terça-feira, agosto 14, 2012

Burlas!




Comments:
Isto além de denunciado, tem que ser levado à Lei!! Farto de ver a Enfermagem assim sempre humilhada e explorada!
 
Mixed skills lembra-se? Dá para todos os lados...
 
E em Portugal, os enfermeiros não fazem de auxiliares em quase todo o lado?
 
Lol mas em Portugal é diferente???

É que aos olhos de todos (menos do DE e mais um ou outro fiel seguidor) não passam disso mesmo...

Que riso...
 
Lprolog, os enfermeiros não fazem de Assistentes Op. em todo o lado não!
No meu serviço as coisas estão bem separadas.
Espero que o Bastonário não se fique por denuncias televisivas ou na Visão, mas que passe à acção!
 
Só é pena que o DE não tenha aqui colocado TODA a notícia e que ocupa uma página inteira do JN.

Não lhe parece importante por exemplo comentar as seguintes afirmações de Franklin Gutierrez da entidade que faz de intermediaria entre os Enfermeiros Portugueses e as instituições Holandesas:

"Os cuidados pessoais e sociais são as principais tarefas. No entanto, terão algumas de enfermagem, embora limitadas"

"Seria uma utopia colocar alguém sem saber holandês logo a trabalhar como enfermeiro. Se aguentarem dois anos e fizerem a formação seguinte, podem subir na carreira."

Mas a melhor, ainda é:

"Os enfermeiros portugueses estão muito mimados; pensam que todo o mundo está à sua espera. Não se começa pela sala de operações."

O que dizer destas afirmações do Sr. Franklin Gutierrez?

Realmente é pena que de toda a página do JN só tenha publicado uma pequena parte. Há que outras coisas que me parecem, a bem de todos nós, dar a conhecer e não apenas uma pequena parte em que o Bastonário defende a Classe esquecendo-se do resto que se diz.
 
Péssima fotografia. Tem a cara "inchada"!
 
@ Anónimo das 10:35 PM.

Fez uma afirmação de modo tão convicto que eu duvido (muito) que realmente isso seja verdade. Das duas três: ou executam funções que são (ou poderiam ser) de AO, convencidos que são 8ou deveriam ser) suas; ou fazem e sabem que fazem, mas não querem admiti-lo; ou por fim, trabalha num serviço exemplar, como eu nunca vi nenhum (nem conheço ninguém que já tenha visto um assim). Devo dizer que admito como válida qualquer uma das três hipóteses.
 
O "argumento da língua mostra má-fé"???

Como? Desculpe lá Germano? Então como é que um Enfermeiro pode desempenhar as suas funções se não for capaz de COMUNICAR com o doente? Entender as suas queixas, as suas necessidades?

Se não há um conhecimento básico da língua para que se possa entender o doente como é que é possível prestar-se os Cuidados de Enfermagem?

Só mesmo o colega Germano com uma carreira como Enfermeiro (a maior parte da sua carreira está nas salas de aulas das diferentes Escolas onde deu aulas) para passar ao lado deste "pequeno" pormenor.

Sim, de facto termos colegas a fazer tarefas de auxiliares pode não ser o melhor aproveitamento das competências de um Enfermeiro mas muitas das acções destes auxiliares como é a alimentação dos doentes ou a higiene dos mesmo são da esfera de competências da Enfermagem as quais tantas vezes delegamos para os auxiliares por uma questão de gestão do trabalho, mas são coisas da nossa responsabilidade.

Agora compreendo que o facto do desconhecimento ou um conhecimento limitado da língua é sem dúvida uma barreira ao bom desempenho do trabalho de Enfermagem pelo que compreendo aos nossos colegas não seja, pelo menos nos primeiros tempos, dada a possibilidade de exercerem todo o leque de funções de um Enfermeiro ou não fosse a COMUNICAÇÃO COM O DOENTE UM DOS ASPECTOS BASILARES DA ACÇÃO DO ENFERMEIRO.

Não esteve muito feliz o Enf. Germano nesta sua afirmação.
 
@ Luisa:

A habitual confusão entre "responsabilidade", "esfera de competências" e "responsabilidade" que vai deixando os enfermeiros a executar tarefas que deviam ser executadas por AO enquanto estes talvez andem a executar tarefas que deviam ser dos enfermeiros.

Segundo a colega, então no início, enquanto não houvesse domínio da língua, os enfermeiros deviam andar a fazer de AO, ou a limpar o chão? Leia o que está escrito: "O argumento da competência linguística faz todo o sentido, mas não para justificar estas práticas contratuais (...) ou se certificam que estes têm as competências linguísticas ou providenciam mecanismos formativos". Não estará isto correcto??
 
Viva A empreendedora do Cartaxo Srª Enfermeira Albertina Mendonça, e a revista da OE ainda publicita isto.

“Anónimo disse...
Oh! DE estou estupefacto perante a falta de horizonte visão de alguns colegas que se acham o máximo, e o que fazem é diminuírem a imagem social dos enfermeiros nas pequenas coisas do dia a dia , é que não são os clientes ou a sociedade que não nos valorizam, são os próprios enfermeiros e o mais triste, é que sem terem consciência desse facto.
Ora ao ler um artigo da revista da ordem dos enfermeiros nº 42 de Julho de 2012 deparo-me com um artigo em que apresenta a UCC do Cartaxo coordenada pela Sª Enfª Albertina Mendonça, no qual é apresentada a EQUIPA MULTIDISCIPLINAR:10 profissionais na equipa nuclear- sete enfermeiros (das quais duas são especialistas de Enfermagem comunitária e um terceiro elemento tem a especialização feita na mesma área.
Uma fisioterapeuta (Drª Ana Patrícia Costa), uma terapeuta ocupacional (Drª Vanda Varela) e uma assistente Administrativa (Helena Gomes) e 6 profissionais a tempo parcial- dois enfermeiros especialistas em enfermagem de saúde materna e obstetrícia e em enfermagem saúde infantil e pediátrica, uma enfermeira com especialização em saúde mental e psiquiátrica, um clínico especialista em medicina geral e familiar ( Dr. Pedro Alves), uma higienista oral ( Drª Célia Nunes), uma psicóloga ( Drª Ana Filipa Gonçalves), uma cardiopneumologista (Drª Sandra Rodrigues). Teve uma técnica de serviço social em estágio.
Srª Enfermeira Albertina Mendonça espero que na sua UCC o mapa de pessoal não seja assim descrito , porque está a induzir em erro a população que a senhora tanto quer assistir. Os seus enfermeiros nenhum é licenciado? pois apresenta outros profissionais como doutores:
Cardiopneumologista- é técnica de,. cardipneumologia; higienista oral, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional etc., descrimina-os pelos nomes e aos enfermeiros apresenta-os deste modo: x são isto x são aquilo sem os descriminar pelo nome. Mais grave determinados enfermeiros são especialistas outros são especializados (pergunto-lhe esses especializados não têm mencionado na cédula profissional enfermeiro especialista? Têm não têm , então srª enfermeira são especialistas). Quando designar um enfermeiro da sua unidade dê-lhe o mesmo tipo de tratamento uma enfermeira (Drª..........).Depois queremos ser valorizados com os próprios cromos que nos dirigem a promoverem a subalternização.Não fique com a impressão que concordo com o tratamento por Dr. porque não concordo, cada um devia ser chamado pelo nome da sua profissão e não confundir o cliente com tanto "doutor".
Aproveito para informa-la que não se designa técnica de serviço social, mas técnica superior de serviço social e já não há a categoria de técnica administrativa, mas de assistente técnica. Para terminar a OE a gastar dinheiro num spot publicitário nas televisões e os próprios enfermeiros no seu dia a dia a darem tiros no pé.”

 
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