sexta-feira, janeiro 04, 2008

Em caso de persistência ou agravamento dos sintomas peça conselho ao seu...

... "Médico ou Farmacêutico" - é isto que habitualmente é possível ler nas bulas dos fármacos.
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No panfleto do Halibut Derma, esta expressão foi alterada, pelo que é possível ler: "Em caso de persistência dos sintomas (...), peça conselho ao seu Médico, Enfermeiro ou Farmacêutico."
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Sinal da evolução dos tempos e das mentalidades. Agora, só falta a alteração da legislação obsoleta...


(Clicar na imagem para ampliar e ler)

Comments:
Bom olho... nada lhe escapa dr. enfermeiro!
 
pois os enfermeiros até percebem bué de farmacologia, va lá, que foi só no halibut contra as assaduras do cuzinho dos velhotes, ai sim já se admite que seja da competencia do enfermeiro.
 
Tanto pode ser no cuzinho dos velhotes como na lingua dos malcriados excespertinhos.
Os enfermeiros tem culpa de que certas pessoas com espírito e atitudes asnáticas os insultem assim.
Sabem tanta ou mais farmacologia do que aqueles que a estudam através dos delegados que lhes levam os brindees e os cheques de comparticipação nas vendas.
Só que não costumam administrar medicamentos sem receita médica, por respeito aos médicos. Mas na administração dos medicamentos os médcios mandam muitas vezes a criada que lhes limpa o consultório e a quem ensinaram(?) a dar umas injecções.
O mesmo acontece com aqueles balconistas de farmácia que se armam em enfermeiros sem perceberem o que é a enfermagem.
Quando os enfermeiros passarem a vender também medicamentos e receitá-los com ou sem legislação, baseados nos seus conhecimentos científicos e empíricos, então médicos e balconistas de farmácia vão dizer: este (enfermeiro) é dos nossos, ou como diz o povo, para macaco, macaco e meio.
Se os enfermeiros não vão mais além no sabem sobre a farmacopeia, já pensaram que é por respeitarem os limites duma lei obsoleta e não por falta de conhecimento, que os enfermeiros não receitam nem vendem medicamentos?!
Quem é que segue mais de perto os efeitos dos medicamentos, quem é, ó tu do cuzinho escaldado pela fricção?
Que lei moral ou civil obriga os enfermeiros a respeitarem os que os não respeitam e falam com desdém daquilo que os enfermeiros têm de mais nobre, que é terem estômago e humanitarismo samaritânico suficiente, para limparem cuzinhos velhinhos e novinhos seja o detentor do cuzinho um grande santo ou um enorme, digamos filho da mãe que o concebeu, no exercício descuidado e menos limpo, da cooperação bilateral (vulgo prostituição)!?
 
Vá sonhando...
 
Sou enfermeiro e admito que não percebo nada de farmacologia, as bases no curso são tão miseráveis que se torna ridiculo falar de prescrição em enfermagem.
 
Então das duas uma, ou não é enfermeiro ou então tirou o curso na farinha 33. Pois bem meu amigo, sabe que mesmo que não prescrevamos medicação, temos o dever de saber o que estamos a administrar, para que serve, quais os efeitos secundários etc.. para poder identificar alguma reacção no doente. Ou então, nem que seja para promover o esclarecimento informado, duvido que os seus doentes não o questionem sobre o que está a administrar.
Se me perguntam se os enfermeiros devem prescrever? ainda trenho duvidas, tem que se esclarecer o quê, quando, em que situações, primeiro.
Agora não diga que as bases do curso de enfermagem são ridiculas, que isso não corresponde à verdade, ou pelo menos à verdade que conheço.
 
As de farmacologia correspondem.
 
Do meu ponto de vista, os enfermeiros com quem trbalho, conhecem as indicações, contra-imdicções, efeitos laterais e até posologias das medicaçõs que solicito.

Chegando mesmo nalguns a casos e não tenho vergonha de o admitir a chamar-me atenção sobre a via de administração, que prescrevi ou se é este ou aquele fármaco é para dar ao doente.

não tenho qualquer problema em discutir com eles sobre a medicação que implementei.

Tenho perfeita consciência que a responsabilidade da prescrição terapêutica é minha.

Mas a preparação, implementação e vigilância dos eventuais reacções secundárias a essas drogas pertencem aos enfermeiros.

Já fui muitas vezes alertado pelos enfermeiros, para um determinado efeito secundário de um fármaco que eu prescrevi.

Tendo eles nalguns casos administrado o respectivo antidoto, se assim lhe quisermos chamar.

Estou por exemplo a lembrar-me de uma doente que fez um sindrome extrapiramidal à metoclopramida ( ah! para os TAE´S e TAS trata-se de uma antiemético, Ah! talvez não façam ideia do que é. Então perguntem a um enfermeiro que ele lhes explicará.

tendo o enfermeiro administrado de imediato biperideno.( Para o TAE´s e TAS: Não, não, não é chinês é farmacologia)

Eu considero isso trabalho de equipa.

Para o enfermeiro que diz não perceber nada de farmacologia. Não entendo, pois na altura em que leccionei em algumas escolas de enfermagem, umas das cadeiras que tinham era farmacologia e psicofarmacologia.

Por caso chegou a licenciar-se em enfermagem??????

Agradecia que me indica-se onde trabalhA, POIS NÃO QUERO FAÇA PARTE DA MESMA EQUIPA QUE EU.
 
"Sou enfermeiro e admito que não percebo nada de farmacologia, as bases no curso são tão miseráveis que se torna ridiculo falar de prescrição em enfermagem"

Pelo seu "modus operandis" afirmativo, não penso que seja Enfermeiro.
Há muitos países onde os Enfermeiros prescrevem. Esses são submetidos a cursos avançados de farmacologia prescritiva (em adição às cadeiras do curso), e a sua competência é certificada por várias entidades, incluíndo a respectiva tutela.
Os estudos realizados (incluíndo os publicados no BMJ) revelam que não existe diferença entre a prescrição do médico e do Enfermeiro, em termos de qualidade, eficácia e adequabilidade.
A partir daqui, "só é cego quem quer".
 
Eu faço urgências e VMER na zona centro do país.

Pelo que concordo plenamente com com o Dr. pedro Alves.

Uma boa equipa de enfermagem é essencial para o sucesso terapêutico e das acções médicas que prescrevemos.

E quem é que fica a ganhar é o doente.
 
Enfermeiros a prescrever medicação!!

Em Portugl ainda estamos longe desse cenário.

Eu sou por exemplo totalmente contra a que os enfermeiros prescrevam antibióticos.

Mas sou favorável, a possam prescrever, antipiréticos, alguns anti-inflamatórios, alguns bloquedores da bomba de protões, alguns medicamentes anti-obstipantes e até mesmo medicação para os diabéticos(sulfonilureias, biguanidas e insulinas).

Álias é ridiculo, que o CODU, dê por exemplo indicação aos enfermeiros, que fazem parte das corporações de bombeiros para dar uma papa açucarada, num doente com hipoglicemia. Não estamos a falar com TAE´s ou TAS, cujas limitações são óbvias.

Caso não se tenha a certeza de que se está a falar com um enfermeiro, solicite-se o seu nº da OE.

Estamos a falar de um enfermeiro, que apesar de não fazer parte do quadro do INEM, possui mais do que competência para fazer adminitração de glicose hipertónica a 30%

No hospital onde trabalho, utilizámos um programa informático chamado ALERT, como plantforma de trabalho.

E os enfermeiros após a avaliação clinica que fazem do doente tem autonomia para prescrever e dar como realizado determinados procedimentos.

estou a falar por exemplo sobre a prescrição do caterismo vesical, das ENG, sinais vitais, oxigenoterapia, suturas, pensos, etc.

Sem ser necesário sermos nós a fazer a prescrição.

Muitas vezes enquanto que os doentes aguardam para serem vistos por nós. Os enfermeiros podem e fazem inclusivé prescrição de soroterapia, nalguns casos até mesmo compostos e nebulizações.
 
"Enfermeiros a prescrever medicação!!
Em Portugal ainda estamos longe desse cenário."

A distância já foi maior.
 
Oh! Dr.Alves, quanto à prescrição de medicação pelo enfermeiros, não concordo consigo.

Penso que os enfermeiro tem um regulamento qualquer emitido pela ordem deles, que permite legalmente aos enfermeiros administrar fármacos em situação de emergência.

Penso que esse regulamento tem um nome especifico, mas não sei qual é.

Talvez um dos enfermeiros presentes neste blogue mo possa dizer.

E não minha opinião penso que essa administração em situações de urgência chega.
 
Enfermeiros a prescrever é um perigo para a saúde pública. A bem da salvaguarda da saúde e da segurança dos doentes esperemos que o bom senso impere e que os desejos aqui expressos nunca se venham a concretizar.
 
Os que estão contra a medicação feita por enfermeiros não sabem do que estão a falar. è por estas alarvices distantes da realidade que que se mede a cultura e o saber técnico de quem opina: eles fingem-se de médicos; fingem-se de farmacêuticos, quando nem sequer sabem de quantas partes consta uma receita médica. São 3, eu sei. Já agora digam quais?!
Eu sou só enfermeiro e sei.
Já vi, há uns anos um médico receitar 1 milhão de U de penicilina procainica no soro por via endovenosa.
O meu chefe quando lhe fui pôr o problema proibiu-me de ministrar aquela terapêutica.
Informei o médico receitante que o meu chefe me tinha proibido de executar a terapêutica prescrita.
Houve uma grande discussão dele com o médico. Até ameaçou o chefe de participação.
Depois de um grande espalhafato o chefe convidou o médico a reler o que tinha prescrito e se por acaso o tinham avisado de que há doentes alérgicos às procaínas e outros "cainas".
Pediu desculpa, porque era distraido mas não mal educado. Esteve uns dias sem voltar à urgência.
Graças aos nossos conhecimentos e experiência, meus do meu chefe, nessa noite não matámos um doente por recita médica.
O que ele pretendia escrever era penicilina cristalizada 1 milhão de Us.
Só pessoas ignorantes é que podem estar a opinar sobre esta matéria nos termos em que o estão a fazer.
Os enfermeiros sempre terão de saber muita farmacologia, teórica e prática, tanto para administrar, como para suspender a medicação que esteja a dar efeitos prejudiciais. É pela negativa esta prescrição. Mas decidir suspender,também é prescrição.
Mas se os médicos não forem eles a estudar as doenças e a prescreverem a medicação, para que serviriam?
Também precisam de fazer alguma coisinha para justicarem, pelo menos parcialmente o que ganham.
 
...prescrição do caterismo vesical, das ENG, sinais vitais,...

Amigos, isto são intervenções autónomas dos enfermeiros, não necessitam da prescriçaõ de outros técnicos de saúde.

REPE - Regulamento do Exercicio Profissional dos Enfermeiros.

Quanto à prescrição de medicamentos. Dispenso!

Quem me dera ter tempo suficiente para prestar os cuidados de enfermagem que são da minha única responsabilidade. ma sdeizem-me fazer um comentário ao senhor anterior acerca do perigo para a saúde pública. Certamente nunca viu alguns médicos prescreverem, eu vejo-os todos os dias e MEU DEUS... Algumas prescrições são de fugir.
 
"...prescrição do caterismo vesical, das ENG, sinais vitais,...
Amigos, isto são intervenções autónomas dos enfermeiros, não necessitam da prescriçaõ de outros técnicos de saúde."

São? Mostre-me onde está textualmente escrito?

"Quanto à prescrição de medicamentos. Dispenso!"

Fora dos hospitais, qualquer um pode comprar um paracetamol (venda livre), dentro dos hospitais, legalmente, os Enfermeiros necessitam de prescrição médica para administrar o mesmo paracetamol...
Parece-me, pelo que leio, que está satisfeito com esta situação.
 
Os senhores têm noção das 1001 escolas de enfermagem que existem neste país? Tem noção das discrepâncias de formação entre escolas? Pôr enfermeiros a prescrever o que quer que seja é, em Portugal, um perigo para a saúde pública.
 
A realidade em vigor noutros países, é levada a cabo da seguinte forma: "Esses são submetidos a cursos avançados de farmacologia prescritiva (em adição às cadeiras do curso), e a sua competência é certificada por várias entidades, incluíndo a respectiva tutela."
 
Duvido seriamente da competencia de alguns dos meus colegas, se não todos para prescrever.
Contudo é coisa que nunca passará de um sonho.
 
Estes anónimos disfarçados de enfermeiros a queixaren-se de falta de competência dos colegas é uma mentira pegada... provavelmente são tae ou farmacêuticos a tentar incendiar o pessoal... ignorar é a melhor resposta!
 
Concordo inteiramente com a prescrição de Halibut pelos enfermeiros.
 
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
 
A procaina não se administra iv, não só por fazer alergia ao utente.Se este for alergico á pénicilina tanto é á endenosa como á im. É um fármaco que ao ser administrado IM causa muita dor, logo tem em sua composição Lidócaina. Se não estiver atenta na sua prescrição,e por acidente administrar iv o dte, pode fazer shok anafilático
 
Desde quando um enfermeiro apresenta conhecimentos aprofundados de farmacologia para tirar duvidas a quem quer que seja! Daqui a pouco também querem dar consultas e diagnosticar doenças!
Se acham que são assim tão especialistas dos medicamentos, porque não tirar medicina ou ciências farmacêuticas?
O vosso cursinho de quatro anos ainda tem muito que progredir....
 
O curso deles nem quatro anos tem, aquilo são praí 2 teoricos e 2 de estágio, 2+2.
Enquanto que os de medicina e farmácia são capazes de ter somente 2 anos teoricos a estudar só terapeutica.
 
O dia mais feliz do "Dr." Enfermeiro (uau! E em apenas 3 anitos, que prodígio!) e das suas focas:

-O dia das colocações na Faculdade!

Há testemunhos fidedignos que asseguram que o mesmo foi para casa a correr, as lágrimas a escorrerem-lhe pela face, e terá dito alto e bom som:
-Mamã, papá, consegui, entrei numa Faculdade (ou lá onde aprendem "enfermagem"...) de Enfermegem, a minha 1ª opção, o meu sonho de criança tornou-se realidade, vou ser Doutor, andar de helicóptero e de ambulância, vou ser Ministro da Saúde, Presidente da República, enfim, o céu é o limite, este é o dia mais feliz da minha vida!

...
Verdadeiro ou Falso?
lolll
 
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