segunda-feira, novembro 24, 2008

Apetece rir!


Intrigante. A Ordem dos Farmacêuticos (OF), há bem pouco tempo, afirmou afincadamente que a administração de injectáveis por parte de Farmacêuticos não constitui usurpação de funções relativamente aos Enfermeiros (ressalvou mesmo que não compreendia a preocupação dos profissionais de Enfermagem!). Mas fomenta os seus membros a frequentar formações do tipo: "Curso alargado de Primeiros Socorros" ou "Desfibrilhação Automática Externa" (para fazer exactamente o quê?).
Agora, vem a público - sem um pingo de vergonha! - emitir este comunicado altruísta (que forma mais palonça de insinuação!)....
P.s. - Só mais uma coisa: alguém me explica exactamente o que é o "acto farmacêutico"? Tenho curiosidade...

"Ordem dos Farmacêuticos desaconselha recurso ao Saúde 24" link

"A OF desaconselhou hoje o recurso à Linha Saúde 24 [maioritariamente composta por Enfermeiros!] porque não reconhece a validade das informações prestadas pelo serviço em matéria de medicamentos.
"Desaconselhamos o recurso da população a este serviço enquanto a entidade gestora não proceder à contratação de profissionais com formação e competências adequadas", lê-se num comunicado hoje divulgado.
A linha Saúde 24 foi criada em 2007 para dar assistência em cuidados de saúde, fazendo triagem e aconselhamento dos utentes, tendo em vista evitar que estes se desloquem aos hospitais e centros de saúde sem necessidade.
A OF alerta que este aconselhamento terapêutico não tem sido supervisionado por um farmacêutico e que "é efectuado por colaboradores sem qualificações para o efeito", o que constitui não só uma infracção ao Estatuto da Ordem, como ao próprio contrato de concessão estabelecido entre a Direcção Geral da Saúde e a Linha de Cuidados de Saúde, SA.
(...)
"As recentes notícias vindas a público sobre o funcionamento deste serviço (...) comprovam os receios da OF em relação às informações que são disponibilizadas à população", acrescenta no comunicado.
A OF adianta que já solicitou uma reunião com a entidade gestora do serviço para analisar este "incumprimento do acto farmacêutico" e resolver um problema que considera "grave" e que "poderá inclusivamente colocar em causa a saúde e qualidade de vida" dos doentes e as terapêuticas que lhes formam prescritas.
"Até ao regular funcionamento deste serviço, a OF sugere aos doentes que dissipem as suas dúvidas em matéria relacionadas com medicamentos junto dos cerca de seis mil farmacêuticos que diariamente se encontram nas farmácias portuguesas", anuncia.
A ordem anuncia ainda a intenção de se manter "vigilante" em relação a informações sobre medicamentos que são disponibilizadas ao público em geral "neste como em outros serviços".
"
.
Portanto, devolvo o argumento que a OF em tempos utilizou: que eu saiba, todos os profissionais da Saúde 24 têm formação em farmacologia! Não é só: em que parte é que se usurpa funções dos farmacêuticos? Em ler o que está nos índices terapêuticos, ou em transmitir as respectivas informações constantes, via telefone, aos utentes?
Nota final: ver notícia "Profissionais da Linha Saúde 24 rejeitam críticas".

Comments:
Agora é que era a vez da ordem dos enfermeiros dizer alguma coisa!!!!!
 
Os mestres do X-acto e do infra vermelho estão a ultrapassar as marcas!
o único toque "terapêutico" do farmaceutico é tocar na mão do utente para receber os trocos(,sim esses belos trocos)!
 
"Mas fomenta os seus membros a frequentar formações do tipo: "Curso alargado de Primeiros Socorros" ou "Desfibrilhação Automática Externa" (para fazer exactamente o quê?)." A resposta parece-me óbvia Dr.Enf. fornecer competências que claramente os farmacêuticos não têm, e ao mesmo tempo "meter algum ao bolso"...
 
Ponha aspas nessa farmacologia...
 
Os farmacêuticos são ingénuos, não são?
 
Eh pá aquele curso de secretariado clínico também tem farmacologia, acho que devem ser eles a dar informação deste tipo pelo telefone.
 
Esta, agora!

Um farmacêutico pode administrar um injectável e um enfermeiro não pode dar um conselho sobre a utilização de um medicamento.

Hilariante!

Aproveitam-se de termos uma senhora Bastonária com afasia de expressão!

Expressadamente Abespinhado!
 
O mais engraçado são as informações que vêm na revista Farmácia Saúde (nº 145- Out.08) que relatam um estudo dos EUA onde revela que os médicos pouco conhecem as interacções dos medicamentos, sendo a sua fonte sobre os medicamentos um farmaceutico ou a agenda electrónica. Mas não referem que muitos dos erros com medicamentos começam na farmácia.
Referem ainda num tema sobre sarampo que as crianças alergicas ao ovo não devem ser vacinadas com VASPR (quando a DGS alerta para o facto de a alergia à proteina do ovo ser uma falsa contra-indicação). Há um tema também muito interessante:"vacina: a prevenção passa pela farmácia" onde se destaca a vacina do HPV e a vantagem de "... adquirir a vacina e recebê-la no mesmo local onde a adquire...num ambiente de proximidade e confiança...com a garantia de que o farmaceutico está preparado para o acto de vacinar e responder a eventuais efeitos adversos da vacina..."
 
Os estados unidos são um caso muito à parte. A formação farmacêutica lá é feita em meio hospitalar nos últimos anos e é extremamente virada para a clínica e o "managing" terapêutico.
Comparar sistemas e formações completamente diferentes é tendenciosamente falacioso.
 
Como enfermeiro não me sinto afectado por esta tomada de posição da OF . pelo seguinte motivo: Se a OF estivesse melhor informada saberia que na linha saude 24, qualquer informação terapeutica (seja qual for) é indicada por um farmaceutico / técnico de farmácia, a quem o enfermeiro que atende a chamada tem obrigatóriamente que recorrer - trata-se de um procedimento obrigatório, sendo o enfermeiro penalizado se não o fizer. Ou seja, o utente liga queixando-se de um sintoma ou simplesmente para se informar sobre determinado medicamento; após identificar o utente e se inteirar convenientemente da situação, o enfermeiro pede uma pausa ao utente e vai questionar o farmaceutico/técnico, transmitindo posteriormente ao ue«tente exclusivamente as informações proferidas pelo farmaceutico/técnico. Portanto, a "farmacologia" envolvida na saude 24 é da única responsabilidade de farmaceuticos/técnicos farmácia. Ao boicotar o uso da linha por esta questão de credibilidade das informações terapeuticas, a OF não está a fazer mais do que ir contra o trabalho dos proprios técnicos de farmácia ao serviço da linha de saúde- andam uns contra os outros!!!
 
Palavras para quê...é o Portugal salazarento no seu melhor...
Quando é que os enfermeiros aprendem que a melhor defesa é o ataque...
 
Além disso, no comunicado, a OF classifica os seus farmaceuticos da linha saude 24 como "colaboradores sem qualificações para o efeito"!! Isto é ,no minimo, curioso.. Parece-me mais uma de muitas questões que a direcção da saude 24terá que que vir a público defender, se quer manter o bom nome da empresa. Ou então organizar mais um abaixo assinado... para serem os outros a dar a cara....
 
lol farmaceutico/técnico de farmácia, ó mero técnico vá lá dar uma curva que este blog não diz respeito a ajudantes de saúde.
 
Estimados,
Esta tal ordem dos boticários é um verdadeiro filme do Almodóvar...
Eles que continuem a cuspir no prato onde comem. Cambada d`um cab...
Mas será, por alma do cara... que não se tomam as devidas medidas judiciais? Ponham a render o dinheiro da quotas, porra.
 
...ainda.
Sem dúvida que me sentirei muito mais seguro se este ou aquele índice terapêutico for lido por um ... "técnico de farmácia". 100 mil milhões de vezes (tantas quanto o dinheiro "injectado" - quais usurpadores de funções - pelo estado nos malandrecos dos banqueiros) mais "seguro"!
 
Ó homem a ordem anda a falar de técnicos não de enfermeiros, deixe la a mania da perseguição também! Que exagero.

PS: Dr Enf não se ia reformar?
 
O acto farmacêutico, Doutor Enfermeiro, consiste no documento legal, consagrado no DL 288/2001, que estipula as funções da competência exclusiva do farmacêutico (podendo ser, em determinados casos, executadas por outros profissionais, desde que sob a supervisão do farmacêutico), desde a indústria farmacêutica à farmácia comunitária. Algo que o Doutor Enfermeiro, naturalmente, estranha e desconhece, até porque não existe nenhum "acto de enfermagem".
 
E esse tão enaltecido "acto farmacêutico" inclui fazer consultas na farmácia, avaliar os sintomas dos doentes com duas perguntas e fornecer medicação SUJEITA A RECEITA MÉDICA? Pensei que isso era função de outra pessoa, tipo MÉDICO!! "Ah e tal, se com isto não melhorar vá ao médico.." E depois aparecem as pessoas na Urgencia com sintomas exacerbados e adiantados, porque andaram a empatar com os medicamentos que a "Dra da Farmácia" mandou tomar. Mas isto é tudo no melhor interesse do doente, não há nenhuma intenção económica por trás - as farmácias (e com isto refiro-me a estabelecimentos que vendem medicamentos, perfumaria, produtos ortopedicos, para bebés, e mais uma panóplia de tralha) não se destinam apenas e só a fazer dinheiro... é serviço público talvez!! E isto de dar as vacinas na farmácia também é so a pensar no conforto do doente (coitadinho, ter que ir ao centro de saúde e tal..). E depois vemos administrações de vacinas quase no cotovelo, farmaceuticos que vão à Urgencia pq se picaram com a agulha do doente, entre outras aventuras! Meus amigos, façamos as nossas funções, orgulhemo-nos delas e deixemos para os outros aquilo que lhes compete a eles fazerem. E isto serve para qualquer profissão.
 
E esse tão enaltecido "acto farmacêutico" inclui fazer consultas na farmácia, avaliar os sintomas dos doentes com duas perguntas e fornecer medicação SUJEITA A RECEITA MÉDICA? Pensei que isso era função de outra pessoa, tipo MÉDICO!! "Ah e tal, se com isto não melhorar vá ao médico.." E depois aparecem as pessoas na Urgencia com sintomas exacerbados e adiantados, porque andaram a empatar com os medicamentos que a "Dra da Farmácia" mandou tomar. Mas isto é tudo no melhor interesse do doente, não há nenhuma intenção económica por trás - as farmácias (e com isto refiro-me a estabelecimentos que vendem medicamentos, perfumaria, produtos ortopedicos, para bebés, e mais uma panóplia de tralha) não se destinam apenas e só a fazer dinheiro... é serviço público talvez!! E isto de dar as vacinas na farmácia também é so a pensar no conforto do doente (coitadinho, ter que ir ao centro de saúde e tal..). E depois vemos administrações de vacinas quase no cotovelo, farmaceuticos que vão à Urgencia pq se picaram com a agulha do doente, entre outras aventuras! Meus amigos, façamos as nossas funções, orgulhemo-nos delas e deixemos para os outros aquilo que lhes compete a eles fazerem. E isto serve para qualquer profissão.
 
E esse tão enaltecido "acto farmacêutico" inclui fazer consultas na farmácia, avaliar os sintomas dos doentes com duas perguntas e fornecer medicação SUJEITA A RECEITA MÉDICA? Pensei que isso era função de outra pessoa, tipo MÉDICO!! "Ah e tal, se com isto não melhorar vá ao médico.." E depois aparecem as pessoas na Urgencia com sintomas exacerbados e adiantados, porque andaram a empatar com os medicamentos que a "Dra da Farmácia" mandou tomar. Mas isto é tudo no melhor interesse do doente, não há nenhuma intenção económica por trás - as farmácias (e com isto refiro-me a estabelecimentos que vendem medicamentos, perfumaria, produtos ortopedicos, para bebés, e mais uma panóplia de tralha) não se destinam apenas e só a fazer dinheiro... é serviço público talvez!! E isto de dar as vacinas na farmácia também é so a pensar no conforto do doente (coitadinho, ter que ir ao centro de saúde e tal..). E depois vemos administrações de vacinas quase no cotovelo, farmaceuticos que vão à Urgencia pq se picaram com a agulha do doente, entre outras aventuras! Meus amigos, façamos as nossas funções, orgulhemo-nos delas e deixemos para os outros aquilo que lhes compete a eles fazerem. E isto serve para qualquer profissão.
 
E esse tão enaltecido "acto farmacêutico" inclui fazer consultas na farmácia, avaliar os sintomas dos doentes com duas perguntas e fornecer medicação SUJEITA A RECEITA MÉDICA? Pensei que isso era função de outra pessoa, tipo MÉDICO!! "Ah e tal, se com isto não melhorar vá ao médico.." E depois aparecem as pessoas na Urgencia com sintomas exacerbados e adiantados, porque andaram a empatar com os medicamentos que a "Dra da Farmácia" mandou tomar. Mas isto é tudo no melhor interesse do doente, não há nenhuma intenção económica por trás - as farmácias (e com isto refiro-me a estabelecimentos que vendem medicamentos, perfumaria, produtos ortopedicos, para bebés, e mais uma panóplia de tralha) não se destinam apenas e só a fazer dinheiro... é serviço público talvez!! E isto de dar as vacinas na farmácia também é so a pensar no conforto do doente (coitadinho, ter que ir ao centro de saúde e tal..). E depois vemos administrações de vacinas quase no cotovelo, farmaceuticos que vão à Urgencia pq se picaram com a agulha do doente, entre outras aventuras! Meus amigos, façamos as nossas funções, orgulhemo-nos delas e deixemos para os outros aquilo que lhes compete a eles fazerem. E isto serve para qualquer profissão.
 
Perguntaria onde está a OE, a dormir, o que faz ao nosso dinheiro, ou seja, ao seu orçamento, não verba para marketing?
Pelo menos uma resposta!
A OE é um corpo inerte e absorvente de quotas, já cheteia.
desassossego
 
A OF deu um tiro no próprio pé!

A guerra entre as duas Ordens, a dos Enfermeiros e dos Farmaceuticos está agora a começar a aquecer!
A proxima batalha prevê-se nos tribunais!
 
Trabalho num centro de saúde, e a semana passada atendi uma menina de 15 anos com intoxicação medicamentosa....Andava a ser seguida em psiquiatria por depressão....foi à farmácia e o sr Farmacêutico, de acordo com o "acto farmacêutico" praticou a venda de paracetamol e valdispert, à referida menor, a qual de seguida ingeriu todos os medicamentos... E são estes os Doutores farmacêuticos a que temos na comunidade a vender medicamentos sem uma avaliação por que conhece na realidade os utentes...apenas estão interessados no lucro imediato...
 
Estes "manatins", digo farmacêuticos, são primos afastados dos bobinos, pois carecem do bulbopôntico.

E apesar de não ruminarem, são detentores de uma aerofagia vaidosa caracteristica dos equinococos.

No fundo não passam de pestíferos, que se alimentam da ignorância do "Zé povinho", para obterem mais uns cifrões.

E o único modo de combater estes insectos hematófagos é reduzi-los à essência da sua quimera, mas para isso não chega a administração de piperazina.

É preciso humilhá-los, é preciso mostrar a hipocrisia que lhes reina na alma,

através de acções de esclarecimento juntos dos cidadãos, através de processos jurídicos contra as farmácias que diariamente põem em risco a vida dos utentes.

E aqui a OE, tem um papel preponderante.

Se nada for feito esta bastonária (OE), terá que prestar contas pelo seu péssimo mandato. E isso só depende de todos nós.

Esta bastonária está "assassinar" a enfermagem, por isso deve ser julgada como criminosa.

NEL
 
DL 288/2001?

Li-o, e fiquei sem perceber se o farmacêutico é licenciado ou é um dispenseiro de armazém.

Compete-lhe vender caixas, arrumar caixas, ver data de validade das caixas, gerir o stock das caixas, etc...
 
Obviamente que a sua limitação mental não lhe permite ver mais longe. É preciso fazer desenhos. Deve ser por estar habituado a trabalhar sempre sob as ordens de outrém (i.e., do médico) sem ter que raciocinar muito. Significa o que leu que qualquer empresa de distribuição farmacêutica tem de ter farmacêuticos responsáveis por toda a actividade relacionada com o medicamento, inclusivamente aquelas executadas por dispenseiros de armazém. Numa fábrica de produtos alimentares os engenheiros alimentares não são operários, no entanto são responsáveis pelas actividades dos operários e compete-lhes garantir a produção e acondicionamento dos produtos alimentares. Percebe a analogia? Ou ser pau-mandado de médico é assim tão estupidificante?
 
No meu hospital a actividades dos farmacêuticos resume-se a por smarties nas caixas (de acordo com as ordens dos médicos)...a entregar medicamentos em falta nos serviços a pedido do enfermeiro e após prescrição do médico ...

Depois faz mais umas tantas coisas que o anónimo das 11:32 referiu e que qualquer comerciante também faz: gerir stocks, verificar prazos de validade, etc...

Como andam frustrados com essas actividades querem dar também uma "picas" nas farmácias, primeiros socorros,...querem roubar" as tais actividades estupidificantes, não é amigo? Que coerência - só pensam em $$$$!!!

PS: Fica-lhe muito mal essa sua humildade intelectual! Não me diga que até há legislação a referir que os farmacêuticos são mais inteligentes, bonitos e perfumados que os enfermeiros...não seja ridículo!
 
No hospital onde trabalho,e aquando de rotura de stock,envio a mensagem para a farmacia,onde o tal dr(arrumador) de pastilhas,vulgo medicamentos,mete os pézinhos ao caminho e vem trazer os ditos ao local onde foi feito o pedido.
Até as auxiliares se recusam fazer esses trabalhinhos,ficando essa função para o dignissimo dr exercer ai o acto de famaceutico.
 
No hospital onde trabalho,e aquando de rotura de stock,envio a mensagem para a farmacia,onde o tal dr(arrumador) de pastilhas,vulgo medicamentos,mete os pézinhos ao caminho e vem trazer os ditos ao local onde foi feito o pedido.
Até as auxiliares se recusam fazer esses trabalhinhos,ficando essa função para o dignissimo dr exercer ai o acto de famaceutico.
 
"No hospital onde trabalho,e aquando de rotura de stock,envio a mensagem para a farmacia,onde o tal dr(arrumador) de pastilhas,vulgo medicamentos,mete os pézinhos ao caminho e vem trazer os ditos ao local onde foi feito o pedido.
Até as auxiliares se recusam fazer esses trabalhinhos,ficando essa função para o dignissimo dr exercer ai o acto de famaceutico."

Vocês nem imaginam a capacidade de raciocínio necessária para executar esta tarefa!! (LOL)
 
A Bastonária da OF deve ter expelido estas ideias num período de severa pirose mental. Ou então está perfeitamente desenquadrada das funções que exerce, o que é grave. Alegar que a actividade de informação acerca dos fármacos é competência exclusiva dos farmacêuticos é no mínimo um erro grosseiro e atinge muito mais do que a classe de Enfermagem. Segundo essa premissa, um médico, que no seu consultório prescreve fármacos, tem de os prescrever de boca fechada, a não ser esteja acompanhado de um farmacêutico, pois se fornecer ao seu paciente informações acerca do que está a prescrever incorre , á luz do famigerado acto farmacêutico, numa ilegalidade. Seria interessante ver o que a OM tem a dizer sobre o caso; alguém que a informe!
Também o Enfermeiro, no seu serviço, quando exerce uma obrigação deontológica que é o de informar o utente acerca dos actos que pratica, nomeadamente a administração terapêutica, está a incorrer num ilícito (!!!!). Esquecem-se também os farmacêuticos que grande parte da farmaco-vigilância decorre da actividade dos enfermeiros, o que revela que estamos muito mais habilitados ao manuseio clínico dos fármacos do que os farmacêuticos, que os conhecem apenas das prateleiras e dos balcões.Isto já para não falar nos delegados de propaganda médica, sendo que muitos deles actuam não só junto da classe médica mas junto da classe dos farmacêuticos, a informar os informantes, sendo que estes últimos não se queixam pois vão conseguindo alguns bónus dos primeiros...irónico não? A solução seria existir um farmacêutico em cada consultório, em cada serviço, em cada centro de saúde, etc.Aliás deveria haver um farmacêutico em cada casa de um português que tomasse medicamentos!
Por outro lado, cabe aos enfermeiros na maioria dos casos a tomada de atitudes visando o garante do cumprimento dos vários regimes terapêuticos, incluindo o medicamentoso, nomeadamente em regime domiciliário, sendo que para tal uma das estratégias é informar acerca dos fármacos. E é graças a esta actividade dos Enfermeiros, embebidos numa lógica de cuidados de proximidade que a taxa de não adesão a várias terapêuticas não é bem mais baixa. Querer subtrair os enfermeiros deste papel é , isso sim colocar a população em risco e subjugá-la aos interesses mesquinhos de uma classe, ou melhor da sua bastonária confeccionada com pouco sal. A população tem de saber disto, tem de saber que a OF quer retirar-lhes instrumentos vitais de protecção e promoção da saúde. E já agora a OE tem de sair da sua hibernação e passar ao ataque, e rápido!
 
O problema da Ordem dos Farmacêuticos prende-se com a supervisão do serviço de aconselhamento terapêutico da Saúde 24 por técnicos de farmácia quando essa supervisão deve ser efectuada por um farmacêutico. Não percebo onde é que os enfermeiros entram aqui para levantarem toda esta celeuma idiota. Há pouco tempo atrás já um grupo de enfermeiros tinha alertado para esta irregularidade, entre outras.
 
Os enfermeiros, a esmagadora maioria deles, não está técnica nem cientificamente apta para realizar farmacovigilância. Aliás, fico pasmado com o facto do Infarmed disponibilizar um formulário para enfermeiros, para além dos formulários que já existem para farmacêuticos e médicos. Os enfermeiros, com uma farmacologia tão parca (mas que, mesmo assim, consegue ser o "terror" do curso de Enfermagem) de medicamentos só sabem, praticamente, a via de administração prescrita pelo médico. Convém recordar quem lecciona esta matéria nas escolas de Enfermagem. Não, não são enfermeiros: são farmacêuticos ou médicos, regra geral.
 
Por lei, quem exerce actividade como farmacêutico, independentemente da área de actuação, deve estar inscrito na Ordem dos Farmacêuticos. O mesmo acontece com outras profissões, com excepção, ao que parece, da Ordem dos Enfermeiros. Se o problema é esse, não vejo onde está o motivo para tantos e tão despropositados comentários.
 
Reparem nas mil e uma idiotices do comentário seguinte:
"Os enfermeiros, a esmagadora maioria deles, não está técnica nem cientificamente apta para realizar farmacovigilância. Aliás, fico pasmado com o facto do Infarmed disponibilizar um formulário para enfermeiros, para além dos formulários que já existem para farmacêuticos e médicos. Os enfermeiros, com uma farmacologia tão parca (mas que, mesmo assim, consegue ser o "terror" do curso de Enfermagem) de medicamentos só sabem, praticamente, a via de administração prescrita pelo médico. Convém recordar quem lecciona esta matéria nas escolas de Enfermagem. Não, não são enfermeiros: são farmacêuticos ou médicos, regra geral."

Será aluno ainda?
Serão os farmacêuticos assim tão ridículos? Não acredito … até porque sou amigo pessoal de alguns!
 
Eu estive nos EUA e em todas as visitas médicas de serviço, para além dos medicos e enfermeiros havia um farmaceutico... não cheguei a perceber bem é para quê... sempre que surgia alguma dúvida sobre algum medicamento a ministrar, contra-indicação ou efeito lateral, era comum o farmaceutico dizer: não sei bem, agora assim de repente não me lembro, esperem um pouco que eu vou consultar ali ao livro ou ao pda... ! Ora isso tb o medico e enfermeiro já fizeram e ficaram com a dúvida!! Estava tudo à espera que o farmaceutico acrescentasse certezas baseadas nos seus conhecimentos e ajudasse nas decisões mas, afinal, sabia menos que os outros... porque as duvidas colocadas sao sempre clínicas, que é um aspecto que não faz parte da realidade dos farmaceuticos... eles sabem apenas a teoria sobre os medicamentos, não sabem ministrá-los na realidade nem sabem as indicações medicas actuais e não apenas as que vêm na bula porque simplesmente não conhecem as doenças... e muito menos a eficacia dos medicamentos, efeitos laterais, associações verdadeiramente reais e relevantes, etc!! por ex. é comum os farmaceuticos não dispensarem os dois antibioticos que estão indicados em simultaneo para o tratamento da infecção por H.pylori porque dizem aos doentes que não se deve tomar dois atb ao mesmo tempo, que o médico deve ter-se enganado! E anulam por completo a eficacia do tratamento! Há pouco tempo recebi uma chamada da farmaceutica hospitalar a questionar-me sobre a prescrição atb para uma banal pneumonia da comunidade porque ela desconhecia por completo a associação de atb que estava prescrita que é tão somente a que está indicada como 1º linha... e são estes senhores que se proclama defensores da prescrição?
Ana
 
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É...eu também já vi médicos que não fazem a minima ideia como actuam os antibióticos que prescrevem.
 
Merda é esse frustrado das 5:07 que como não tem nada mais interessante para fazer, perde-se de devaneios neste blog de enfermeiros que não são de merda...Assuma-se e diga quais são as suas nobres funções que lhe permitem desfazer assim de quem produz e trabalha, talvez para lhe pagar o seu ordenado milionário....Respeite se quiser que o respeitem...Cumprimentos...que não são para si...

Nuno P.
 
E o anónimo das 5:07 é o quê? TDT? Médico? AAM? TAE? Ou somente um miserável sem eira nem beira?
 
Aqueles que situam o único momento de aprendizagem no percurso académico não percebem o que é o desenvolvimento profissional. O principal momento de aprendizagem de qualquer profissional superior é todo o seu percurso de exercício. Para Enfermeiros e médicos é assim, quer seja na área da farmacologia quer seja em outras áreas; para farmacêuticos talvez não seja pois depois de saírem do curso nada mais aprendem, pois pouco aprendem a aviar receitas ou a debulhar comprimidos e a colocá-los na unidose hospitalar.
 
Nova definição no dicionário da língua portuguesa:

AVIADOR: aquele que avia receitas; farmacêutico

Mil vivas aos aviadores deste país lol
 
Quem coloca comprimidos na unidose hospitalar são técnicos de farmácia e AAMs, obviamente. Ambos - técnicos de farmácia e AAMs - são equiparáveis a enfermeiros. Isto é: mão mandam, são mandados.
 
"Inserido numa equipa de saúde, o Técnico de Farmácia encontra-se habilitado a intervir nas diferentes etapas do circuito do medicamento como aquisição de matérias-primas, medicamentos e produtos afins, produção e/ou manipulação do medicamento. Participa em acções de informação/ formação junto do utente, de outros técnicos de saúde e da comunidade em geral."

Fonte:estsp

Ou seja, um técnico de farmácia, que é um licenciado, faz exactamente o mesmo que faz um farmacêutico mas fica mais económico ao estado. Por isso, e porque todos nós pagamos impostos, os farmacêuticos na maioria das situações poderiam ser substituídos por técnicos sem prejuízo da qualidade dos serviços prestados. E para o energúmeno das 8:10 reavivo-lhe o enquadramento legal do licenciado: o licenciado é responsável pelos seus actos, não é mandado por ninguém mas colabora com vários profissionais.
 
"Inserido numa equipa de saúde, o Técnico de Farmácia encontra-se habilitado a intervir nas diferentes etapas do circuito do medicamento como aquisição de matérias-primas, medicamentos e produtos afins, produção e/ou manipulação do medicamento. Participa em acções de informação/ formação junto do utente, de outros técnicos de saúde e da comunidade em geral."

Fonte:estsp

Ou seja, um técnico de farmácia, que é um licenciado, faz exactamente o mesmo que faz um farmacêutico mas fica mais económico ao estado. Por isso, e porque todos nós pagamos impostos, os farmacêuticos na maioria das situações poderiam ser substituídos por técnicos sem prejuízo da qualidade dos serviços prestados. E para o energúmeno das 8:10 reavivo-lhe o enquadramento legal do licenciado: o licenciado é responsável pelos seus actos, não é mandado por ninguém mas colabora com vários profissionais.
 
Para quem não sabe, no reino unido os enfermeiros podem desde há alguns anos prescrever medicações, de um modo quase equiparado ao médico. Tal veleidade não é consagrada aos farmacêuticos: isto porque de farmacologia clínica pouco sabem, e aquilo que são capazes de fazer é mesmo a aviação (das receitas é claro!).
 
Por acaso está enganado: os farmacêuticos prescrevem no Reino Unido, bem como em outros países anglo-saxónicos, como os EUA, o Canadá e a Austrália. Tem de rever as suas fontes.

"Pharmacist independent prescribers can prescribe for any clinical condition but they must only prescribe within their professional and clinical competence."

Fonte: Royal Pharmaceutical Society of Great Britain (http://www.rpsgb.org.uk/worldofpharmacy/currentdevelopmentsinpharmacy/pharmacistprescribing/index.html)
 
Realço o "Pharmacists (...) can prescribe for any clinical condition". Se não souber inglês, experimente um tradutor online.
 
A propósito, quantos enfermeiros fazem investigação em farmacologia clínica?

- ZERO!

Quantas cadeiras de farmacologia clínica/farmacoterapia existem num curso de Enfermagem?

- ZERO!

Quantos enfermeiros leccionam farmacologia?

- ZERO!

E ainda falam estes senhores em farmacologia clínica quando os únicos resquícios de farmacologia que conhecem lhes foram transmitidos por farmacêuticos (ou, noutros casos, médicos) na escola de Enfermagem.

São bons humoristas, são.
 
Enfermeiros e TDTs querem ter uma palavra a dizer na Saúde em Portugal. Acho muito bem, mas antes de mais, tirem um curso a sério, numa FACULDADE a sério ( não em escolas a que abusivamente chamam faculdade) e depois falámos. Enquanto isso não acontece, e antes que o termo licenciatura lhes suba á cabeça lembrem-se que são detentores (os que o são) de um curso TÉCNICO, o que não é desprimor para ninguém, mas não passa disso mesmo, ou seja estão aptos (os que estão) a desempenhar tarefas que não implicam usar muita massa cinzenta, daí que bem podem durante muitos mais anos continuar a bradar aos céus que que querem ganhar como licenciados, que certamente os deuses farão orehas moucas.
 
E quantos farmacêuticos leccionam enfermagem?

- ZERO!


ETC ...

Sr. Aluno dos Smarties!!! HEI! Sr. Aluno dos smarties!!! Não diga disparates, O.K.! Vá, Xau...passe bem e estude para o exame das moléculas. É pena daqui a 5 anos já ter esquecido a bioqímica toda por falta de uso ...só desperdício de tempo e dinheiro!

Humoristicamente Abispenhado!
 
Enfermeiro = ajudante de médico, mais nada...!
 
Fico boquiaberto quando leio tamanha estapafúrdia oriunda da boca (leia-se dedos) de tão dignos intervenientes (leia-se oportunistas) do sistema de saúde português, que são os farmacêuticos/técnicos de farmácia/ajudantes de farmácia.
Pela leitura dos anteriores comentários vê-se que são na essência meros opinadores, sem conhecimento de causa e que se revelam sequiosamente desenfreados por outros nichos de negócio.

Para todos aqueles que dizem que nas escolas de Enfermagem as cadeiras de farmacologia são dadas EXLUSIVAMENTE por farmacêuticos eu digo... É MENTIRA!!!!
Sou Enfermeiro, e no meu percurso académico tive 1 ANO de farmacologia. 1º semestre leccionado pela Sra Farmacêutica e o 2º semestre leccionado por um Sr. Enfermeiro.
E fiquem sabendo que eu e os meus colegas de curso todos temos a mesma opinião: APRENDEMOS MAIS COM O ENFERMEIRO do que com a farmacêutica. E sabem porquê?
Porque a Sra. apenas conseguia dar 30 min de aula, arranjando como desculpa até o barulho de uma mosca a voar para abandonar a sala e ir fazer queixa ao Director da falta de condições em aula e que os alunos eram muito barulhentos!! Se não tem vocação para a docência, não enverede por esse caminho! Concluo que o exercício da actividade de docência para alguns = levar mais uns euros ao bolso, à margem da qualidade do ensino prestado!
Com a Sra. aprendemos que existem receptores, antagonistas, vias de absorção e pouco mais. Ela em 6 meses deve ter abordado 5 fármacos sensivelmente. Com o Enfermeiro aprendemos tudo! E TUDO significa escrutinar os principais medicamentos utilizados na prática clínica (cerca de 150, organizados por sistemas orgânicos), no que toca a perfil farmacocinético, vias de administração, compatibilidades/incompatibilidades, soluções de reconstituição possíveis, indicações e contra-inidcações, efeitos adversos (fatais, comuns e menos comuns) e cuidados/monitorização de Enfermagem antes, durante e após a administração. Pelos vistos a Sra. não sabia nada disto!

Ainda por estes dias assisti a uma apresentação de um trabalho de uma farmacêutica, em que a Sra. se limitava a ler os slides, não dando espaço a qualquer tipo de “discussão” sobre o tema, mostrando-se realmente incomodada quando interpelada pela audiência. Atitude que eu quando vou/participo em colóquios, simpósios e congressos, não vejo por parte da classe médica e de enfermagem, mostrando-se receptivos à discussão e contra-argumentação dos temas apresentados.

Isto, na minha opinião, revela compartimentação no raciocínio (leia-se inflexibilidade intelectual), semelhante ao sistema de arrumação dos fármacos por ordem alfabética nas farmácias.
Faz sentido não faz?

Enfermeiro Atento
 
Acho piada, estes senhores desde que têm uma licenciatura - se bem que POLITÉCNICA - acham que estão ao mesmo nível ou que até já são mais do que outros que já cá andavam há muito antes deles. Muito antes dos enfermeiros alguma vez sonharem com farmacologia ou com qualquer tipo de formação "superior". É o típico comportamento de quem nunca teve nada na vida e se vê, agora, com uma migalha, que por mais inútil e insignificante que seja - e é! - tem de exibir.
 
"A propósito, quantos enfermeiros fazem investigação em farmacologia clínica?

- ZERO!

Quantas cadeiras de farmacologia clínica/farmacoterapia existem num curso de Enfermagem?

- ZERO!

Quantos enfermeiros leccionam farmacologia?

- ZERO!
"

Investigação em farmacologia clínica...hum...

Quantas cadeiras de farmacologia clínica/farmacoterapia existem num curso de Enfermagem?
Duas.

Quantos enfermeiros leccionam farmacologia?
Pelo menos o meu, e bem.
 
sinceramente, não compreendo todo este enredo de discussão enfermeiros/farmaeuticos/tecnicos de farmária...já repararam que todos somos licenciados e todos somos profissionais de saude e que devemos trabalhar em equipa em prol dos doentes. e já agora as novas carreiras: todos à excepção dos médicos seremos TÉCNICOS superiores de saúde.
 
Engraçado, na ESEL (a escola de Lisboa), só há uma única cadeira de farmacologia (semestral) com uns ridículos 2 (sim, DOIS) ECTS. Que anedota.
 
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Mais ridículo é enfermeiros andarem a leccionarem enfermagem a farmacêuticos.
Desassossego
 
Engraçado, a pessoa que referiu a ESEL "esqueceu-se" de dizer (ou melhor, saber) que as intervenções de Enfermagem relacionadas com a a administração terapêutica são leccionados também nas cadeiras com mais créditos, para uma integração no contexto da enfermagem.

Que anedota, que é a falta de conhecimento...
 
Os enfermeiros têm mais no curso de Farmácia que farmaceuticos de enfermagem!
E o que está a acontecer, é que daqui a bocado temos farmaceuticos a querer prestar cuidados ( SIM, CUIDADOS) ao domicílio...epá...TARDE DEMAIS!
 
Quando me sinto doente vou ao médico, por que ele precisa de viver(do seu trabalho);
Compro os medicamentos que o médico me receita, porque o farmacêutico ou lá o que é, também precisa de viver, das pomadas, pastilhas e dos etcs;
ao chegar a casa deito-os ao lixo, porque eu também preciso de viver.
Esta máxima, prenhe de saber experimental (o a posteriori kantiano), foi extraída de um leitor anónimo que olhava para o letreiro a piscar, com aquela cor verde e soletrava: ph-f; a r=botica: estava-se no temo em que escrevia pharmácia.
Foi ainda nessa altura que a OF mandou uma circular a todas as pharmácias a proibir o exercício ilegal de Enfermagem, nas mesmas.
Eram outros tempos; outras vontades.
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades...

Percebe-se a necessidade que as farmácias têm de legalizar as práticas de usurpação de funções do enfermeiro.
Por enquanto ainda vão saboreando o maná que resultou duma oportunidade perdida de os enfermeiros, generosos como são, elegerem um calhau com dois olhos a que se associam outras tipo toupeira, para os representarem.
Hoje começam a perceber que não era bem aquilo de que precisavam.
Mas é batendo com a cabeça na parede que se aprende.
Quando forem escolher outra direcção para a sua Ordem vão escolher, não as falas mansas e goturais (tipo cigarrótico), mas quem fale no mesmo tom dos outros.
A OE tem de defender os enfermeiros dos seus predadores dos
 
Boas
So uma questão, pouco pertinente, que pouco ou nada tem preocupado as associacoes sindicais e Ordem dos Enfermeiros neste moemnto, que se prende com o facto de a CArreira e remuneracoes dos enfermeiros se maneterem na mesma!!!Alguem podera dar alguma informacao acerca deste topico??

Melhores cumprimentos
 
O anónimo das 8:36 PM disse, desculpem,... ruminou: "Por acaso está enganado: os farmacêuticos prescrevem no Reino Unido, bem como em outros países anglo-saxónicos, como os EUA, o Canadá e a Austrália".

Ora aí está a explicação para os os altos índices de taxa de mortalidade que por lá se verificam!

Afinal não é nenhum atentado terrorista, são os pseudo-doutos dromedários de farmácia no seu melhor!!!!

NEL
 
Os farmacêuticos e ajudantes de farmácia são uma corja de "FANDIGAS", pertencentes à familia dos "CIURÍDEOS".

Como a bolota é escassa, pois os suínos partilham do mesmo gosto, dedicam-se à farfalhice, com especial ênfase na falsa especiosidade.

Os especialistas do medicamento, tal como se auto-intitulam, são antes de tudo especialistas em fanicar o bolso alheio.

E de especialistas, só for mesmo o de serem gabarolas.

Estes bazofeiros, sem dúvida descendetes dos gabirus, que nem sequer sabem qual é a diferença entre uma esquinecência e uma amigdalite, deviam era procupar-se se a canga lhes assenta bem no gacho.

Pois caso contrário vão ter muito dificuldade em puxar a carroça, actividade para a qual estão, sem sombra de dúvida, mandatados.

NEL
 
Para os iluminados que dizem que a licenciatura de Enfermagem é de valor mais baixo do que a de Farmácia, mostre-me o diploma onde tal dislate está decretado! E quanto à investigação clínica farmacológica encetada pelos farmacêuticos, esta não é por certo realizada por aqueles que exercem atrás do balcão ou nos armazéns de medicamentos hospitalares! Quantas vezes nós enfermeiros temos de levar nos SU com doentes pessimamente "pré-medicados" e com situações de doença já avançadas pelos nossos amigos farmacêuticos, que na sua ânsia de venderem mais uma caixa de "pílulas" fazem consultas de balcão e encharcam os doentes em vez de sabiamente os enviarem a quem sabe cuidar deles. E os constantes atropelos às acções dos outros, inclusive às decisões dos médicos, ao colocarem em causa de forma perfeitamente torpe e gratuita as decisões terapêuticas dos mesmos em frente ao doente, comodamente protegidos pelo balcão de farmácia? Como enfermeiro estou perfeitamente seguro dos meus conhecimentos de farmacologia, não os livrescos mas os do dia-a dia real, aqueles que efectivamente salvam e curam. Não sou um índice terapêutico ambulante, embutido por entre teias neuronais mas sim um elemento de um processo que efectivamente faz parte das soluções para os problemas de saúde. Conheço os fármacos que uso aproximadamente mas sobretudo conheço os doentes a quem os administro, pois só assim se pode interpretar as idiossincrasias de cada um e actuar em conformidade. O farmacêutico, esse, vive longe do palco onde tudo se passa, onde tudo se decide, onde a saúde se faz, enclausurado num armazém repleto de caixotes ou barricado por detrás de um balcão de farmácia!
 
No post anterior , onde se lê:

"pelos nossos amigos farmacêuticos" deve ler-se "por causa dos nossos amigos farmacêuticos"

e onde se lê "Conheço os fármacos que uso aproximadamente" deve ler-se "Conheço os fármacos que uso assiduamente"
 
Conheço alguns enfermeiros que tiraram Medicina e outros Farmácia, porque naturalmente queriam evoluir. O contrário, não conheço nenhum caso. Porque será? Ninguém gosta de andar de cavalo p´ra burro!
 
NEL, é esquizofrénico? Essa psicose está-lhe a bater forte.
 
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Porque é que pura e simplesmente não se acaba com os cursos de Medicina, Farmácia, Enfermagem e outros, e se cria um curso de FAZ-TUDO CLINICO?
 
"Conheço alguns enfermeiros que tiraram Medicina e outros Farmácia, porque naturalmente queriam evoluir. O contrário, não conheço nenhum caso. Porque será? Ninguém gosta de andar de cavalo p´ra burro!"


Na minha turna tinha um farmacêutico de sever do vouga.... que quis ser enfermeiro.
 
Há sempre, em qualquer curso, quem perceba que "não era bem aquilo" e que, mais tarde, mude para outra área (por vezes até totalmente diferente). Contudo, nunca conheci tantos ex-alunos de Enfermagem e tantos futuros ex-enfermeiros como nos meus 6 anos de estudo na Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa. Justificações mais comuns: "como enfermeiro sou visto como o empregado do médico", "com Enfermagem não posso fazer ciência", "o desemprego de enfermeiros está a aumentar", "os enfermeiros ganham mal e não são devidamente reconhecidos", etc., etc., etc.
 
"Engraçado, a pessoa que referiu a ESEL "esqueceu-se" de dizer (ou melhor, saber) que as intervenções de Enfermagem relacionadas com a a administração terapêutica são leccionados também nas cadeiras com mais créditos, para uma integração no contexto da enfermagem.

Que anedota, que é a falta de conhecimento..."

Sim, até porque a enfermagem e este blog são pautados pela exímia demonstração de conhecimento.

PS: Hoje na primeira oral TP de patologia geral a doente (para não dizer estudante de enfermagem) não me soube descrever um simples processo de ascite por hipertensão portal, e pior, descobri que não conhecia um sistema porta. Esta senhora ( e outras amigas na mesma situação) vão ser enfermeiras. Temeria pela saúde dos doentes se não soubesse de quem ela efectivamente depende.
 
Se o enfermeiro é visto como o empregado do medico, o farmaceutico é visto como o empregado de balcao... e dizer que os enfermeiros não fazem ciencia releva total desconhecimento do numero de revistas cientificas de enfermagem com artigos de investigação ao nivel de algumas revistas de medicina....a grande diferença é que o farmaceutico ganha mais com muito menos trabalho e esse é um bom motivo para saltar de curso.. e nem se percebe bem porque ganha mais... o trabalho de um enfermeiro e´consideravelmente superior em termos de relevancia para a cadeia de cuidados de saúde, que o de um farmaceutico de balcao. De tal maneira que o farmaceutico pode ser substituido por um tecnico de farmacia...
 
Aliás, os hospitais não trabalham se faltarem enfermeiros, fecham camas ou serviços inteiros qdo há falta de pessoal de enfermagem... nem sequer acontece isso com os medicos! já os farmaceuticos, ninguem sabe que existem no hospital, têm horario de funcionario publico ou qdo são chamados é porque faltam os comprimidos ou não foram aviadas as prescrições e precisamos que venham corrigir a entrega!
 
"Quantos enfermeiros leccionam farmacologia?
Pelo menos o meu, e bem."

Devemos ter tirado curso na mesma escola. também estive no mesmo contexto académico.
e essa sra Farmacêutica, que de farmacologia nada sabia (quando se falava em cascata da coagulação ela devia pensar no niagara), chegou ao cumulo de ter sido dispensada pela escola, após uma questão crucial: como proceder para administrar insulinas Actrapid e Insulatard (quero dizer, a junção das duas, que como qualquer enfermeiros sabe, existe uma que se aspira 1o para a seringa)?
Como não sabia inventou! e pelos conhecimentos dela, os enfermeiros andavam para aí a fazer anafilaxias, e a aumentar hipoglicemias...

este é um dos exemplos a juntar aos já relatados.
è como indicarem, qual o melhor atb para tratar gripe (se calhar não sabem o que é um vírus??)!!!

è esta falta/ausência/desconhecimento pela doença/fisiopatologia, que leva a que os farmacêuticos não tenham capacidades para esta usurpação de funções

VirtualEnfermeiro
 
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Este blogue anda muito mal frequentado. Vou deixar de passar por cá !
 
"Anónimo disse...
Conheço alguns enfermeiros que tiraram Medicina e outros Farmácia, porque naturalmente queriam evoluir. O contrário, não conheço nenhum caso."
Por acaso eu conheço trinta e dois estudantes (19 de Medicina, 7 de Farmácia e 6 de Veterinária) que no decurso dos seus estudos adoeceram (doença mental psicótica) e como não conseguiam terminar os respectivos cursos mudaram para enfermagem (que conseguiram terminar).
TODOS ELES ESCREVERAM (passado) NESTE BLOG COMO ANÓNIMOS (alguns estão na OE).
Por isso é que a enfermagem está como está.
 
A conclusão final é simples: os farmacêuticos são mais inteligentes e bonitos e todos os médicos e enfermeiros, lá bem no fundo, queriam era ser farmacêuticos.

Dizia um grande amigo meu: 99% dos farmacêuticos queriam ser médicos. Os restantes 1% ´queriam mesmo ser farmacêuticos porque alguem na família já tem uma farmcácia. Duvide que alguém interessante queria ir vender cremes e baons para um balcão ou ir para um hospital pôr comprimidos e ampolas numa gaveta para servire os enfermeiros...
 
Pois é verdade. Os enfermeiros acompanham o doente, muitas das vezes 24h por dia, e olhem que são bem reconhecidos por isso.
Agora para uma pessoa que vai à farmácia, quer lá saber se o balconeiro é farmacêutico ou técnico, quer é ser aviado e ir para casa. Quantos mais medicamentos o cliente comprar, melhor será para a farmácia e para alguns médicos, sempre conhecem outras paragens.
Estes balconeiros no decorrer do curso devem ter como campos de estágio alguns cafés, cervejarias, drogarias, qualquer tipo de lojas em que se adquira uma experiência atrás do balcão e com os trocos. A técnica do x-acto deve surgir só no final de curso, num estágio mais abrangente.
Então coitados, toda uma vida atrás de um balcão, a repor stocks, a filtrar códigos de barras... É claro que a monotonia também chateia. Deixem-nos administrar vacinas, perceber o mínimo de oxigenoterapia, ter formação em 1ºs socorros, saber funcionar com um DAE... deixem-nos acima de tudo ser alguém, imaginem a alegria deles por saberem que poderão sair do balcão e realizar procedimentos que até então eram consagrados aos outros.
Muitos deles quando ficarem doentes e precisarem de cuidados de saúde, vão se lembrar com certeza dos enfermeiros, talvez nessa altura já nem precisem de nós ou os seus conhecimentos já nos ultrapassaram… Tempo para recordar, que a doença não escolhe ideais, e olhem que prefiro a ciência humana, do que a ciência farmacêutica.
Agora cada um no seu lugar, não brinquem com a enfermagem.

Cumprimentos AntMPer
 
Pois é verdade. Os enfermeiros acompanham o doente, muitas das vezes 24h por dia, e olhem que são bem reconhecidos por isso.
Agora para uma pessoa que vai à farmácia, quer lá saber se o balconeiro é farmacêutico ou técnico, quer é ser aviado e ir para casa. Quantos mais medicamentos o cliente comprar, melhor será para a farmácia e para alguns médicos, sempre conhecem outras paragens.
Estes balconeiros no decorrer do curso devem ter como campos de estágio alguns cafés, cervejarias, drogarias, qualquer tipo de lojas em que se adquira uma experiência atrás do balcão e com os trocos. A técnica do x-acto deve surgir só no final de curso, num estágio mais abrangente.
Então coitados, toda uma vida atrás de um balcão, a repor stocks, a filtrar códigos de barras... É claro que a monotonia também chateia. Deixem-nos administrar vacinas, perceber o mínimo de oxigenoterapia, ter formação em 1ºs socorros, saber funcionar com um DAE... deixem-nos acima de tudo ser alguém, imaginem a alegria deles por saberem que poderão sair do balcão e realizar procedimentos que até então eram consagrados aos outros.
Muitos deles quando ficarem doentes e precisarem de cuidados de saúde, vão se lembrar com certeza dos enfermeiros, talvez nessa altura já nem precisem de nós ou os seus conhecimentos já nos ultrapassaram… Tempo para recordar, que a doença não escolhe ideais, e olhem que prefiro a ciência humana, do que a ciência farmacêutica.
Agora cada um no seu lugar, não brinquem com a enfermagem.

Cumprimentos AntMPer
 
Só dois pontos:
- O acondicionamento de medicamentos para distribuição interna e a sua distribuição é efectuada por AAMs e técnicos de farmácia (profissionais ao mesmo nível dos enfermeiros - i.e., não mandam, são mandados por alguém);
- Obviamente que "vender cremes e batons" é uma actividade bem mais interessante do que andar às ordens de alguém e cuja autonomia se limita a mudar camas e limpar (atenção: eufemismo) certos e determinados "resíduos biológicos".
 
MEUS AMIGOS....!
APENAS UM COMENTÁRIO:


CADA MACACO NO SEU GALHO!

RESPEITO...

N.P.
 
Mas que pouca vergonha aqui vai.
 
Para anónimo das 12.59 PM:

O curso de farmácia tornou-o néscio, aliás a designação deveria ser licencitura em "arrumação de caixinhas" ou "servente de balcão", e já agora porque não dispenseiro?

Tudo áreas em que será certamente especialista.

Quanto ao diagnóstico que me faz, é certamente baseado na sua própia experiência pessoal, muito provávelmente será o único termo médico que constará nesse seu vasto conhecimento.

Caro anónimo da 1.56 PM, o curso de FAZ-TUDO CLINICO, já existe é a farmácia 300, tudo num só, gerido por fantoches oligofrénicos, tatuados com um cifrão na testa, que de megafone na mão gritam:

ENTREM!!, ENTREM!! hoje há promoções, por cada analgésico leve um laxante!!!

O anónimo das 3.37 PM disse: "PS: Hoje na primeira oral TP de patologia geral a doente (para não dizer estudante de enfermagem) não me soube descrever um simples processo de ascite por hipertensão portal, e pior, descobri que não conhecia um sistema porta. Esta senhora ( e outras amigas na mesma situação) vão ser enfermeiras. Temeria pela saúde dos doentes se não soubesse de quem ela efectivamente depende".

É bom que fique bem claro que TP, na área de saúde é sinónimo de tuberculose pulmonar. Eu compreendo que nunca tenha ouvido falar e daí a confusão com a cadeira de Patologia Geral.

Não! não! não! não é a essa cadeira que me refiro... pronto! disciplina de Patologia Geral, talvez assim entenda.

Pois é, essas futuras colegas (enfermeiras)ficaram constrangidas ao constatar que V. excelência era o exemplo vivo de uma situação de hipertensão portal,

já que evidênciava a seguinte sintomatologia: escleróticas ictéricas, não ascite, mas sim anasarca, hipotensão marca devido à diminuição acentuda de albumina, a tal proteína que responsável pela manutenção da pressão osmótica intravascular. Já para não falar do insurpotável hálito etilico.

Elas (alunas de enfermagem) não tiveral coragem de lhe dizer que sofre de cirrose hepática alcoólica.

Pois, eu sei que nunca lhe disseram que o alcoól a 96% vendido nas lojas dos farmacêuticos 300 não era para beber!!!!!

NEL
 
Anónimo das 6.10 PM, se for farmacêutico, depois de ter sido tão humilhado, eu no seu lugar fazia o mesmo.

NEL
 
Farmacêuticos a leccionarem farmacologia a enfermeiros?????

Não conheço nenhum.

A única competência que lhes reconheço nesse campo é o de saberem qual é o código de barras e o preço que vem em cada uma das caixas de medicamentos.

Mas conheço alguns enfermeiros, talvez a palavra correcta sejam traidores, que leccionaram gestos básicos de enfermagem a farmacêuticos e afins.

Se querem tanto administrar injectáveis, fazer pensos e actuar em situações que carecem de SBV, SAV ou da aplicação do protocolo do edema da glote, só tem uma solução, fazer uma licenciatura em ENFERMAGEM.

Eu sei que já tentaram, e como não conseguiram fizeram o tal curso de néscios, digo farmácia 300.

Mas enquanto houver vida à esperança, por isso tentem fazer novamente uma licenciatura em ENFERMAGEM.

NEL
 
Conheço embora raros alguns casos de alunos que desistiram de MEDICINA e foram para a enfermagem. Assim como de Medicina dentária. De fármácia?!Meus caros, se acham que não, procurem pelos vossos colegas de curso! É que só na minha turma tinha dois...

É uma questão do que se quer para a vida. Em muitos anos as médias de enfermagem foram muito superior às de farmácia ( com o desemprego e a formação de novas escolas tal tem-se invertido em alguns casos), logo muitos dos estudantes se quisessem poderiam ter ido para farmácia!

Conspirações...neo-diplomáticas de pessoas pseudo instruídas academicamente, que ainda brincam ao "o meu curso é melhor que o teu".


Vergonha.
 
"Maldito o godo e o cristão que foge para ser escravo.
E o cavaleiro apertou de novo as esporas ao possante murzelo.
Não tardou, porém, que o furor se lhe convertesse em tristeza, e que as lágrimas, rebentando-lhe dos olhos, lhe apagassem a maldição que haviam murmurado os lábios. O seu valente cavalo galgava na carreira por cima de cadávers e de moribundos, de cristãos e de infieis, e a terra,convertida em brejo de sangue, apenas soava debaixo dos pés do ligeiro animal.Passando por meio dos esquadrões saracenos, podia dizer-se que o desconhecido se assemelhava ao anjo do Senhor, quando desce por entre os mundos onde habitam os demónios, solitário e temido no império dos filhos das trevas que o odeiam.
A fama das suas façanhas tinha-o cercado duma auréola de terror supersticioso, e, quando passava, os guerreiros do deserto apontavam para ele e em voz sumida diziam uns aos outros:- Ei-lo que vem! ei-lo, o cavaleiro negro!"
Diziam de mim e eis-me aqui.
Notei que anda guerra nos pastilheiros endinheirados, a vender farinha, que nas padarias não é tão bem paga.
Nenhum deles tem nível para falar da Enfermagem. Fazendo correr a setinha até lá acima, só os enfermeiros demonstram conhecimento do de saber. Os que se disfarçam de farmácios e medecus, sob o costumeiro título de anónimo (como se fossem doutores que trocam o nome pela cama (clinica)ou pela pastilha, porque ser doutor é tudo que querem ser, porque ser doutor é bom. É a sua máxima aspiração!!!
Às vezes os enfermeiros se fossem um pouco menos humildes não se descaracterizavam e defendiam-se destes tristes que, como os cucos, vêm pôr os ovos no ninho dos enfermeiros, à espera que estes alimentem os monstrozinhos que geram.
Ainda vai ser assim por uns tempos.
À medida que forem tendo conhecimento, melhor do que o que pensam que possuem, vão metendo o viola ao saco.
Fazem-me lembrar o meu primeiro ano do liceu, quando comecei a ter contacto com línguas estrangeiras e escrevi um postal, que era uma coisa que havia para contactar barato com a família e amigos.
Vinha muito longe a blogesfera.
Hoje leio e releio com saudade as asneiras que escrevi no dito postal só para demonstrar sabedoria. Para dizer que sabia francês.
É o que se pode deduzir por aí atrás naqueles que se dizem médicos e farmacêuticos.
Lá porque ganharam o concurso de combate à disfunção erétil de 500 mil casais, mais outros tantos que ainda não casaram, porque o governo do reino não faz a lei de amarrar os homólogos, não têm o direito de amesquinhar o valor dos enfermeiros.
Todos os dias e várias vezes ao dia ouvimos a TSF a difundir: 500 mil casais têm problemas de disfunção eréctil; consulte o seu médico ou famacêutico que eles resolvem-lhe o problema num ápice e depois já tem mais tempo para recordar.
Os enfermeiros estão excluídos deste trabalho, por não terem tanto jeito para a punheta ou erotismo, através das capas da playboy.
Esta preferência, que não lhe reconhecemos nada de científico, porque todo o labor é manual, nem por isso os enfermeiros exploram certas formas de levantar os caídos e consolar os tristes.Com mais um bocadinho de sorte até podem concorrer às obras de misericórdia, pois não estão muito longe da sua prática.
Por conseguinte, quando atacam os enfermeiros, por estarem a fazer uma obra a todos os títulos meritória sabem que se estão a pôr em bicos de pés para darem nas vistas. Foram os enfermeiros da Linha S 24 que disseram que deviam andar por lá os farmacêuticos e não os balconeiros da farmácia, porque, para estes os enfermeiros ainda chegam e sobram, em sabedoria.
Os resultados da obra têm sido muito superiores às expectativas, na redução de demanda das urgências hospitalares e das farmácias, o que reduz, também, a possibilidade de os pediatras, sobretudo estes, angariarem clientes para o seu consultório, com o esfarrapado argumento que ali não têm condições nem aparelhos, nem a sabedoria lhes vem ao de cima; como também não vão tanto às farmácias.
Deviam contentar-se em ficar com a disfunção erèctil dos casais infelizes, pois tal como os médicos, dispõem de métodos seguros e eficazes para a combatir e alegrarem os tristes e não se meterem onde não são chamados.
É evidente que a licenciatura dos enfermeiros preocupa muitos negociantes; evidente é que os enfermeiros sairam da mera execução, para entrarem como qualquer licenciado, na esfera da concepção. E isto tem consequências: uma é os enfermeiros causarem alguns estragos nos negócios fáceis de médicos e famacêuticos, outra é sobretudo os enfermeiros terem consciência do seu valor e impô-lo no SNS.
Por agora, chega. Vou até à caverna descansar um pouco
 
Eu só não entrei para farmácia porque não quis, pois tinha média para isso ...

Gosto mais de ser enfermeiro
 
Srs. Drs. dos Smarties deixo-vos uns conselhos:

SEJAM MAIS HUMILDES, pois não têm motivos nenhuns para o não serem;

Se querem ser úteis melhorem a vossa informação técnica sobre os diversos medicamentos injectáveis aos enfermeiros, e dou-vos a minha experiência profissional e o motivo de ter deixado de vos contactar no meu hospital:
Como sabem, não existe nenhum documento técnico específico para enfermeiros (distribuído gratuitamente), feito através das vossas mentes moleculares brilhantes sobre a preparação/reconstituição/diluição/administração/compatibilidade de injectáveis (nomeadamente os IV), acontece pois, que sempre que vos contactei para esclarecer uma reconstituição/diluição ou compatibilidade de um determinado injectável prescrito pelo médico e não tendo encontrado a resposta no suporte documental disponível, contacto a farmácia e aguardo....aguardo...ouço folhear livros (já tinha feito ...) e muitas vezes sai um resposta nada conclusiva (quando sai ...) já chegaram a telefonar para os laboratórios e resposta igual. É uma área que não é pura e simplesmente tida como fundamental para quem faz e quem gere o medicamento (não dá viagens) mas a informação técnica específica sobre a administração de injectáveis (reconstituição, diluição, compatibilidade,...) é imprescindível para a segurança dos utentes e há muitos fármacos em que essa informação é escassa , não está suficientemente acessível ou até inexistente ou dúbia.

Por isso sugiro (a quem de direito) a realização de um suporte documental, distribuído gratuitamente e revisto periodicamente, vocacionado para a preparação e administração de injectáveis e cujos principais destinatários sejam os enfermeiros.

Já preparei e administrei alguns injectáveis através de informação colhida em livros de enfermeiros dos EUA, sobre cuidados de enfermagem na administração e preparação de injectáveis, por falta de informação nos documentos habituais e falta de informação da própria farmácia do hospital.

É uma lacuna que urge colmatar (não dá viagens, eu sei...mas dá segurança, e os laboratórios e os srs FARMACÊUTICOS deveriam pensar mais nisso ao invés de quererem brincar aos médicos e enfermeiros nas farmácias).

Nota: o suporte documental que me refiro não pretende substituir a bibliografia já existente e que venha a existir sobre os cuidados de enfermagem na administração de medicação, como é óbvio, trata-se de melhorar o suporte técnico de quem faz o medicamente e de quem, se calhar, deveria ter lá profissionais de enfermagem para terem mais atenção aos pontos que referi - não interessa só o ponto de vista do prescritor é importante o ponto de vista de quem irá administrar o medicamento.

Façam o vosso serviço como deve ser …e deixem a preconceitoice pacóvia de lado, que só fica mal a quem se julga tão “inteligente”.
 
" uma questão do que se quer para a vida. Em muitos anos as médias de enfermagem foram muito superior às de farmácia ( com o desemprego e a formação de novas escolas tal tem-se invertido em alguns casos), logo muitos dos estudantes se quisessem poderiam ter ido para farmácia!"
Deve estar a falar daquelas escolinhas privadas que enganam os alunos com uma prometida licenciatura em Farmácia, mas que não passa de um curso de técnico de farmácia para onde se entra com média <9.5, e não das Faculdades de Farmácia de Universidades a sério, como Lisboa Coimbra ou Porto.
 
Os enfermeiros são educados (ou será mais do estilo - domesticados?), logo desde o 1º dia, e depois durante toda a sua "exímia" e "exigente" formação politécnica (apenas com uma cadeirita de farmacologia a valer uns anedóticos 2 ECTS e outra, mais conhecida por anatomo-fisio-bio-histo-imuno-patolgia, que de tanta "logia" junta não é nada) a respeitar aqueles que serão os seus futuros "senhores" e a quem devem reverência (sabem bem de quem estou a falar). É natural que não os ataquem publicamente (apesar de o fazerem entre si, como qualquer bom empregado desdenha do seu patrão).
 
Muito me riu à pala destes - permitam-me a expressão - "palonços" que aqui vêm libertar a sua revolta e frustração interiores. É mesmo, mesmo assim tão mau ser-se enfermeiro como toda a gente pinta? Atendendo ao comentários inflamados de rancor e de frustração contra classes profissionais alheias sou forçado, por mais que não quisesse, a admitir essa hipótese. Como é óbvio, e sendo farmacêutico, não vou entrar no discurso baixo e barato, destituído de interesse, que parece ser característico dos "frequentadores" deste blogue (apesar de tudo espero, sinceramente, que não da classe de enfermagem como um todo). Contudo, relato a minha experiência pessoal, a mero título de curiosidade: é o segundo ano que lecciono farmacologia a Enfermagem e constato que de facto os alunos deste curso apresentam imensas dificuldades de compreensão (como será quando acabarem o curso?) em aspectos que, para os alunos de Ciências Farmacêuticas e, até, de Medicina, são elementares. É que nem a pouca farmacologia que lhes é leccionada, ministrada de forma básica, adaptada à Enfermagem, conseguem perceber decentemente - se entro em detalhes farmacocinéticos e farmacodinâmios então perdem-se completamente como umas baratas tontas. De qualquer modo, perceberem ou não acaba por ser indiferente, daí que eu até seja algo benevolente com eles: afinal, a única tarefa que terão de desempenhar, relacionada com fármacos, será mesmo administrar o que já foi, previamente, prescrito pelo médico e validado pelo farmacêutico hospitalar. Com os melhores cumprimentos.
 
Já agora, esta semana no SAP da Chamusca morreu uma senhora no decorrer de uma IM de voltaren. Talvez não fizesse mal ao "enfermeiro" voltar à escola para aprender umas quantas coisas que lhe escaparam nas aulas de patologia e farmacologia.
 
Deixem-se de tretas...
Isto: "sinceramente, não compreendo todo este enredo de discussão enfermeiros/farmaeuticos/tecnicos de farmária...já repararam que todos somos licenciados e todos somos profissionais de saude e que devemos trabalhar em equipa em prol dos doentes. e já agora as novas carreiras: todos à excepção dos médicos seremos TÉCNICOS superiores de saúde" que já foi dito anteriormente é que é a mais pura verdade, a partir do próximo ano, o resto são tretas...
TENHAM JUÍZO.
 
Este tipo de merd*s (à falta de palavra melhor) é simplesmente deplorável.
Sinceramente tinha em mente uma opinião diferente do blog.
 
Ao senhor farmaceutico.

A culpa não é tua.

É das escolinhas de Enfermagem que nao sabem encontrar pessoas competentes e capazes de transmitir conhecimentos e boas práticas aos alunos.

Mais um tacho.

Na verdade pelo que me é dado aperceber vais lá mas é rapinar o dinheiro que pagam á escola os alunos de Enfermagem, que esperavam mais de ti e não t»em culpa do tachito que te arranjaram.

Pobre de ti- é que ninguém dá o que nao tem.
 
Não sou farmacêutico nem enfermeiro nem profissional de qualquer outra área relacionada com a saúde mas não posso deixar de comentar o seguinte: daquilo que conheço das funções dos farmacêuticos (tenho familiares próximos que o são) estas não justificam uma licenciatura; a última vez que falei com uma (ainda) aluna do curso de farmácia, presentemente em estágio, foi notória a sua desilusão ao perceber o quão redutora é a sua função! Dizia-me ela: é frustrante, ao fim de tantos anos, ver-me limitada a vender produtos farmacêuticos! E as expectativas ficam-se por aqui porque segundo os meus colegas que estão a estagiar em hospitais a situação é muito idêntica; não vendem produtos mas contam, arrumam, conferem e dispensam medicamentos aos serviços hospitalares. Será que a minha vida vai ser isto?" De facto, não é animador...
 
Que vergonha...é assim que ocupam o tempo??
Nao haja duvida que vao no bom caminho continuem achincalharem-se em vez de procurarem ser melhores profissionais...depois queixem-se q nao saem sepa torta. TDT´s, Farmaceuticos, Medicos, Enfermeiros sao todos necessarios, caso contrario...bastava AAM.

AMILN
 
"A definição de enfermagem não é para toda a vida. Creio que a enfermagem é modificada pela época em que é praticada e depende, em grande parte, do que fazem os outros profissionais de saúde."


- Virgínia Henderson -


Isto diz tudo, srs. enfermeiros.

Têm um processo de enfermagem? São autónomos? Levantam diagnósticos?
QUEM DOMINA O PROCESSO? QUEM INTERNA E DÁ ALTA?
 
Noticia no Jn:
Saúde, dando-lhe conta do “ambiente de medo” e do “clima de perseguição pidesco” que se vive naquele serviço, que, na opinião daqueles profissionais, “não corresponde às expectativas dos utentes que conheceram e utilizavam a antiga Linha Pediátrica “.

Os subscritores da carta – a segunda que escrevem à ministra num espaço de pouco mais de um mês -, apontam insuficiências ao funcionamento da linha e perguntam: “Onde pára a directora clínica. Nunca a vimos ou falámos com qualquer outro membro da direcção clínica (...)”.

Afirmando que foi “com tristeza” que receberam as declarações da ministra, quando os oito enfermeiros supervisores da Saúde 24 lhe fizeram chegar a primeira carta, em 16 de Outubro, informando-a das “falhas graves” e do “caos organizativo” do serviço, os enfermeiros do atendimento dizem que “há vários pontos pertinentes, importantes e que contribuem para o mal-estar e sentimento de insatisfação”. “As condições diárias de trabalho que nos são criadas, o ambiente de medo e as injustiças que são constantemente cometidas, em última instância têm sempre como consequência mais grave a menor qualidade do atendimento aos utentes”, declaram.

Perante este cenário, confrontam Ana Jorge: “Como está tudo bem senhora ministra? Como pode V.Exª dizer que se trata apenas de um problema laboral?”

Inconformados como ambiente que se instalou na linha desde que uma enfermeira supervisora foi suspensa, os subscritores da carta denunciam que “são permanentemente instados a não falar sobre nada que se passa no serviço pelo director do centro de atendimento de Lisboa”. “E já nos foi dito que quem questionasse o serviço teria o mesmo destino, o que constitui uma tentativa ignóbil de coacção”, referem na carta a que o PÚBLICO teve acesso.

Os autores do documento tentam sensibilizar a ministra para a questão da avaliação de desempenho e escalões, reiteram que “o aconselhamento terapêutico é prestado por técnicos de farmácia” e insistem numa questão essencial:”“Os algoritmos têm disposições finais clínicas para os utentes muito altas e desadequadas à realidade portuguesa”.

Revelando que durante algum tempo ponderaram a elaboração da carta, aqueles profissionais afirmam que são feitas auditorias ao serviço mas os supervisores e os enfermeiros do atendimento não são ouvidos.

A lista de queixas é bem extensa. Um dos objectivos da carta é sensibilizar a ministra para a questão da avaliação de desempenho e escalões. Em matéria de avaliação, dizem que “o desempenho é trimestral e por umas milésimas de avaliação na qualidade da chamada, ou uns segundos de atendimento a mais dos minutos certos (preconizados pelos protocolos da gestão da linha), podem significar a descida de escalão ou o despedimento”, afirmam. Sublinham, por outro lado, que “a avaliação da qualidade das chamadas é feita pelos supervisores com critérios que são alterados diariamente para serem propositadamente cada vez mais penalizadores”.

“LCS está à beira da falência”

Os enfermeiros do atendimento reiteram que “o aconselhamento terapêutico é prestado por técnicos de farmácia” e que os algoritmos têm disposições finais clínicas para os utentes muito altas e desadequadas à realidade portuguesa”.

Na parte final da carta, alertam a ministra para a circunstância de terem informações que apontam no sentido de “a LCS [Linha de Cuidados de Saúde, que gere o serviço] ter pouco dinheiro e de estar à beira da falência porque o Estado não lhes paga o que esperavam e pelos vistos poupam em nós”.

E queixam-se de “todos os dias os supervisores darem novas orientações e novos procedimentos”. “Todos os dias nos comunicam ordens que contradizem outras já instituídas. Sentimos claramente que as decisões de alteração não têm como objectivo melhorar o atendimento ao utente mas suspeitamos que assentam em objectivos financeiros”, insurgem-se, chamando a atenção de Ana Jorge para o que aconteceu no Verão.

“Em Junho passado a situação tornou-se tão insustentável que o director do centro de atendimento de Lisboa parou o atendimento para dizer que se não cumpríssemos as directrizes da administração, a LCS não conseguia dinheiros para nos pagar”.

Da lista de queixas ressalta ainda uma determinação que ilustra bem o ambiente que se respira no serviço desde que a enfermeira supervisora foi suspensa. “Foi-nos dito que quem questionasse o serviço teria o mesmo destino, o que constitui uma tentativa ignóbil de coacção”, frisam, denunciando ainda que “existem na Saúde 24 despedimentos incompreensíveis por, diz a administração, falta de educação e não cumprimento das directrizes”.

A carta faz alusão a perseguições de que são alvo “por quererem defender o superior interesse público e o dos utentes”. “Quem é que nos defende senhora ministra?”, perguntam, esperando que Ana Jorge reponha a verdade e que venha a tomar conta de um serviço que é de todos nós, para todos nós e que tanto nos custou a pôr de pé”.
 
Algo a que um enfermeiro nunca pode aspirar: http://www.merck.pt/servlet/PB/menu/1786100/index.html.
 
Cataflam e Voltaren poderiam causar problemas cardiovasculares

Uma revisão de estudos demonstrou que o diclofenaco - princípio ativo dos tradicionais antiinflamatórios Voltaren e Cataflam, da fabricante suíça Novartis - pode aumentar em 40% os riscos de problemas cardiovasculares, sobretudo ataque cardíaco e morte súbita. O diclofenaco também é vendido como genérico no Brasil. Os riscos seriam tão graves como os apresentados pelo antiinflamatório Vioxx, que foi retirado do mercado pelo laboratório estadounidense Merck em 2004, após um estudo ter mostrado o aumento do risco de ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais. A revisão sobre as pesquisas anteriores, publicada no Journal of the American Medical Association, analisou 23 estudos que envolveram 1,6 milhão de pacientes. O diclofenaco, uma droga antiinflamatória não esteróide, está há décadas no mercado e é uma das substâncias do tipo mais prescritas no mundo. Os autores do estudo defendem uma revisão da regulamentação do diclofenaco.
 
Algo mais a que o enfermeiro nunca poderá aspirar: http://ixjornadasba.bio.uminho.pt/cv/P2II.pdf
 
"Ó tu que de humano tens o gesto e o peito/
Se humano é matar uma donzela/
Não a mates vai-te a ela"(L.Camões in Inês de Castro).
Quando a mãe do Antoninho lhe dava banho, a Joaninha, imediatamente a seguir na escala etária da filharada, reparando num apêndice que tinha dependurado bem ao meio de pernas, choramingou e pediu à mãe, que lhe desse uma coisinha igual à do Antoninho.
Embaraçada a mãe, meio distraída, pois nem se apercebeu que o Zéquinha, filho mais velho estava perto da cena, foi dizendo: se te portares bem e deixares de choramingar, quando fores grande vais ter uma, ao que o matulão do Zequinha retorquiu a meia voz: e se te portares mal tens muitas.
São pensamentos tão nobres e subidos como estes, quando dou comigo a pensar para mim em farmácias médicos/as, famacêuticos/as, ao pensar no seu prestimoso contributo ao serviço da disfunção eréctil.
Claro que nem sempre são bem sucedidos porque os laboratórios mandam fazer o viagra na China e ele vem falsificado como as roupas que os ciganos vendem nas feiras e a ASAE apreende, por contrafacção, são os falsos verdadeiros.
Foi certamente um voltaren desses que chinoca fabrica que matou e não o enfermeiro que administrou.
Claro está que os enfermeiros têm de aprender a duvidar das "mijocas" e "merdocas" que dizem que de tão boas até se vendem nas farmácias.
Devem duvidar da informação dos farmacêuticos que dizem que só os antibióticos provocam choques álérgicos.
É falsa; é mentirosa esta afirmação.
A verdadeira é a que diz:....deito os remédios fora, que o médico me receita e o farmácio me vende, porque também preciso de viver!
Pois ir ao médico/a não é mau; estão sempre a oferecer-nos os seus préstimos de manhã à noite, na TSF com quemm os médicos da família tem um contrato de propaganda assegurada, através da Rosa, do Joaquim do Vila Faia; mau é tomar os medicamentos que eles receitam. Isto é cientificamente comprovado.
Claro que enfermeiro avisado duvida de tudo e todos, seja médico/a que receita penicilina procainica 1 milhão de unidades no soro por via IV; seja uma aparentemente inofensiva vitamina
B1.
 
Ao sr prfessor de farmacologia...
Serão os alunos de enfermagem assim tão ignorantes,ou será o sr professor "ideias"que não consegue explicar a matéria para o qual deveria estar habilitado?COM TANTAS DIFICULDADES, DOS "JOGADORES",É PRECISO UMA CHICOTADA PSICOLÓGICA.
o TREINADOR PARECE-ME A MIM QUE DEVE SER MAIS UM MERCENÁRIO DAS ESCOLAS DE ENFERMAGEM.
Quanto ao validar a receita do médico,essa deve ser mais uma anedota dos malucos do riso!!!!!!
 
Estes farmacêuticos só sabem falar de bioquímica? Para ser enfermeiro é preciso bem mais que isso, sabe?

Se os enfermeiros são tão ignorantes, como é que muitos deles tiram outras licenciaturas (incluindo farmácia e medicina) e tiram pós graduações, mestrados, doutoramentos, muitas vezes com melhores notas que médicos, engenheiros, gestores, farmacêuticos, ..?
Sr. Farmacêutico, porque têm professores mais inteligentes que o senhor, será?

Deve ser um péssimo professor. Está despedido.


NOTA: É farmacêutico e considera a administração de fármacos a tarefa mais indiferenciada - não faz ideia do disparate que está a afirmar. Se estiver internado no meu serviço dou-lhe uma ampola de vancomicina directa IV ...
 
“prescrito pelo médico e validado pelo farmacêutico hospitalar"

E cá uma validação meter o comprimido na gaveta ... é preciso também o enfermeiro validar se o comprimido da gaveta é mesmo o que está prescrito, entre outros aspectos, pois há erros de enfermeiros, mas muitos de farmacêuticos e dos médicos e que passam essa “validação” farmacêutica ….e que depois lá são os enfermeiros a descobrir.

Nos cursos de enfermagem a disciplina farmacologia é apenas uma "pequeníssima" parcela do que se terá de saber sobre a administração de fármacos.
 
Também fiquei abismado com essa do "validado pelo farmaceutico"...
Realmente, ler a prescrição do médico e colocar o medicamento que está lá escrito na gaveta, envolve um esforço e requer um largo espectro de conhecimentos... e depois na hora de dar a medicação vamos contar quantos estão trocados!!
 
Para os doutos que alegam que os enfermeiros não usam ciência no seu dia a dia deviam relembrar-se que a maioria da actuação na saúde ( por parte dos profissionais que directamente lidam com os doentes, os clínicos: enfermeiros, médicos, TDT) é baseada na intuição e não propriamente na máxma cientificidade possível.

Com isto não quero dizer que o método intuitivo seja distituído de ciência, apenas em saúde e em tudo o que diga respeito a uma decisão relativa a um cuidado à pessoa , nem tudo é metódico. A intuição também é baseada num conjunto de saberes acumulados com tão ou maior eficácia e eficiência do que qualquer outro método.

SE alguém me mostrar que não é isso que é feito na maioria de todas as acções diárias... Parabéns. Mas com certeza alguém que tenha honestidade intelectual não o poderá negar... Isto pelo menos para profissionais que efectivamente trabalhem e não para estudantes que se baseiam em balelas teóricas impingidas por professores que nunca exerceram!
 
Enquanto que umas ordens profissionais inventam questões para criar mais postos de trabalho aos seus profissionais, outras há, que permitem a tomada de medidas que leva ao excesso de profissionais e consequente falta de espaço no mercado de trabalho. Todos sabemos o que acontece quando há excesso de oferta de um determinado produto. Foi o que aconteceu com os enfermeiros. Tanto que algumas puristas criticaram os enfermeiros em pluriemprego, que agora são elas que têm mercado de trabalho no ensino privado que "vomita" enfermeiros todos os anos para um mercado esgotado.
 
O ENFERMEIROS SÃO UNS PALERMAS, UNS NABOS, UNS INCOMPETENTES...MAS NA HORA DOS APERTOS É POR ELES QUE VOCÊS CHAMAM...E MAL DE VOCÊS SE OS ENFERMEIROS NÃO CONFIRMAREM A MEDICAÇÃO QUE VOCÊS COLOCAM NAS GAVETAS E SE NÃO SOBEREM A FORMA CORRECTA COMO SÃO ADMINISTRADOS...E JÁ AGORA VOCÊS NÃO TEM BLOGGES DE fARMÁCIA, MEDICINA E AAM.
 
este blog é de enfermeiros para enfermeiros mas há sempre comentários de NAIFADOS que como anonimos vão criticando os enfermeiros . para estes Naifs a pior profissão é ser enfermeiro,esquecem-se que o enfermeiro é um dos tecnicos mais importante no sistema de saúde.
por quem chamam os doentes ? quem está presente no nascimento e na morte? o enfermeiro.
é este enfermeiro que vai atar os queixos a esses Naifs quando eles morrerem.flor
 
"Também fiquei abismado com essa do "validado pelo farmaceutico"...
Realmente, ler a prescrição do médico e colocar o medicamento que está lá escrito na gaveta, envolve um esforço e requer um largo espectro de conhecimentos... e depois na hora de dar a medicação vamos contar quantos estão trocados!!"

Por acaso quem os coloca é o AAM ou técnico lá do serviço (claro que disto sabem perfeitamente, gostam é de se fazer passar por olvidados, assim como o resto do país em relação a vocês), mas só após a validação, que não carece deste processo, mas sim da corroboração da legitimidade da prescrição. Ou acha que um médico prescreve o que bem lhe dá na cabeça sem ter de o justificar? Havia de ver a quantidade do que é recusado.
E sobre este ultimo ponto há muito que se lhe diga, parte do qual se prende com a ineficácia e insustentabilidade do nosso SNS.
 
Que será feito dos doutores da doença?
Não aparecem nos 10 anónimos anteriores e estou a ficar preocupado se deixaram de ser agentes promotores de ideias altamente cientificas...
Juntamente com o google, são os motores da dinâmica deste DE.
Quando pressinto que ficaram calados fico sempre a pensar se foram as rizadinha dos enfermeiros artistas não cintistas que os enfiaram de cabeça para baixo,no gueto ou na gueteira.
Worten sempre porque estamos à vossa espera e do produto esfarrapado que anunciais.
Worten, worten sempre!
 
"Também fiquei abismado com essa do "validado pelo farmaceutico"...
Realmente, ler a prescrição do médico e colocar o medicamento que está lá escrito na gaveta, envolve um esforço e requer um largo espectro de conhecimentos... e depois na hora de dar a medicação vamos contar quantos estão trocados!!"

Anónimo das 7:25 PM

"Por acaso quem os coloca é o AAM ou técnico lá do serviço (claro que disto sabem perfeitamente, gostam é de se fazer passar por olvidados, assim como o resto do país em relação a vocês), mas só após a validação, que não carece deste processo, mas sim da corroboração da legitimidade da prescrição. Ou acha que um médico prescreve o que bem lhe dá na cabeça sem ter de o justificar? Havia de ver a quantidade do que é recusado. E sobre este ultimo ponto há muito que se lhe diga, parte do qual se prende com a ineficácia e insustentabilidade do nosso SNS."

Anónimo da 1:16 AM

Nem seria de esperar outra coisa - ou seja, confundirem "validação" com acondicionamento da medicação para distribuição interna, efectuada por AAM ou técnicos. Afinal, para o comum enfermeiro a palavra do médico é equivalente à lei da República: à excepção de meia dúzia de operações (como a muda da cama), tudo o que fazem é sob a égide da guia prescrita pelo mesmo. É, portanto, natural que projectem o seu próprio constrangimento em todos os outros.
 
Essa de os medicos terem de justificar alguns dos farmacos é uma boa treta... a unica razao é economicista e os medicos escrevem qualquer balelas que se lembram na altura porque tudo serve de justificação... é apenas mais um papel que os medicos são obrigados a preencher...ou qual vai ser o farmaceutico que recusa a medicação prescrita pelo medico? com que justificação (a não ser que haja um erro grosseiro de prescrição ou de dose)? e quem assume a responsabilidade... o farmaceutico é que vai prescrever uma medicação alternativa, se nem sequer conhece o doente ou a doença que tem?

E qto a morrer imediatamente após uma injecção im de voltaren, isso pode acontecer mas não é por problemas cardiovasculares, mas por choque anafilatico. Que se decorrer num centro de Saúde é dificil socorrer... numa farmacia é morte certa!
 
Ó D. Fuas que não é Roupinho, essa foi bem tirada.
Amande-lhes outra
 
Caro magistral Estratega.. essa intuiçãopenso que seja o que se definiu como "Enfermagem baseada na evidência". concordo.

O naifas anda aqui. agora como Anónimo lololol

A citação de virginia henderson tem que ser entendida no contexto em que foi proferida.
Queria a douta e distinta teórica de nursing dizer: Daqui a uns anos, os enfermeiros vão prescrever porque deles depende a actuação do médico.
significa carissimos médicos, que a realidade é que só após o contacto do enfermeiro, é que eles actuam.
Enfermeiro detecte, diagnostica situação, encaminha, estabelece a ordem de prioridades na actuação.
médico é contactado e PRESCREVE farmacoterapêutica.
enfermeiro decide se esta é adequada ou não.
quer queiram, quer não, o enfermeiro não é meramente técnico.
muitas vezes sugiro ao médico via de administração e/ou frequência na administração, de acordo com situação clínica.
(entenda-se que referi que Sugiro. e se concordar com a prescrição médica é que administro.). este é um dos parâmetros de autonomia de enfermagem.

e já agora... os doentes ficam internados porque necessitam de cuidados de enfermagem. caso contrário, vão para casa tomar comprimidos.
hoje e sempre.

por muito que custe, resume-se assim: só se concordar com a prescrição médica é que a executo. caso contrário, o médico que assuma a responsabilidade.

as excepções são nos BO. é o cirurgião que manda. o resto é teoria.
 
A quantos enfermeiros é que não aconteceu não administrarem medicamentos prescritos por médicos (por vezes "validados" por farmacêuticos) quantas?

Muitas e muitas vezes, já evitei algumas mortes com isso, não tenho problemas em afirmá-lo.

Claro que na maioria das vezes trata-se de erros grosseiros, provocados por distracção ... mas o aconteceria se o enfermeiro fosse um simples executor e ser não pensante (como alguns defendem aqui)?

Caros farmacêuticos, podia estar aqui a dizer que não são os enfermeiros que fazem as camas, que despejam arrastadeiras e que há AAM para isso...mas vou dizer que por vezes os enfermeiros fazem isso (quando é necessário). Eu não deixo uma AAM colocar uma arrastadeira num politraumatizado. Mas afirmo que os farmacêuticos TAMBÉM fazem trocos, tiram etiquetas, arrumam caixas, metem comprimidos em gavetas, verificam prazos de validade, ... não me parecem tarefas excepcionalmente mais diferenciadas que o despejo da arrastadeira e posterior desinfecção efectuada lá pela AAM do meu serviço.

Muito do serviço efectuado pelos farmacêuticos hospitalares era executado por enfermeiros nos hospitais da província. Não me recordo de haver grandes problemas com isso. O que eu queria ver era colocarem um farmacêutico numa unidade de cuidados intensivos, assim, de repente a trabalhar como enfermeiro.
Acham que o trabalho dos enfermeiros é muito indiferenciado e dependente, mas depois querem dar vacinas nas farmácias (acto “simples” de enfermagem e prescrito pelo médico) - anedota total.
Não se afundem em argumentos de vidro.
Se querem ir por aí, é melhor estarem calados ...
 
Para todos saberem, as informações de farmácia na Saúde 24 são prestadas por Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica em Farmácia - Licenciatura reconhecida pelo Ministério do Ensino Superior, leccionada na grande maioria de escola de tecnologias de saúde do país.

Os medicamentos recomendados são só os não sujeitos a receita médica, visto que nem os Enfermeiro isso pode fazer por imposição da nossa Ordem!?

Outra coisa importante que se diga sobre a notícia: " Profissionais da Linha S24 rejeitam críticas":

Após a carta feita por alguns supervisores, a denunciar procedimentos menos correctos e em defesa dos Enfermeiros que atendem as chamadas, várias vozes contra se levantaram. Desde a DGS, ao Conselho de Administração da LCS, a alguns enfermeiros "borra botas" que tudo fazem para agradar aos chefes! A Partir dai iniciou-se uma caça às bruxas dentro da S24! A carta que a notícia fala refere-se a uma tentativa da administração CALAR todos os Enfermeiros. É uma carta feita pela Direcção e tentaram, de forma agressiva, para que todos os enfermeiros a assinassem, para repudiar as afirmações denunciadas pelos supervisores! Só os vendidos do callcenter do Porto (os tais 130) o fizeram! No callcenter de Lisboa todos se recusaram a assinar!! Pois sentiam todos os dias o que os supervisores denunciaram!
A Ordem foi lá mas só falou com a Administração.
O SEP foi lá perguntar o que é que os enfermeiros se queixavam, mas com o Director do callcenter de LX ao lado a ouvir!? Com o clima repressivo instalado queriam que as pessoas falassem abertamente??


NOTA: Não trabalho na S24 mas tenho em casa quem trabalhe!!
 
O farmacêutico das 4.25 PM, vive perdido num mundo de confubalações, caracterizado por uma ciclotomia constante do seu "eu".

Essas alterações da realidade torna-o dolente face à procura incessante do fácil reverberar.

A verdade é que se perde em sololilóquios internos, que no minimo se revestem de um carácter estéril,

algo a que a classe dos néscios, ou farmacêuticos 300, nos tem habituado, não só neste "blog",mas também no dia-à-dia atrás do balcão,

onde a frustação cresce exponencialmente a tão fútil actividade.

A única forma de escape que encontraram para se sentirem realizados pessoalmente/ profissionalmente foi através da usurpação das funções do enfermeiros!!!!!!

A energia potencial que conhecem é a de colocarem as "caixinhas" lá em cima do armário. Quanto à energia cinética deve ser o acto de as retirar de lá.

Logo não é de admirar que a palavra de ordem, que reina por aí seja a IMBECLIDADE.

NEL
 
Pobres Portugueses!
Os vários protagonistas deste filme (ver post anteriores) estão a "matar" o NOSSO Sistema de Saude ... A "matar" o Povo Portugueses ... VERGONHOSO.

Na área da Saude (como em qualquer outra área) os diversos grupos de profissionais estão dispostos segundo um MODELO HORIZONTAL - Cada grupo profissional influência directa ou indirectamente o desempenho dos restantes grupos.

Onde está o encadeamento de cuidados?
Ex. O médico prescreve a terapeutica medicamentosa ... O farmaceutico hospitalar organiza/supervisiona a distribuição dos fármacos (já prescritos) ... O enfermeiro confere, para cada doente, a medicação fornecida pela farmacia(dosagem, via de administração), dilui e/ou reconstitui os medicamentos e por fim administra a medicação (ao doente correcto, á hora correcta, pela via correcta). TUDO ISTO EM PROL DA SEGURANÇA DO DOENTE ... PARA SE EVITAR ERROS TERAPEUTICOS ... PARA SE PRESERVAR A VIDA HUMANA.

Como ERRAR É HUMANO este processo de validação, pelos diversos grupos profissionais, é fulcral.
Mas, os protagonistas deste processo parecem não querem trabalhar em equipa ... ERRAR É HUMANO mas SÃO ESTES COMPORTAMENTOS ALTRUISTAS/INDIVIDUALISTAS QUE CONDUZEM AO ERRO.

PLANETA M
 
Na farmácia, o sujeito entra a correr:
- Rápido, dê-me um remédio para diarreia.
Uma hora depois, o farmacêutico verifica que errou e entregou um forte calmante.
Mais uma hora, volta o paciente. O farmacêutico pergunta:
- Como você está?
- Todo cagado, mas calminho, calminho...
 
Pela conversa que para aqui vai até pareçe que alguns enfermeiros pensam saber mais de fármacos que os farmacêuticos lololol

Não é por terem uma disciplina designada de "Introdução á farmacologia" ou algo semelhante, como teve uma prima minha que andou em enfermagem, que percebem tanto ou mais que um farmacêutico! Eu tb tive matemática e física no curso e nem por isso sei mais que um matemático ou um físico!! Um farmacêutico teve farmacologia I, farmacologia II, fisiopatologia, farmacoterapia e não "introdução" disto ou daquilo! Por isso mais respeitinho!

para as pessoas que dizem que os farmacêuticos só arrumam caixinhas, fiquem sabendo que a profissão de enfermagem está mt mais baixo qt á opinião da maior parte dos portugueses (é o que dizem as estatístistas sobre os profissionais de saúde em que os portugueses mais confiam).

E quanto ao curso, já vi mt gente de enfermagem a tirar ciências farmacêuticas (enfermeiros desempregados ou que estavam a recibos verdes), mas se em enfermagem fizeram o curso em 4 anos na boa, já em ciências farmacêuticas nem em 6 ou 7 anos fazem o curso e este é de 5 anos e meio no momento. Para não falar dos que desistem a meio... Pensam no inicio: "isto vai ser canja! já tenho um curso em saúde, mais dificil não deve ser de certeza" e quando vão a meio do curso já dizem "A dificuldade deste curso é mt superior ao de enfermagem... nunca pensei tal coisa"
 
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Para que a opinião de cada um tenha uma consequência positiva! Contribuição efectiva!