sexta-feira, junho 22, 2007

Enfermeiros radicais

Macaronis Resort


Enf. Daniel Fasset em plena acção


Nas ilhas Mentawai, Indonésia, um paraíso na Terra e um local predilecto para os surfistas adeptos do free surf, existe um resort luxuoso denominado Macaronis Resort (cujo fundador e administrador é um Australiano também adepto do surf), que entre outras coisas dispõe de Enfermeiro 24 horas por dia, e uma clínica medicalizada de apoio aos hóspedes. Até aqui tudo bem.
O interessante é que o Enfermeiro do resort, o Enf. Daniel Fasset (na foto), é um adepto ferveroso do surf, pelo que é frequente que os turistas vejam o "seu" Enfermeiro na crista da onda. Será uma estratégia de combate ao stress?



Comments:
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Este enfermeiro é tão radical como o Marcelo Rebelo de Sousa que também dá umas surfadas.
Além do combate ao stress, é sempre um modo de trabalhar o corpo, tão necessário na profissão. A boa forma física de um enfermeiro ajuda a prevenir alguns problemas que mais tarde possam surgir.
 
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Enquanto ele andar a fazer Surf, quem socorre os hóspedes?
Pensa nisso.
 
É sempre bom termos estratégicas para aliviar o stress e disfrutar da vida claro..
O Sr. Enf. Daniel Fasset encontrou uma maneira radical e faz muito bem, numa ilha fantástica e umas ondas estupendas quem não aproveita é porque não quer.
Ao Sr. do comentário anterior - O Sr. é o maior trabalha 24h por dia não é?!

Abraço
Do Nascimento
 
A liberdade de expressão já era... cada vez mais post eliminados... diversidade de opiniões onde?
O interesse é dsicutir coisas de interesse para os enfermeiros e sociedade civil em geral... quero lá saber o que gente anda a fazer por ai só porque são enfermeiros... francamente
 
Francamente, então porque comentou este post, não tinha outro com mais interesse para os enfermeiros e para a sociedade civil em geral para comentar. O blog tem aumentado o número e interesse dos posts, este é apenas mais um. Muita gente não tem mais que fazer e só aqui vem para criticar destrutivamente ou para ofender, tentando desvirtuar este espaço de reflexão. Mais uma vez, francamente, mude de blog, aplique alguma pomada para o prurido.

Além disso não percebe que no post é referido o enfermeiro surfista, mas também a assistência de enfermagem 24h (facto que me traz satisfação).

A liberdade de expressão ainda "não era" e a vossa falta de educação muito menos.

Enf. Rui
 
Olá bom dia!

Enquanto muitos de vocês descansam, trabalham ou recuperam de uma noitada de São João, decidi vir aqui fazer uma reflexão.

A si Doutor Enfermeiro gostaria de o felicitar pelo seu Blog.
Os temas pertinentes actuais e dignos de reflexão aqui apresentados são uma mais valia para nos darmos a conhecer como profissionais de saúde, mas também e acima de tudo como pessoas que somos em primeiro lugar.

A todos os outros:
Ser enfermeiro é muitos mais que um conjunto de saberes: saber, fazer, estar, ser e evoluir. Somos pessoas que apesar de termos uma profissão absorvente e desgastante física e psicológicamente, temos um dia - a- dia comum a tantas pessoas comuns preenchido com sensibilidade, angústia, dor, alegria, doença, tempos livres,férias, festas, família, amigos,etc., etc. ...

Somos PESSOAS com uma presença na sociedade importante. Mas não somos os únicos, TODOS SOMOS IMPORTANTES. O que seria de nós sociedade sem o agricultor, o padeiro, o professor, os operários texteis, o médico, o electricista, o biólogo, o músico, etc., etc., etc.

Repito TODOS SOMOS IMPORTANTES.

Todos temos um lugar cativo na sociedade, que embora uns pareçam mais visíveis que outros, somos todos essenciais, somos todos pessoas.
Este blog penso que serve exactamente para isso para demonstrarmos que antes de sermos enfermeiros somos pessoas.
Conheço pessoas de todas as classes sociais, com as mais variadas profissões, muitos dos quais são meus amigos.
Conheço muitos profissionais das mais diversas áreas uns bons, outros menos bons, mas todos são pessoas. Com tudo isto só quero dizer que lamento alguns comentários neste blog, independentemente da profissão que exercem. Pois quando estamos ou temos alguém numa cama de hospital, somos todos pessoas, não temos categoria profissional (e quem infelizmente passou por isso sabe-o bem!). Uma pessoa quando tem fome, fome verdadeira (que felizmente a maioria não sabe o que é), o que quer é um pão, quer comida efectuada por pessoas que no nosso dia - a - dia não reflectimos o seu grau de importância na sociedade, Etc., etc. ...

Lamento os comentários efectuados após o meu erro ortográfico no comentário que efectuei sobre a reportagem no serviço de pediatria no IPO. De facto é muito importante uma boa linguagem escrita, sem erros, mas mais importante ainda são as ideias, os pensamentos. Só quis chamar a atenção para isso, e se algum dia por qualquer motivo tiverem que recorrer ou passar por qualquer unidade de saúde ou então mais precisamente por uma unidade de oncologia, quer seja por mera curiosidade, para visitar alguém familiar/amigo, ou por vocês mesmos (que não desejo a ninguém!), vão perceber tudo o que estou a dizer pois falo por experiência própria profissional e como familiar de um doente oncológico.

Aproveitem este brilhante blog para partilha de experiências pessoais, profissionais independentemente da categoria profissional, para que todos juntos possamos crescer, evoluir positivamente, aprender e apreender algo positivo.

Sou enfermeira e orgulho-me de tal. Mas mais ainda orgulho-me de todos aqueles que me ajudaram a chegar onde estou, mas acima de tudo dos que me ajudaram-me a ser a pessoa que sou, independentemente da profissão, do credo, da cor da pele, da nacionalidade, etc.

Um bem haja a todos!
Mas um bem haja especial para todos os enfermeiros!

Bom São João! :)
 
"É sempre bom termos estratégicas" - esta língua portuguesa dos senhores enfermeiros...
(julgo nao ser necessario fazer a devida emenda!)
 
Realmente, Sr. do comentário anterior, todos temos "telhados de vidro"! Sempre tão disponível para a correcção dos erros ortográficos dos senhores enfermeiros, mas esquece-se dos seus próprios erros, ou a acentuação não faz parte da sua gramática portuguesa?! A palavra "não" tem acentuação com til!!!

Não se esqueça que sempre que apontámos um dedo a alguém, temos os restantes dedos apontados para nós!

Como vê errar é humano! Nem que a culpa seja do computador!

Mas mais humanas ainda são as pessoas que vêm por bem!
 
Realmente, Sr. do comentário anterior, todos temos "telhados de vidro"! Sempre tão disponível para a correcção dos erros ortográficos dos senhores enfermeiros, mas esquece-se dos seus próprios erros, ou a acentuação não faz parte da sua gramática portuguesa?! A palavra "não" tem acentuação com til!!!

Não se esqueça que sempre que apontámos um dedo a alguém, temos os restantes dedos apontados para nós!

Como vê errar é humano! Nem que a culpa seja do computador!

Mas mais humanas ainda são as pessoas que vêm por bem!
 
Antes de mais, vão desculpar-me pelo meu erro ortográfico “estratégicas” (gravíssimo!!!).
Ao Sr. Anónimo que teve a “amabilidade” de o corrigir ou então o seu português não lhe permitiu acompanhar o discurso, quer que lhe explique?!
Outra coisa, os Senhores seus pais não lhe colocaram um nome quando nasceu? Ou então deve ter algum constrangimento para assumir aquilo que o Sr. diz! Mas não se preocupe porque não é o único!
Quanto à “língua portuguesa dos senhores enfermeiros” não se preocupe, preocupe-se sim em desempenhar as suas funções ao invés de fazer correcção ortográfica porque se ainda não alcançou os objectivos dos comentários será melhor o Sr. instruir-se.

Cumprimentos
Do Nascimento
 
Amigos, relativamente ao corrector ortográfico não vos preocupeis pois é uma versão muito antiga e completamente desactualizada... creio ser a versão PM -0,001.
Ignorem.
 
nao se admitem erros destes a pessoas licenciadas, ou pseudo licenciadas
 
NO HOSPITAL (FANTÁSTICO) !!!

- Bom dia, é da recepção? Eu gostaria de falar com alguém que me desse

informações sobre os doentes. Queria saber se determinada pessoa está melhor ou se piorou...

- Qual é o nome do doente?

- Chama-se Celso e está no quarto 302.

- Um momentinho, vou transferir a chamada para o sector de enfermagem...


- Bom dia, sou a enfermeira Lourdes. O que deseja?


- Gostaria de saber as condições clínicas do doente Celso do 302, por favor!

- Um minuto, para informações sobre diagnósticos clínicos está aqui o Dr. Carlos.

- Aqui é o Dr. Carlos, de serviço. Em que posso ser-lhe útil?


- Olá, Sr. doutor. Precisaria que alguém me informasse sobre o estado de saúde do Celso que está internado há três semanas no quarto 302.


- Ok, vou consultar a ficha do doente... Só um instante!


- Ora aqui está: ele alimentou-se bem hoje, a tensão arterial e a pulsação estão estáveis, responde bem à medicação prescrita e vai ser retirado do monitor cardíaco até amanhã. Continuando bem, o médico responsável dar-lhe-á alta em três dias.

- Ahhhh, Graças a Deus! São notícias óptimas! Que alegria!

- Pelo seu entusiasmo, deve ser alguém muito próximo, certamente da
família!?

- Não, sou o próprio Celso que telefona daqui do 302!! É que ainda hoje houve visita médica e estiveram cá uns vinte médicos, há um entra e sai do quarto, mas ninguém me diz a ponta de um chavelho... só queria saber se estava melhor?!

DE MAIS...

Miguel Santos
 
Curioso é que o médico (dr. carlos) que ia dar informações sobre os diagnósticos ao telefone, só deu informações de enfermagem...
Não foi por acaso.
 
Acaso? Nada disso...é por ser mais rápido!!??
 
Mas afinal os médicos tb dão informações de Enfermagem?!?...
Oh amigo anónimo das 6.55 h, então isso não é rebaixar-se? Afinal sempre há informações da enfermagem que os sapientíssimos médicos valorizam e se vergam a dar ao telefone?

O amigo vem p´ra aqui mandar tantas postas de pescada e constantemente a querer rebaixar os Enfermeiros, que até perde a noção e a coerência das afirmações.

Vá ver se chove!!!

É só rir!...


Miguel Santos
 
Colega Miguel, não estava a rebaixar ninguém, simplesmente a referir que o tal médico ao invés de dar diagnósticos deu informação de enfermagem, e se o fez, é porque achou mais relevante.
Um abraço.
 
Ao Sr. Anónimo (4:07PM) visto os Senhores seus pais não lhe colocaram um nome quando nasceu? Ou então deve ter algum constrangimento para assumir aquilo que o Sr. diz! Mas não se preocupe porque não é o único ou será o “tal”!
Diz o Sr. “nao se admitem erros destes a pessoas licenciadas, ou pseudo licenciadas”. Para começar “nao” é acentuado com til, ou seja, NÃO. Mas não se preocupe como o Sr. diz que “não se admitem erros…” eu admito o erro do Sr. porque nem pseudo licenciado é com certeza, segundo o seu discurso (palavras suas não se esqueça)!

Do Nascimento
 
"... informações de enfermagem "? eu fico espantado com o que ouço... ora estamos a falar dos sinais vitais dos doentes ou de propriedade dso enfermeiros... se é assim que se querem (hiper)valorizar dizendo estas anormalidades... francamente
 
informações de enfermagem, informações médicas...grande equívoco! Só existe um tipo de informações: as informações do doente, e é ele o proprietário das mesmas. As informações prestadas devem ser dadas num contexto de equipa de saúde, e devem ser transmitidas por quem tenha competência para as dar. Não me dá nenhum prurido saber que existem médicos que dão informações sobre a adaptação dos doentes a uma dada situação de doença tal como não deve haver pruridos relativamente aos Enfermeiros que informam a família sobre o tipo de cirurgia que um paciente efectuou...desde que saibam do que falam
 
Ou temos um corrector on line, que passa o tempo em que devia estar a trabalhar na net, ou em tempo de lazer, sem actividades, ou ainda, é alguém da área do ensino da nossa língua que está a preparar-se para para o olimpíadas europeias da Língua Portuguesa.

Quanto ao corrector de bolso deve ser ignorado, assim como, todos os outros ignóbeis que esporádicamente aqui aparecem, tentando desviar-nos da seriedade e interesse da reflexão. Não é um local onde seja exigida escrita formal, pelo que o mais relevante é o conteúdo, a dimensão das ideias. Algo que esse(s), probavelmente só esse, anónimo incacitado intelectual (seródio) não sabe produzir. Não se esqueça de patrulhar, no horário de trabalho, ou no tédio da solidação exasperante, os blogs dos professores de Línua Portuguesa.

Brilhante intervenção colega MC.

Como diz, somos pessoas, como todas as outras, com uma profissão desgastante, mas que realiza.
Não entendo a urticária de alguns comentadores, serão os enfermeiros, assim tão ameaçadores, penso que só procuramos desenvolver a nossa profissão em harmonia. No quotidiano desenvolvo relaçãos profissionais cordias entre pares e outros profissionais, não obstante a normalidade de problemas inerentes. É natural a diversidade de opiniões, não sendo, porém, normal a falta de educação e respeito que alguns evidenciam. Um erro ortográfico é admissível a um licenciado, qualquer que seja, não me acredito que esse anónimo seja médico, mas já vi alguns escritos médicos interessantes, que por vezes guardam-se para mais tarde recordar, mas acontece com todos, eventualmente seja humano. Hipoteticamente o tal anónimo não erre, não faço o restante silogismo.

Bem Haja a todos os comentadores construtivos e aos outros também, com o desejo que se tornem.

Enf. Rui
 
Onde se lê incacitado intelectual, leia-se incapacitado intelectual, não que me perturbe a ausência de letras, mas que poderia entorpecer a ideia. Mais não revejo vamos ver se ainda temos corrector de bolso.

O mesmo de cima
 
Já agora,seu convencido do nada que és e da burrice torpe que te domina, fica a saber que não é preciso ser professor de Português para se saber Português e que "esporádicamente" não leva acento, nem nunca levou. Só um enfermeiro com deficiente formação é que escreve como vocês escrevem. Como professor da área de enfermagem, nunca admiti e nunca admitirei aos alunos de enfermagem do H.S.J. erros ortográficos, sintácticos ..., porque é uma vergonha surgirem relatórios como, suponho, surgem os vossos. Não se atirem aos anónimos que vos corrigem, vocês é que deviam ter vergonha de apresentarem erros como apresentam e vangloriarem-se de serem o que apenas qualauer pessoa é - um humano.Admitir falhas é de louvar. Não as querer ver ou escamuteá-las é cobardia. Louvo, mais uma vez a crítica construtiva de quem corrige e critico, mais uma vez, quem não quer ser corrigido, porque pensa que é o maior, só porque já conseguiu, não interessa onde, o diploma de enfermeiro. A todos aqueles que se preocupam, também, com a forma da sua língua materna, os meus parabéns.
 
Corrijo a falha "qualauer" por qualquer
 
CARO ANÓNIMO DAS 10:06PM:
Se realmente é o que diz ser, muito me espantam as sua observações. Como professor de enfermagem deveria inteirar-se das "perfeições ortográficas" que diz saírem da Escola de Enfermagem, que por sinal tem a amabilidade de empregar uma pessoa como você. Concerteza que toda a verborreia apresentada advém da escassa supervisão que faz como docente. Muito me apraz comparar este tipo de comentários com o desempenho que demonstra nos campos de estágio. Quem vos ouve e/ou lê e quem vos vê. Muitas saudades deixam os tempos em que as escolas de enfermagem formavam enfermeiros. Agora querem formar doutores. O conhecimento é fundamental sim, mas não ultrapassem fronteiras que fojem ao vosso domínio. Venham para os campos de estágio. Ensinem os vossos alunos a serem enfermeiros. Não esperem que profissionais por vezes pouco qualificados o façam. Não se limitem aos relatórios que recebem no conforto dos vossos gabinetes. Não avaliem um aluno de enfermagem pela correcção ortográfica, gramatical e cumprimento das normas de trabalhos escritos definidas pela escola. Pode vir com muitos floreados, teorias, e linguagem elaborada que isso de nada me incomoda. Não porque as desconheça, mas porque prescindo delas para a minha valorização pessoal. Por acasa até sou antiga aluna da sua escola. Veja o senhor anónimo a coincidência dos factos. Tem excelentes profissionais, mas nenhum dos que conheço seria capaz de semelhantes afirmações. Será vossa excelência um intruso? Só assim o compreendo. No entanto,e sem rancor, apenas lhe desejo contenção nas palavras e reflexão nos actos.
 
Bom, já disse e volto a dizer: nada mais nos define enquanto cidadãos que a nossa língua materna. Bem analisada o facto, creio honestamente que a única coisa que nos define enquanto país (qualquer que ele seja) será a língua. Cultura? Crenças? Credos? Também, mas como explicar a multiplicidade étnica? Enfim, isto tudo para dizer que considero ser importante algum rigor na escrita, mas compreendo e aceito perfeitamente os argumentos apresentados pelo colega Rui quando diz:
"...não é um local onde seja exigida escrita formal, pelo que o mais relevante é o conteúdo, a dimensão das ideias..." (RUI:2007)

Também será verdade o que o docente do H.S.J. refere, nomeadamente:
"...admitir falhas é de louvar. Não as querer ver ou escamuteá-las é cobardia. Louvo, mais uma vez a crítica construtiva de quem corrige e critico..." (ANÓNIMO:2007)
Contudo, o que se tem assistido é a um reforço negativo de quem eventualmente é corrigido através de reparos destrutivos (claramente intencionais e dirigidos...). Pior do que isto, será o facto de esses "reparos" serem feitos por colegas. Aí será preocupante. Qual o interesse? Revelar pertenças superioridades intelectuais? A que troco? Apresentem-se ideias e refinam-se conteúdos. A elaboração gramatical vem por acréscimo...

Aquele abraço
 
Errata:
- leia-se analisado, onde está analisada.
 
Para quem se diz ser docente da escola de enfermagem do H.S.J., há que afirmar que está muito desfasado relativamente ao nome da mesma. É que agora chama-se escola superior de enfermagem do Porto. Pode acrescentar entre parêntesis «pólo s. joão». Aliás, nem sei por que fala em H.S.J., quando a ligação da escola com o hospital é quase nula. Nem todos os alunos fazem lá estágio...
 
A mesma coisa se passa, discussão irrelevante, parece a arena da língua. Pois tudo bem corrijam, mas acrescem ideias, valorizem a discussão. Disso carecem alguns comentários, no mínimos não sejam mal educrados, faça favor de corrigir, foi propositado ou não.

Enf.Rui
 
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