sector privado" são, por conseguinte, inválidos e muito tendenciosos!
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O alargamento do horário de trabalho é uma iniciativa nefasta (com um sustentáculo inacreditável!), tanto mais se nos referirmos à mesma sem a devida recompensação remuneratória. Uma vez mais a realidade não vai obedecer ao Ministro Gaspar!
No meio de tudo isto estão os Enfermeiros, severamente prejudicados. A carreira de Enfermagem é a piores da subsequência de 1974. Só antes dessa data é possível paralelizar. 
Os Enfermeiros já eram os licenciados da Administração Pública mais prejudicados e mal remunerados. Há pouco tempo foi imposta a redução (anunciada como "transitória") dos suplementos que retribuem as horas incómodas. Afectou dezenas de milhar de Enfermeiros. 
Agora vislumbra-se nova redução salarial, que decorre do referido alargamento de horário. Portanto, os Enfermeiros estão a ser triplamente lesados!
Com a existência de vários tipos de vínculos, o cenário que se coloca é caótico. O Regime do Contrato de Trabalho em Funções Públicas (ex-funcionários públicos) e os Contratos Individuais de Trabalho (a 35h e 40h/semana) terão pagamentos diferentes para a mesma jornada de trabalho, numa verdadeira miscelânea entrópica e anti-constitucional!
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Como se pode constatar pela imagem que ilustra o post, ao nível remuneratório, pior que os Enfermeiros estão apenas os não-licenciados e indiferenciados. Deplorável!
Apesar desta medida ser tranversal a toda a Administração Pública, chegou a hora dos Sindicatos de Enfermeiros pugnarem com inteligência pela defesa da classe!

Quarta-feira, Abril 24, 2013

Sindicato vermelho?!


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A minha declaração de interesses está redigida há muito: sou a favor do conceito e da acção sindical. São estruturas fundamentais. Todavia, ando preocupado com os ecos que vão chegando um pouco por todo o país e que dão notícias da campanha propagandística de um determinado sindicato.
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Ao que parece pretendem limpar a imagem, deteriorada pela péssima negociação da carreira de Enfermagem. São lavagens cerebrais estudadas, que têm como enfoque especial no grupo das chefias/coordenação. É uma estratégia como outra qualquer: difundir a mensagem seguindo a árvore hierárquica. Tudo bem, concordo; aplaudo, até. O sindicalismo na Enfermagem carece de um novo fôlego e, portanto, recorrendo à liberdade que a democracia concede, a coisa prossegue, muito ao estilo "vermelho", mas prossegue.
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A questão que me preocupa verdadeiramente é a questão da defesa dos interesses dos seus associados, neste caso da classe de Enfermagem, uma vez que as "conquistas" sindicais são sempre extensíveis a uma parte muito substancial dos Enfermeiros (há quem defenda que apenas deveriam abranger os respectivos associados). 
A história reza assim: em várias instituições existem negociações/acordos muito concretos entre os Enfermeiros e a instituição. A maior parte dele decorre de pedidos dos Enfermeiros e cedências das Direcções de Enfermagem, que opta por reconfigurar vários aspectos organizacionais em função dos interesses dos próprios Enfermeiros. Aqui entra o aparelho sindical. A pedido de ninguém chega o sindicato e intervém contra a vontade dos Enfermeiros! Alegando um suposto "bem comum" age contra aos desejos e intenções dos Enfermeiros! Para dar dois exemplos específicos, refiro-me, por exemplo, à modelação de horários de trabalho (a pedido dos Enfermeiros!!), pagamento suplementar de transferências inter-hospitalares (alegando que o vencimento mensal já suporta esta actividade!!), etc.! Parece mentira, até!
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Isto soa a regime, extremista e imoderado. É assim que se zela pelos interesses dos Enfermeiros??  

Terça-feira, Abril 23, 2013

Rumo aos rácios da OCDE!

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Bom ritmo, portanto. Sejamos honestos: já são bem visíveis as diferenças à medida que nos aproximamos dos almejados rácios da OCDE. Mais emprego, melhores salários, mais autonomia, melhor reconhecimento sócio-político, cuidados mais seguros, elevadíssimos índices de auto-realização pessoal e profissional, etc. 
Só faltam mais 25 mil Enfermeiros em Portugal para chegarmos à meta. Siga a rusga. P'ra frente é que é o caminho. A marchar.

Ordem dos Enfermeiros na Comissão Parlamentar da Saúde


Em debate estiveram os Cuidados de Saúde Primários, no qual a Ordem dos Enfermeiros (entre outras associações) se fez ouvir  e deu um precioso contributo. 
Uma excelente intervenção!

Segunda-feira, Abril 22, 2013

A "crise".


Paradigma "com-papel" ou "sem-papel"!

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"Hospital patients are being denied vital care because overstretched nursing staff spend too much time filling in forms and doing unnecessary paperwork, it is claimed. Britain's nurses spend an estimated 2.5 million hours a week on "non-essential" paperwork(...).
The mountain of paperwork stopping nurses from doing the job they trained for has more than doubled in the past five years." link

Quinta-feira, Abril 18, 2013

Toda a verdade...

... escrita pela mão dos próprios. Há pouco tempo um conjunto de Médicos (que prestam serviço no âmbito do INEM) tornaram-se signatários de uma carta onde expõem todos os problemas do instituto e respectivo modelo gestionário.
No decurso deste protesto aconteceram reuniões com o Conselho Directivo do INEM e uma extensa troca de e-mails com o seu Presidente (que acusou, em sede da Comissão Parlamentar de Saúde, a Ordem dos Enfermeiros de faltar à verdade nas suas afirmações), Miguel Soares de Oliveira (MSO).
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Publico aqui três e-mails de Médicos (existem alguns muito inflamados e incisivos, pelo que não os publicarei): sinceros, sintéticos, objectivos e rigorosos quanto contexto actual e intenções subsequentes.
Como muitos dos Médicos ameaçaram recusar fornecer as suas disponibilidades para o serviço de helicópteros, o INEM abriu novo curso (com uma finalidade muito óbvia)!
Afinal... a Ordem dos Enfermeiros falava verdade. Os Médicos corroboram!
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Sexta-feira, Abril 12, 2013

Perigo!

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Recebi vários e-mails de colegas que expressaram sérios receios (e muitas dúvidas), sobre esta comunicação deixada pela Ordem dos Enfermeiros (OE) na sua página oficial: "Ordem dos Enfermeiros preocupada com as alterações à Diretiva 2005/36/CE aprovadas pelo Parlamento Europeu". link
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Nesta comunicação estão bem patentes as preocupações da OE no domínio europeu com óbvias implicações para o contexto português. Em traços gerais esta Directiva Europeia, prevê um downgrade das qualificações de acesso ao ensino de Enfermagem, permitindo que se possa, também, aceder ao curso possuído apenas o 10º ano de escolaridade (que resultará à posteriori numa formação parcial; uma espécie de vertente vocacional). Isto cisalhará irremediavelmente a classe, dividindo-a em dois níveis. 
Para a esmagadora maioria dos países europeus, poderá não ter repercussões nefastas (uma vez que já possuem mais do que um nível de diferenciação), estabelecendo um percurso de uniformização entre todos os países, que, outrora, definiam os critérios de acesso ao ensino da Enfermagem per si.
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Quando reflectimos nas consequências da aprovação desta Directiva aplica a Portugal, irrompem receios fundados - entre nós existe (ainda?) apenas um nível formativo de Enfermeiros (não existem técnicos ou auxiliares de Enfermagem). Isto significa que um Enfermeiro de "nível inferior" (que denominação arrepiante!) que se forme no estrangeiro e desejar exercer em Portugal, terá de ser incluído na nossa classe de Enfermagem (apesar das diferenças científicas e técnicas)!!! Tal fragilizará calamitosamente todos os alicerces estruturais da Enfermagem portuguesa!! 
Se raciocinarmos quatro ou cinco passos à frente do plano lógico podemos concluir as intenções desta Directiva!
A esperança reside em três premissas e, em última instância, num instrumento regulador, como forma de regular a anarquia que se estabelecerá.
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A saber:
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- no acesso parcial à profissão, está prevista a possibilidade de existência de uma exclusão do acesso parcial, desde que devidamente fundamentada;
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- a possibilidade de poder ser feito um controlo às competências linguísticas dos profissionais, em prol da defesa da segurança dos doentes e da saúde pública;
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- a introdução de um mecanismo de alerta para casos de limitação ou inibição da prática profissional e a introdução da obrigatoriedade de desenvolvimento profissional contínuo.
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Apesar destas três possibilidades - e no cenário actual - o Modelo de Desenvolvimento Profissional (que o Ministério da Saúde teima em não querer regulamentar) será a ferramenta que poderá mitigar os futuras assimetrias e deficiências qualitativas.

Sexta-feira, Março 29, 2013

Regabofe!

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"Só 740 Médicos levam 75 milhões" link

Perante isto, impõe-se:

1) devolução imediata das verbas;
2) punição exemplar para os profissionais (despedimento é uma opção lógica);
3) investigar e sancionar severamente os Conselhos de Administração (esta troca de favores/dinheiro é frequente com a dança das cadeiras entre amigos);
4) investigar e suspender todo o tipo de retribuições extraordinárias não comportáveis e indevidas (há cirurgiões que recebem 25 mil euros de incentivos por cada cirurgia, mesmo quando estão em casa ou de férias);
5) Terminar com a aberração das prevenções 24 horas/365 dias para um só profissional;
6) Obrigar os profissionais prevaricadores a cumprir os seus deveres (de assiduidade e pontualidade, inclusive!)
7) Investigar quanto custa, na verdade, a classe médica aos contribuintes.
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Todavia, afirma-se que não existem verbas para ajustar o seu vencimento dos Enfermeiros para o mínimo estabelecido legalmente (diferença de menos de 200 euros)!!!
Tendo em conta que alguns médicos recebiam(em) subsídio de pontualidade, incentivos de produtividade (conceito tão amplo...), etc, questiono-me-me: na perspectiva desses, para que serve o vencimento mensal? Pelos vistos nem a assiduidade ou a presença, paga!

Quarta-feira, Março 27, 2013

Depois venham falar em sustentabilidade do SNS...



Abrir (e certificar) horizontes!

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Muitíssimo pertinente! link

Terça-feira, Março 26, 2013

Juntamo-nos e compramos um GPS ao SEP?

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Alguém tem o NIB?

Não podia ser de outra forma!

"Ordem dos Enfermeiros «desmonta» números da Mercer e repudia intenção governamental de nivelar vencimentos desde já desprestigiantes" link



"Transparência"...?!

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Fico incrédulo quando leio afirmações de alguns colegas sobre a transparência. Ouvir isto de quem (leio) ouço faz-me pensar... e faz-me lembrar dos nossos comentadores políticos: criticam como se em nada tivessem contribuído para o descalabro ou como se tivessem feito tudo diferente do que, na realidade, fizeram! 
Por este andar, daqui a 10 anos teremos, certamente, o Vítor Gaspar como comentador político dos assuntos económicos a condenar políticos do futuro pelo aumento de impostos/tributação fiscal em 2023! É impressionante!

Sábado, Março 23, 2013

Estudos "Mercianos"!


O amplamente difundido estudo comparativo entre as remunerações do sector público e privado por parte da Consultora Mercer foi, para não o apelidar de outra coisa, uma tibornice. O Governo que descer os salários (claro como a água) e, com efeito, encomendou uma coisa destas para "fundamentar" o acto e consagrá-lo à troika.
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Tudo o que lá consta é muito duvidoso. Começando pelos métodos, amostras (público: que faixa etária?, que antiguidade profissional?, que categoria?,etc; privado: que faixa etária?, que experiência profissional?, que função/cargo?, que categoria?, que instituições?, etc), induções e conclusões.
Até os Enfermeiros Principais foram incluídos no estudo, pasme-se. A sua média salarial deve ter sido "zero euros". A informar: ainda não há qualquer Enfermeiro Principal em Portugal! 
Ficou-se também a saber que os dados relativos ao sector privado foram fornecidos... pelo Ministério do Trabalho e Solidariedade Social. Pouco imparcial (considerando o objectivo do estudo!). 
Mas se os colegas reparem, percebem, com certeza, que, mesmo no meio de tanta engenharia estatística - por parte da Mercer - os Enfermeiros são, de longe os licenciados mais mal remunerados da Administração Pública! Mesmo quando comparamos o ganho médio mensal dos Enfermeiros (que inclui os suplementos ) com as remunerações-base de outros licenciados. Mesmo assim, auferimos menos!! É notável!
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Todavia, no exercício do rigor, divulgo aqui a reposição da verdade, da autoria do Economista Eugénio Rosa.

Quinta-feira, Março 21, 2013

Médicos juntam-se aos Enfermeiros...

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No INEM o exercício profissional está em franca e exponencial degradação. A qualidade do atendimento e cuidados está agora abaixo do "sofrível". A situação é péssima e insustentável! O INEM vive os seus piores dias.
Os Tripulantes de Ambulância de Emergência devem ser os únicos ("naïfs"!) a considerar que tudo está bem.
Estes 118 Médicos representam 90% do corpo clínico do INEM. Ver reportagem da TVI.

Sexta-feira, Março 15, 2013

E que tal... acções sindicais, SEP?


Na revista "Enfermagem em Foco", promovida pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), somos presenteados com quatro página inteiras de escárnio e maldizer sobre a Ordem dos Enfermeiros. Se pensarmos que o SEP é uma instituição nacional, esta postura é, no mínimo, reprovável e degradante. Principalmente vinda de uma estrutura, nos última década, só tem arrecadado insucessos para a Enfermagem. 
Eu não quero pagar quotas que suportam comportamentos (reitero: institucionais)  desta índole. Eu não quero pagar revistas que consomem quatro páginas de tolices (esquecendo até a acção sindical que os Enfermeiros tanto têm vindo a carecer...)!
Os (cada vez menos) sócios do SEP desejam patrocinar isto?!
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Sejamos francos e realistas: desde da derrota da lista dos "do costume" na Ordem dos Enfermeiros (conotados com a Enf. Maria Augusta de Sousa, com relações institucionais "promíscuas" com o sindicato vermelho), que o SEP age assim, com birras de inconformação. Um total desgaste de energia. Depois chegam à "mesa das negociações" e não tem força. Resignam-se.
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Um outro aspecto interessante da revista é a reclamação constante de sucessos que em nada tiveram o contributo do SEP. Refiro-me, por exemplo, ao pagamento dos 1201 euros por parte do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra. 
Com intervenção do SEP, ou sem ela, o pagamento aos CIT's seria o referido, uma vez que o mesmo constava do disposto clausular da redacção do contrato. Aliás, sem intervenção do SEP seria ainda melhor, uma vez que ao invés de 1201 euros, poderiam ser ter sido 1407 euros!

Quarta-feira, Março 13, 2013

Insónias.

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As memórias do processo negocial da carreira de Enfermagem ainda me causam insónias. Há coisas que não consigo ultrapassar. Coisas que me causam desconforto intelectual, arrepiando a minha saudável pacificação "interna".
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O SEP luta, agora, instituição a instituição, pelo (merecido) ajustamento da grelha salarial dos CIT's para os 1201 euros. Coisa que não conseguiu junto da tutela, através da aplicação de uma tabela colectiva obrigatória.
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O que me atormenta é a (nefasta) recordação que no dia 7 de Setembro de 2009, a Ministério da Saúde propôs 1407,45 euros para o início de carreira dos Enfermeiros. 
Alguns meses depois, o SEP trouxe para "casa" os famigerados 1201 euros. Menos do que a proposta inicial do Governo! É obra!
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Pelo meio ainda assinou um acordo com a Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (acordo que justificou a retirada da proposta dos 1407 euros por parte da Ministra Ana Jorge), reduzindo os salários dos Enfermeiros do Espírito Santo Saúde! É obra... dupla!

Terça-feira, Março 12, 2013

Enfermeiros militares...

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O que se passa com os Enfermeiros militares é uma verdadeira aberração, sem qualquer racionalidade ou argumento que o fundamente.
É a única licenciatura não reconhecida (!!) e, como tal, os Enfermeiros ficam limitados na progressão hierárquica, ficando arredados dos postos de gestão/estratégia e do respectivo reconhecimento remuneratório.
Portanto, uma vez que o diálogo não surtiu efeito, a Ordem dos Enfermeiros agiu de forma adequada e coerente.

O Bastonário a dar-lhe e a burra a fugir.

"“Pretender que outros profissionais substituam os médicos já deu maus resultados, como aconteceu com os partos em casa”, relembra José Manuel Silva, Bastonário da Ordem dos Médicos".
Ninguém deve preconizar a substituição de uns por outros, nomeadamente com o argumento de que fica mais barato ao Sistema Nacional de Saúde" link
Era salutar para a saúde em Portugal que o Bastonário da Ordem dos Médicos fosse um homem inteligente e soubesse argumentar sem misturar factos ou baralhar raciocínios, contradizendo-se e tropeçando na sua própria lógica.
Um homem que soubesse ler (em inglês) os estudos publicados no British Medical Journal.

Só para esclarecer: os Enfermeiros não querem substituir Médicos, apenas ocupar um lugar que decorre da própria natureza da profissão de Enfermagem.
Há, também, que desfazer um mito. A falácia do mais barato! Os Enfermeiros são, em várias vertentes profissionais, melhores, com excelentes traduções em ganhos de saúde, o que implica serem um excelente investimento!! A prespectiva da saúde pela óptica da Enfermagem não é necessária mais barata! É mais rentável, porém!!! O sistema se saúde torna-se mais ágil, dinâmico e acessível. Por isso vão assumindo e conquistando; pela segurança e qualidade dos seus cuidados.
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"On average, nurses have longer consultations, arrange more investigations and follow up, provide more information, and give more satisfaction than general practitioners. Primary care nurses are not cheaper than general practitioners, but they are as safe in managing self limiting illnesses." BMJ
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O The New York Times publicou um artigo interessantíssimo dentro deste âmbito: "The Nurse as a Family Doctor".

Sexta-feira, Março 08, 2013

Confusão


"[A Ordem dos Médicos](...) salienta que é muito importante que o Enfermeiro de família continue a desempenhar o seu insubstituível papel na equipa de saúde dos Cuidados de Saúde Primários (CSP), sob liderança responsável do Médico de família (...)"

:)) Liderança?
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"A Ordem dos Médicos, em defesa dos doentes, deseja que cada profissão saiba respeitar as suas competências próprias e as das outras profissões da Saúde"

Relembro...
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"Foi publicado um despacho (...) que indica as novas competências dos técnicos de ambulância de emergência (TAE), as quais eram exclusivas de (...) enfermeiros. 
(...) O Bastonário da Ordem dos Médicos disse que (...) trará benefícios para os doentes".


Quinta-feira, Março 07, 2013

Por uma profissão digna!

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Ler aqui.

Quarta-feira, Março 06, 2013

Reajuste salarial dos CIT's...

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Ler na íntegra, aqui.

Quinta-feira, Fevereiro 28, 2013

Excelente!

(Clicar para ampliar e ler)
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Esta proposta é apenas a ponta do iceberg das recomendações internacionais:
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Irrita-me quando notícias como estas são intituladas da forma como esta foi. Subverteu tudo o que subjaz à mesma. Todavia, é inteligível qual a contribuição pretendida e a forma como tudo isto entronca na evolução internacional da Enfermagem (perfeitamente sustentado por inúmeros estudos que fizeram desvanecer eventuais dúvidas). 
É uma questão de (re)estabelecer referenciais do exercício profissional dos Enfermeiros, concedendo à profissão toda a abrangência natural que os pressupostos teóricos formulam.
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Nada tem a ver com "subtituir", mas, ao invés, com a essência da Enfermagem. Esta papel já foi dos Enfermeiros. Só depois vieram os Médicos. 
Partos, outro exemplo. Esse papel é/já foi dos Enfermeiros. Só depois vieram os Médicos. E assim sucessivamente.
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Recordo-me da introdução da Triagem de Manchester em Portugal e da polémica sobre que deveria ser o triador - o Médico ou o Enfermeiro? 
Este dilema foi resolvido de forma inequívoca e cristalina: em todas as formações e provas os Enfermeiros classificaram-se sempre melhor do que os Médicos. Foi o fim das discussões e das interrogações. Este é um exemplo das tais evidências a que regularmente me refiro.
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Da Ordem dos Médicos aguardo um apoio efusivo (não é que me interessem muito). 
A julgar pelo apoio do seu Bastonário a técnicos desqualificados noutras áreas, desta feita só pode aplaudir. E relembro que estamos a discutir e a tentar redefinir áreas de actuação entre duas profissões graduadas no ensino superior português.
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Excelente proposta da Ordem dos Enfermeiros!

Quarta-feira, Fevereiro 27, 2013

Soluções brilhantes.


Hoje puseram-me uma questão de uma forma afincada: Porque é que o Bastonário "não manda fechar escolas de Enfermagem"?
A questão parece-me explícita. A Ordem não o pode fazer directamente. Não tem poder ou soberania para tal. A solução é a intervenção política junto da tutela, com argumentos válidos e sustentados.
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Num encontro com o Ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, a posição dos Enfermeiros foi clara e objectiva: "É prioritária a necessidade de reavaliar a actual oferta formativa, já que os enfermeiros formados pelas escolas de Enfermagem não estão a ser absorvidos pelo mercado de trabalho em Portugal. «Há actualmente um paradoxo na oferta. (...) A redução do número de vagas nos cursos de Enfermagem é a única opção viável que se coloca», assumiu o Bastonário da OE na reunião." link

Inclusivamente foi proposto um encerramento/diminuição faseada, que não foi aceite. Nem a pretensão dos Enfermeiros, nem a nenhuma outra Ordem profissional.
Perante a incompreensão de muitos colegas (que parecem não perceber - ou não querer perceber - o fulcro do problema), questionei os colegas proponentes sobre as suas ideias para operacionalizar a intenção. Fugiram todos.
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Relembro que em 2008 a anterior Bastonária, Enf. Maria Augusta de Sousa, reprovava a diminuição de vagas de Enfermagem no ensino superior. Esses colegas licenciaram-se em 2012, com escassas possibilidades de emprego.

Segunda-feira, Fevereiro 25, 2013

Empreendedorismo de valor!!

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Vaticinei (para mim próprio) que depois de 2010, em Portugal, este tipo de iniciativas empreendedoras - por parte de Enfermeiros - tomassem lugar. Falhei por muito pouco. 
Na verdade o colega Nuno Mendes iniciou em 2008 mas o resultado começa a ser coroado agora. Excelente visão, ajustamento e usufruto dos recursos tecnológicos, com a ciência sempre em destaque. O holismo na Enfermagem Estética. 
Um exemplo muito afastado daquele "empreendedorismo" fomentado/incutido em gabinetes nos cantos mais obscuros e poeirentos das Escolas de Enfermagem, dotadas com pessoas que de "empreendedor" têm muito pouco e de visão muito menos ainda...
Ler peça jornalística completa, aqui.


Terça-feira, Fevereiro 19, 2013

O derradeiro argumento do Presidente do INEM!


O Sr. Presidente do INEM, Dr. Miguel Rego Oliveira, foi à Comissão Parlamentar da Saúde redarguir às afirmações sustentadas da Ordem dos Enfermeiros. Conversou sobre cães de raça (Enfermeiros e Médicos) e gatos (TAE). 
Se eu fosse TAE sentir-em-ia amofinado, uma vez que o Presidente do INEM referiu-se sistematicamente a estes como um elo mais fraco; menor. Não tem que ser assim. 
Apesar de tudo, defendo dignidade igual para todos os profissionais que exercem no pré-hospitalar. Porém, igual dignidade não significa igual competência ou regime funcional. Referiu e bem que Enfermeiros e Médicos são profissionais de excelente formação, altamente especializados e diferenciados, em oposição aos TAE, muito mais parcos em recursos científicos e técnicos e sem diferenciação.
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O Dr. Miguel Rego Oliveira centraliza a sua força argumentativa naquilo que possivelmente deve considerar como o seu fulcro lógico para sustentar o incremento de funções dos TAE: em risco iminente de vida - onde a morte é um desfecho muito provável ou certo – se o TAE (tentar) actuar dentro do que sabe/pode, certamente será melhor do que não fazer nada. É uma forma de fazer aumentar as possibilidades de reverter a situação de risco. A população certamente agradece que à sua probabilidade de vida se dilate uma décimas percentuais. Esta é uma perspectiva fria e redutora.
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Contudo, até no frio os Enfermeiros têm a razão do seu lado. Tendo em linha de conta todo o discurso do Sr. Presidente do INEM, terei de concluir que no mesmo contexto (de risco iminente de vida), a presença de um Enfermeiro aumentará ainda mais a tal probabilidade de vida. Os cidadãos agradecerão ainda mais (muito mais!), tanto se tivermos em conta que nos estamos a pronunciar sobre aquilo que universalmente se considera como o “bem/pressuposto” mais Precioso da existência humana: a vida. Ao invés de uma pequenas décimas percentuais, os Enfermeiros (e Médicos) podem contribuir para uns magníficos pontos percentuais! Para quê oferecer “pouco”, quando se pode oferecer “muito” (mantendo a sustentabilidade)?
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Haverá investimento mais inestimável que isto?

Sábado, Fevereiro 16, 2013

Onde estão os sms do SEP?


Do Sindicado dos Enfermeiros Portugueses (SEP) nunca recebi um sms. Nem notícias sobre eventuais sucessos negociais da carreira ou salários condignos (não se vislumbra melhoria das condições remuneratórias). Nem informação sobre o que quer que seja. Nem, sequer, sobre que protocolos é que têm firmados para que os sócios possam usufruir. Nem tão pouco  qualquer sms sobre a Assembleia Geral Ordinária de 30 de Janeiro.
Mas recebi em tempos uma revista (em papel) a anunciar uma nova (e péssima) tabela salarial, abaixo daquilo que inicialmente a tutela propôs (propôs 1407 euros para entrada na tabela), sem transições ou compensações. Isso recebi. Lembro-me bem.
Pago ao SEP uma quota muito superior à Ordem dos Enfermeiros. Onde está o retorno do meu "investimento" na classe de Enfermagem? (até já excluo a pretensão do meu proveito próprio em detrimento do bem comum)

Sábado, Fevereiro 09, 2013

Aceite, claro.



Spot televisivo "Nurses Heal" (Campaign for Nursing's Future)


Quarta-feira, Fevereiro 06, 2013

Enf. Paulo Alves: entrevistas à SIC, TVI e Porto Canal


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Paulo Alves é licenciado em Enfermagem, Mestre em Administração e Educação, trabalhou durante 10 anos em diversos hospitais centrais, nomeadamente nos cuidados intensivos, e também foi membro do departamento de qualidade. 
Especialista em Enfermagem Comunitária, esteve envolvido em inúmeros projectos de investigação nacionais e internacionais sobre úlceras de pressão e na prevenção e tratamento de feridas em geral.
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Actualmente é Assistente no Instituto de Ciências da Saúde - Porto, da Universidade Católica de Portugal. Os seus interesses de investigação são a etiologia das úlceras de pressão, o desenvolvimento de superfícies de suporte inteligentes, e a influência do reposicionamento nas UP, que é o tema de sua tese de doutoramento.
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Tem artigos publicados em revistas nacionais e internacionais, muitos deles sobre feridas crónicas. É membro de várias sociedades de tratamento de feridas, da Associação Portuguesa de Tratamento de Feridas - APTFeridas, o Wound Management Association Europeia - EWMA, European Pressure Ulcer Advisory Panel - EPUAP e Sociedad IberolatinoAmericana de ulceras y Heridas - SILAUHE.
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Palestrante e moderador em inúmeros congressos nacionais e internacionais e tem também contribuído na organização de vários congressos nacionais e internacionais e reuniões científicas sobre o tratamento de feridas.

Boa iniciativa...

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... mas só não basta! É muito (muito) pouco. Urge passar das palavras à acção.

Terça-feira, Fevereiro 05, 2013

Os interessados ficaram no sofá?!

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No mínimo, as minhas expectativas apontavam para uma manifestação com 566 Enfermeiros. Compareceram cerca de 100 colegas. 
É muito pouco razoável (passo o eufemismo), depois, exigir a alguns que lutem pelas reivindicações de terceiros. Pressuponho, também, que - por falta de suporte moral - muito poucos questionarão o sindicato sobre as suas intervenções.

Segunda-feira, Fevereiro 04, 2013

Diferenças.

Em Espanha os técnicos básicos de emergência pré-Hospitalar denominam-se de Técnicos de Emergências Sanitárias. Têm uma formação com uma carga horária de cerca de 2000 horas (dez vezes mais do que os seus "congéneres portugueses" - os TAE), ministrada pela tutela da Educação.
Apesar desta diferença exponencial de tempos formativos, está vedado aos Técnicos de Emergências Sanitárias qualquer competência de Enfermagem, conforme está descrito no respectivo enquadramento legal espanhol - o Real Decreto n.º 1397/2007.
O Suporte Avançado de Vida, todos os procedimentos invasivos e farmacológicos continuam adstritos apenas a Enfermeiros e Médicos.
Portanto, competências consentâneas com a formação; ao contrário das pretensões portuguesas.
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Em muitas regiões de Espanha estão a ser implementadas ambulâncias com Enfermeiros. Nas Ilhas Canárias existem há mais de sete anos: são denominadas "ambulâncias sanitarizadas" (com Enfermeiros). 
Na Catalunha também existem há muitos anos: são apelidados de "SVI" (Suporte Intermédio de Vida). Em Espanha, existem cada vez mais SVI.
No País Basco é chamado de "SVE" (Suporte de Vida com Enfermagem).
Na Andaluzia está a ser implemetado agora o projecto ECA (Equipe de Coordenação Avançado). São ambulâncias de nível intermédio entre o SVA (com Médico e Enfermeiro) e SVB (só Técnicos)-  é uma tendência em vários países europeus.
Todos os helicópteros dispõem de Enfermeiros.
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