segunda-feira, janeiro 31, 2011

O Pinóquio de Évora...


Manuel Lopes, é mentiroso e, simultâneamente, Director da Escola de Enfermagem de Évora. Apresentou-se num canal televisivo (ver vídeo após o 4º minuto) onde mistura uma suposta "empregabilidade de 100% em Enfermagem" com argumentos falsos, já amplamente debatidos e desmistificados por aqui, relativos aos famigerados rácios da OCDE.

Se tivermos em conta que as vagas para o curso de Enfermagem em Évora tem aumentado invariavelmente nos últimos anos, e se juntarmos esse facto à invocação de argumentos arcaicos e desprovidos de lógica extrapolável, então percebemos que o mentiroso Manuel Lopes, não é mais que um antropófago, daqueles cujo interesse se prende apenas com fazer dinheiro à custa do engano e da mentira.
Um vendilhão de promessas e mensageiro de ilusões.
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Nota de 02/02/2011 - Na lista de comentários disponíveis para este post, é possível ler, também, o do Enf. Manuel Lopes in persona. 

domingo, janeiro 30, 2011

Homeopatia: porque é que é uma charlatanice?


James Randi explica, em 15 minutos, porque é a que a homeopatia é uma das maiores charlatanices sem qualquer fundamento científico.

quinta-feira, janeiro 27, 2011

Reunião da Ministra da Saúde e OE (27/01/2011).


A Ordem dos Enfermeiros reuniu, hoje, com a Ministra da Saúde, Ana Jorge, e "exige" (nota-se um atitude mais incisiva, consequência da desmotivação, desinvestimento, manipulação e "tentativa de subalternização" relativamente à classe de Enfermagem) vários compromissos.


6 anos.



Nem me apercebi, mas há 2 dias atrás o blog fez seis anos. 
Pelo estrutura educacional pré-bolonha estaria a iniciar a sua frequência no ensino primário, como estamos nos pós-bolonha está quase mestre.
Obrigado aos 2 milhões e 350 mil visitas e aos 32 mil comentários.

Fórmulas, dotações e companhia...



Diz o povo que "em equipa que ganha, não se mexe". O contrário também será válido - "em equipa que perde, impera a concretização de alterações e respectivos afinamentos" (conjecturo que o possível ditado se consubstancie em algo parecido). 
Este último raciocínio também se presume válido para tudo o que a estratégias e intervenções diga respeito.
Isto para dizer que apesar do período negro que se atravessa, Sindicatos e Ordem dos Enfermeiros vão mantendo as mesmas filosofias interventivas. O resultado está à vista: desemprego, desmotivação, precariedade, desvalorização profissional, etc.
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No site da Ordem dos Enfermeiros é possível ler a seguinte informação (aos membros e comunicação social): "Audiência com Ministra da Saúde sobre dotações de Enfermeiros, implementação do Modelo de Desenvolvimento Profissional e reformas em curso". Começa da seguinte forma: "É já amanhã, 27 de Janeiro...".
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No que diz respeito ao Modelo de Desenvolvimento Profissional, vulgo MDP, é fácil de prever que a sua estrutura e modo de operacionalização estarão seriamente comprometidos. 
Em primeiro, a harmonia que se exigia, em consonância com uma estrutura de carreira adequada, ficou afectada, recentemente, com a negociação desta. As expectativas dos Enfermeiros saíram goradas no que concerne ao reconhecimento da sua valorização académica e profissional. O desfasamento entre os dois vértices do mesmo eixo acentuou-se notoriamente.
Em segundo, parece-me que, no actual momento, será difícil desenvolver um quadro comum que sirva de base estrutural ao MDP.
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No que diz respeito às dotações, a negociação das mesmas é bastante complexa. É necessário partir do pressuposto de que analogias e interpolações não servem à nossa realidade. 
Interessa analisar em rigor o que são aqui, em Portugal, os cuidados de Enfermagem. Importa avaliar e conceber um novo perfil de actuação/competências dos Enfermeiros, e só no fim aferir fórmulas realistas que permitam estabelecer as dotações de acordo com os vários contextos.
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Mas atenção, acordar fórmulas não basta! Interessa exigir uma plataforma legal onde constem os requisitos mínimos de dotações em Portugal, sob pena do serviço/actividade em questão não ser validado e a respectiva idoneidade certificada, o que significa que, eventualmente, sem as respectivas dotações mínimas não funcionariam. 
Só desta forma é que a dotações dos Enfermeiros deixarão de estar à mercê de Administradores com imaginação, Enfermeiros-Directores ignorantes ou de Presidentes que roubam aqui para dar ali.
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Acima de tudo não esquecer que a Enfermagem é uma profissão inserida num mercado sócio-económico, que se rege pelas mesmas regras de todas as outras.

segunda-feira, janeiro 24, 2011

Portugal: "OMS sugere que Enfermeiros façam algumas tarefas médicas".

"Para fazer face à falta de médicos de família, a Organização Mundial de Saúde (OMS) diz que os Enfermeiros portugueses podem assumir algumas tarefas dos médicos. A recomendação surge num relatório que avalia o desempenho do sistema de saúde português onde se diz que a gestão dos recursos humanos é um desafio à sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde." link

"A Bastonária da Ordem dos Enfermeiros defende que, mesmo sem ser uma forma de responder à falta de médicos de família, o alargamento das competências dos enfermeiros faz todo o sentido e dá como exemplos o acompanhamento de doentes crónicos e de grávidas, desde que não sejam situações de risco.

Maria Augusta de Sousa, Bastonária da Ordem dos Enfermeiros, admite que este alargamento das competências defendido pela Organização Mundial de Saúde para colmatar a falta de médicos de família nunca foi discutido com a tutela".

O conceito de base está errado. Analisando em rigor, percebemos que os Médicos de Saúde Familiar é que desempenham muitas "tarefas" de Enfermagem. 
O Sistema de Saúde português converge demasiado sobre uma figura profissional - Médico. A descentralização das competências e decisões é uma medida benéfica e agilizadora. À semelhança de imensos países é, sem dúvida, um rumo a tomar, apesar das esperadas resistências.

A meia dúzia na aridez...


Ana Rita Cavaco foi o primeiro membro da Ordem dos Enfermeiros a assumir publicamente a sua candidatura para a posse do bastão. No passado dia 20 de Janeiro assumiu a sua posição numa apresentação pública da respectiva candidatura, em Portalegre! Esta escolha deixou-me surpreendido, para não dizer atónito. Portalegre não significa menos dignidade ou brilhantismo, mas, proporcionalmente, traduz um afastamento do centro da curva em sino.   
O desígnio confirmou-se tal como já se esperava: compareceram 6 (seis) pessoas (todos Enfermeiros?) ao evento. Seis.

A um candidato a Bastonário exige-se postura, presença, inteligência, sentido organizacional e profissional e um repertório de ligações e contactos na esfera sócio-profissional/política. Exige-se um conhecimento profundo da profissão. Exige-se uma determinação e uma expressão significativa. Por excelente profissional que seja - não lhe retiro o potencial mérito - a Enf. Ana Rita Cavaco não tem porte/representatividade para o cargo.

Basta analisar as duas propostas de candidatura que apresentou até ao momento, inusitadas, pejadas de insipiência e desadequação, sem qualquer validade, revestidas de completa demagogia.
Senão, vejamos:

- "Congelar o aumento das quotas através de uma acção judicial contra o Estado uma vez que não subimos de escalão e não nos pagam como licenciados" - tal só é possível através de uma Assembleia Geral onde os Enfermeiros isso decidam.
Como sabem, num Estado de Direito e tendo a Ordem dos Enfermeiros ratificado - com os votos dos membros - esta intenção conforme o Estatuto assim permite, nenhum tribunal impugnará tal decisão sob pena de inconstitucionalidade.

Por outro lado, esta questão é de índole sindical. Mesmo que a Ordem dos Enfermeiros se imiscua nesta esfera, não o poderá fazer por via judicial.

2 - "Permitir a inscrição na ordem aos colegas que acabam o curso sem que seja necessário o pagamento das quotas se não tiverem emprego" - também aqui não sabe o que diz!

A Ordem dos Enfermeiros já permite tal pedido desde Outubro de 2007. Basta ao membro requerer a suspensão da sua inscrição, deixando assim de pagar as quotas. Quando o profissional conseguir emprego, requer o levantamento da suspensão e no momento é-lhe entregue a sua cédula profissional.

Não é difícil prenunciar que esta é um candidatura infértil. Deve, na minha perspectiva, repensar e conceber outras vias de colaboração na renovação da Ordem...

quarta-feira, janeiro 19, 2011

Testamento vital: Enfermeiros avisam para riscos (no Parlamento).


"A Ordem dos Enfermeiros defendeu hoje no Parlamento que é um risco tornar absoluto o que está escrito no testamento vital, sem ter em conta alterações na vontade do doente, noticia a Lusa.

«A natureza absoluta de um documento leva a que os profissionais o cumpram cegamente sem atender a outras circunstâncias, a outras fontes de informação, que podem ter alterado a vontade das pessoas. Ter em consideração a declaração apenas sem ter em conta outras fontes de informação, nomeadamente se a vontade da pessoa se alterou, é um risco», afirmou o presidente do Conselho Jurisdicional da Ordem dos Enfermeiros, Sérgio Deodato, durante uma audição na comissão parlamentar de Saúde.

A Ordem defende «a revogação livre em qualquer circunstância», no caso dos doentes que estão conscientes.

«Se [o testamento vital] não for absoluto, significa que o doente altera a decisão num período de tempo e o profissional tem de ter essa opinião em conta. Se for absoluto, leva a que o profissional cumpra cegamente [o que está expresso no documento] sem falar com o doente, sem perceber se quer alterar a decisão», explicou Sérgio Deodato.

No caso dos doentes que estão inconscientes, a Ordem concorda que o que está expresso no documento «seja vinculativo e que o procurador interprete a informação lá contida»."

Afinal já não vêm os Enfermeiros paquistaneses.


Sobre este assunto, a Ordem dos Enfermeiros deu sinal de vida
Segundo ouvi na rádio, enquanto regressava a casa, o gabinete do nosso Primeiro-Ministro negou qualquer acordo e afirmou que toda esta situação é um mero equívoco. 
Ainda bem, não sei se a estação de Santa Apolónia tinha estofo para tanto... 

Ó Juan, mas é mesmo isso que se pretende homem!!

video
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"Os cursos de Enfermagem correm o risco de fechar porque recém-licenciados não são contratados" - declarações de Juan Carvalho, Presidente do Sindicato dos Enfermeiros da Madeira.
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Sem querer até tropeça na solução...

Sócrates, o poliglota.



Como se não bastassem os problemas internos inerentes à Enfermagem, os colegas tomaram conhecimento, hoje, de forma apreensiva, sobre a possibilidade da vinda de Enfermeiros paquistaneses para Portugal.
Confesso que não estou preocupado. Esta situação não passa de um mal entendido que por sua vez se deve, como já é habitual, à sabichonice do nosso Primeiro-Ministro, José Sócrates.
Ora então, o Sabichão foi à World Future Energy Summit 2011 e negociou... Enfermeiros. Apresenta-se aqui uma linha ilógica, mas facilmente explicável. Enquanto o nosso Sabichão e o seu homólogo paquistanês negociavam, segundo a Associated Press of Pakistan, tecidos, arroz, mobílias, mármores, etc, o nosso Primeiro-Ministro, poliglota como é (já todos o vimos falar inglês), equivocou-se embaraçosamente. Simplesmente disse نرسوں (Enfermeiros) quando, na verdade, o que pretendia dizer era اختر ٹوکریاں (cestos de verga). Está explicado. A outra explicação possível (mas com uma probabilidade excepcionalmente reduzida) prende-se com a incapacidade governativa estratégica do Primeiro-Ministro, o que é, mesmo virtualmente, impossível. 
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Enquanto se apura a verdade dos factos, vamos aguardar pela posição da Ordem dos Enfermeiros, que, muito provavelmente, não será nenhuma.
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Não faz sentido importar Enfermeiros, quando actualmente temos uma oferta superior à procura, obrigando à emigração de muitos profissionais. Por outro lado, é completamente descabido importar Enfermeiros de um país com graves deficits formativos/qualitativos e um sistema de saúde primitivo, para Portugal, um país que lidera o pelotão dos melhores no que diz respeito ao desenvolvimento da profissão de Enfermagem. 
Esta situação revela bem o alheamento de Sócrates relativamente aos reais problemas da Enfermagem (para não dizer todos), que não são meramente circunstancias, mas estruturais.


segunda-feira, janeiro 17, 2011

Pirilampismos.

Ouvi, no ano findo, o Vice-Presidente da Ordem dos Enfermeiros, Enf. Jacinto Oliveira, afirmar alto e bom som que nem sequer sabia quem era o Sindicato dos Técnicos de Ambulância de Emergência  (STAE). Volvido um ano, já sabe e até reuniu com eles no passado dia 12 de Janeiro. É possível ler o resumo do encontro em formato de "comunicado" aqui.
Não vale a pena esmiuçar o conteúdo do mesmo visto que, aparentemente, o tema versado na cúpula foi o sexo dos anjos. Subentende-se, portanto, que a reunião foi dominada pela Ordem dos Enfermeiros.

O STAE é um sindicato jovem, encabeçado por uns quantos jovens sem grande estofo formativo ou enquadramento longitudinal na esfera mais lata do contexto da Saúde. Entre estes petizes reina um marcado sentimento de ódio para com os Enfermeiros. A maioria exprime-o recorrendo a argumentos de calibre rudimentar, desconectados da sensatez e desprovidos de validade intelectual. Ainda assim, merecem existir. Todos os trabalhadores portugueses devem ser representados através da congregação de elementos eleitos para o efeito.

O processo de criação dos Técnicos de Emergência (eles já existem, mas reclamam mais competências) está, à priori, minado por interesses e caracteriza-se pela malsinação de intenções. 

Em Setembro andei pela Europa a partilhar Enfermagem com Enfermeiros e outros actores da Saúde. Facilmente se percebe que a intenção - dos vários Ministérios da Saúde - de munir o seu sistema pré-hospitalar com cada vez mais Enfermeiros, como fazem os espanhóis, italianos, holandeses, belgas, noruegueses, suecos, franceses e por aí fora. Curiosamente em Portugal - que dispõe de um manancial de profissionais que noutros países só é possível em sonhos -  outras intenções parecem sobrepôr-se.

Independentemente da evolução da situação, os Enfermeiros poderão sempre lucrar. Se não for num sentido, será no outro. Haja apenas inteligência. É só pensar um bocadinho. Podia (eu e vários colegas) ensinar à Ordem qualquer coisa mais, mas não o faço aqui. Fica para outros contextos e outros intervenientes.

A Ordem dos Enfermeiros tem culpa no cartório no que diz respeito a tudo isto. Lá o sono é muito, a proactividade pouca, o dinheiro derrete-se em assuntos e problemas com pouco interesse. Não há uma visão que permita prever e antecipar. Não há inteligência. Pior, não há audácia nem ambição.

Ontem jantei com alguns amigos de longa data, Enfermeiros. Recordamos bons tempos, de união e vontades férreas. Recordamos a determinação com que muitos fizeram crescer a Enfermagem. Falamos da desmotivação actual e fizemos futurologia. Os problemas são fáceis de diagnosticar, urge solucioná-los. 

domingo, janeiro 09, 2011

Racionalmente... Enfermeiros (segurança precisa-se...)!

(Clicar na imagem para ampliar e ler)

A voz do Enf. Germano Couto tem, sucessivamente, tomado a dianteira na defesa dos Enfermeiros e da Enfermagem.
O Presidente da Secção Regional do Norte da Ordem dos Enfermeiros, desta feita, insurgiu-se a favor da asseveração da Enfermagem no Pré-Hospitalar como classe-pivô, num artigo publicado e difundido pela comunicação social escrita.

"Infudir" Enfermagem no tecido social.

(Clicar na imagem para ampliar e ler)

Enf. Germano Couto, quem mais para dar voz à Enfermagem? Mais uma crónica na Revista Focus.

Enfermagem, profissão de risco.

"Doze Enfermeiros e três doentes do Hospital da Guarda estão infectados com gripe A" link

"«Todos estão em casa, com sintomas idênticos aos da gripe sazonal, sem gravidade», acrescentou Fernando Girão" (Presidente do Conselho de Administração) link


Quantos colegas são vítimas de tuberculose, todos os anos?
Quantos colegas são vítimas de picadas acidentais?
Quantos colegas contraem HIV, Hepatites e outras patologias infecciosas, todos os anos?
Quantos colegas sofrem de lombalgias, agudas e/ou crónicas, ou outras alterações do sistema músculo-esquelético?
Qual a incidência de neoplasias cerebrais entre os Enfermeiros?
Quantos colegas sofrem de burnout e outras alterações psicológicas?
Qual a incidência de distúrbios imunitários/oncológicos, consequência de desgaste/penosidade da profissão e/ou manuseamento de moléculas químicas e outros produtos?
Quantos colegas sofrem agressões psicológicas e físicas?
Quantos Enfermeiros são compensados monetariamente pelos respectivos riscos profissionais?



sexta-feira, janeiro 07, 2011

"Nem tudo é mau"?

Como sócio do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) costumo receber em casa o respectivo correio. A última missiva tinha acompanhada de uma agendarola de plástico e versava sobre o rescaldo de 2010 e uma antevisão de 2011.

Comecei por ler que, apesar de inúmeros esforços, a proposta remuneratória para a Carreira de Enfermagem ficou aquém do esperado e muito aquém do justo. 
Pensei eu... "os Enfermeiros em 2010 travaram lutas magnânimas. Os sindicatos pediram e os Enfermeiros compareceram em massa na maior manifestação de Enfermeiros em Portugal. Enquanto os Enfermeiros lutavam por valores financeiros equiparados aos restantes licenciados da Administração Pública, o SEP negociava - em paralelo - com a Hospitalização Privada salários de miséria. Muitos Enfermeiros integrados nesse acordo de trabalho, viram o seu salário ser... diminuído.
O SEP não percebe nada de estratégia reivindicativa ou de planos de intervenção". 

Continuo a ler a carta. Depois de tudo isto dizia... "mas nem tudo é mau!" (já não me recordo ipsis verbis).
Descansem colegas, segundo eles a esperança existe: ainda está para negociar o enquadramento da Direcção de Enfermagem e da Avaliação de Desempenho...

quinta-feira, janeiro 06, 2011

Parceria DE - Intelligent Life Solutions

O Doutor Enfermeiro (DE) e a Intelligent Life Solutions (ILS) iniciaram um parceria de esforços na melhoria do acesso à formação de qualidade. 
Reconhecendo a idoneidade da ILS, o DE apoia a respectiva na divulgação de eventos e volumes formativos para profissionais de saúde.
Relembro que a ILS - líder no sector - é coordenada pelo Dr. Nélson Pereira (privilegiou a presença dos Enfermeiros no Pré-Hospitalar), ex-Director do Departamento de Emergência Médica do INEM e conta com a participação de Enfermeiros.

quarta-feira, janeiro 05, 2011

Afinal a Saúde está maravilhosa....


"A maioria dos utentes dá nota muito positiva aos hospitais do SNS. O tempo de espera na Urgência e a forma como os serviços resolvem as reclamações são o que mais desagrada. Os Médicos e Enfermeiros são os "preferidos", revela um estudo de satisfação" link 

(conclusões do estudo "Sistema de Avaliação da Qualidade Apercebida e da Satisfação do Utente dos Hospitais EPE e SPA", realizado pelo Instituto Superior de Estatística e Gestão de Informação da Universidade Nova de Lisboa)

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Novo grupo para reflexão de Enfermagem (a promessa é: o que quer que ali se escreva, chegará a "quem de direito")! 

Para que a opinião de cada um tenha uma consequência positiva! Contribuição efectiva!