sexta-feira, fevereiro 24, 2017

Ao sabor do vento?


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O acompanhamento da profissão de Enfermagem nunca pode ser descurado, tanto na sua dimensão sindical como no âmbito regulador. 
No último ano, os Técnicos de Emergência viram publicados vários enquadramentos legais que prevêem o alargamento das suas competências.
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Dou dois exemplos de iniciativas objectivamente questionáveis e que colocam em causa a segurança da população (em Portugal, de acordo com a Lei, o apoio avançado à vida só por executado por Médicos e Enfermeiros):
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1- O Sindicato dos Técnico de Emergência Pré-Hospitalar (ex-STAE), vai promover a "1ª Edição do Curso de Electrocardiografia no Pré-hospitalar - Avançado".
Quem é a entidade formadora? A AFPS (Associação Formar para Salvar)... liderada por... um Enfermeiro (que já teve um processo na Ordem pela mesma prática)!!
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2 - Foi publicado, no dia 22/2, o Regulamento n.º 102/2017 no Diário da República n.º 38/2017, o plano de estudos do "Curso de carreira de Paramédico", orientado por uma Organização Não Governamental. 
Nesse plano, podemos constatar que, existe até, um extenso capítulo denominado "Enfermagem em emergência médica e cuidados intensivos". Uma conclusão e dois receios:
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a) Manifestamente, os paramédicos são uma espécie de mini-enfermeiros circunscritos a uma área específica;
b) Este tipo de iniciativas serve de barometrização antecipatória do rumo dos acontecimentos (Ordem dos Enfermeiros... onde está?!) 
c) É legalmente dúbio o uso do termo "Enfermagem" afecto a um curso profissional!

Comments:
Não são mini-enfermeiros, são mini-médicos. A enfermagem não detém saberes próprios metam isso na cabeça.
 
A electrocardiografia é uma competência nuclear médica e não de Enfermagem; se os médicos não se importam que os TAE´s aprendam ECG quem são os Enfermeiros para não concordar?

Em termos do título "Enfermagem em emergência médica e cuidados intensivos " proponho mudar o título para "Ajudantes do médico em emergência médica e cuidados intensivos "; o sentido é o mesmo mas já não se ferem tantas susceptibilidades.

 
Querem saber de uma coisa? este curso de paramédicos é bem mais interessante e útil do que os cursos atuais de Enfermagem, transformados em cursos mais próximos dos cursos de letras do que de ciências, pejados de psicotretas e modelos teóricos que não servem para nada
 
é verdade , sou enfermeiro e ainda me lembro de ir a uma entrevista no hospital da povoa de varzim, e em vez de falar da experiencia profissional, começaram a perguntar sobre os modelos teoricos em enfermagem. Que patetice. Parabens aos tecnicos, resultados a vista e pouca conversa.
 
O meu curso de enfermagem em Lisboa foi uma valente m*rda. Teorias da treta, repetidas ano após ano, sempre a falar da mesma coisa durante 4 anos, as mesmas psicotretas. Até as conceitos realmente uteis foram os mesmos quer se falava de enfermagem ao adulto, criança, idoso etc. Valente perda de tempo, limpava-se o lixo e dava se tudo em ano e meio.
 
A verdade é que os enfermeiros têm uma tendência natural para complicarem coisas simples.

O ensino de enfermagem tem de ser reformulado. Têm de ter um corpo docente que também exerça enfermagem. E há muito lixo curricular para limpar, e outro bom a acrescentar. Eu tirei a especialidade de SMO e tive excelentes professores, muitos eram professores convidados (enfermeiros, médicos, etc...). Tive também esses acessos de loucura dos modelos de quem ensina o que sabe ... Dá-se tempo demais a essas tretas.

Por outro lado também me parece pouco plausível que as especialidades existam sem uma ida às escolas. Até pela questão do mestrado. Hoje em dia é necessário para tudo. Tenho um amigo que para ser professor de geologia e biologia tirou primeiro a licenciatura em geologia e depois a parte mais relacionada para o ensino foi o mestrado. E sei que em quase todos os cursos é assim, tirando os mestrados já integrados (em que dúvido que a enfermagem consiga-se encaixar para já, pelo que nos resta a licenciatura curso base e mestrado - especialidade).

Na área da minha especialidade há muitos conceitos teóricos (mesmo de anatomia/fisiologia...) fundamentais para o exercício profissional e que o curso base é claramente insuficiente. Depois há questão da investigação ...

O que deve existir é aumento da qualidade dos cursos de enfermagem, que quanto a mim passa pela redução do nº de escolas, pela progressiva integração no ensino universitário, com formação ao nível do mestrado para as especialidades, com professores que sejam também enfermeiros com atividade prática (como os médicos) e com uma estreita articulação com a Ordem dos Enfermeiros ao nível do percurso formativo.

Já agora que os enfermeiros (Ordem, sindicatos, associações, etc...) se unam em prol do desenvolvimento da profissão.

Talvez seja pedir muito!!!

ANTÓNIO


 
"Na área da minha especialidade há muitos conceitos teóricos (mesmo de anatomia/fisiologia...) fundamentais para o exercício profissional e que o curso base é claramente insuficiente. Depois há questão da investigação ..."

Falsa questão! Um cirurgião cardíaco ou um neurocirurgião, exemplos de profissionais que necessitam de um vasto leque de conhecimentos de imensa complexidade, necessitam de ter conhecimentos de anatomia, fisiologia e de técnicas cirúrgicas que ultrapassam em muito aquilo que se ministra nas faculdades de medicina. Adquirem estes conhecimentos de elevada complexidade de forma autodidata, frequentando cursos, com a tutoria dos seus orientadores; não retornam aos bancos da faculdade. Será que os Enfermeiros não tem estas capacidades?
 
"Será que os Enfermeiros não tem estas capacidades?" Sinceramente acho que a licenciatura não é suficiente.E se é para estudar e ganhar novas competências que sejam reconhecidas também academicamente. Os médicos não precisam disso o curso deles já é de mestrado de base. Trata-se de não ficar para trás em termos académicos. Não é importante? O melhor é abandonar o ensino superior...
 
Só se preocupam com títulos. Querem a academia para quê, para serem Srs Doutores? Enquanto isso os médicos preocupam-se em adquirir competências práticas que é onde está o dinheiro. Acham que no hospital privado XPTO alguém quer saber do vosso grau académico? Querem é saber se sabem fazer a intervenção A, B ou C com competência.
 
Querem ser Enfermeiros com Mestrado ou Enfermeiros com competências objectiváveis?

 
Que grande confusão reina no reino da enfermagem (ou de alguns enfermeiros…)!
Parece que Bolonha nunca existiu para a enfermagem. 1º ciclo, 2º ciclo de estudos não diz nada? Os médicos não têm mestrados profissionalizantes porque depois de Bolonha ficaram com o mestrado no curso base! Tal como outros… outros cursos foram colocando o 2º ciclo de estudos (mestrado) em formato especialização da formação base adquirida em licenciatura (professores, engenheiros, psicólogos, outros técnicos de saúde...). Isto não é uma questão de doutorice, trata-se de perceber o que se passa à nossa volta!! A habilitação académica não está desligada da formação profissional!! Como não estão os vencimentos… como não estão as competências!!!! Mas tanto disparate se diz por aqui … Muitos médicos até já falam em ligar o internato com o doutoramento para saírem doutorados: sabem porque ainda não o fizeram – porque não existem doutoramentos profissionalizantes, ao contrário dos mestrados, que foram concebidos exatamente para a especialização e o aprofundar de conhecimentos e sim fundamentalmente para adquirir novas e importantes competências objetiváveis e suportadas por um grau académico que pode dar acesso a uma série de “coisinhas” importantes: acesso à investigação, a determinados concursos, à gestão, … consultem o Diário da República!!! Estatisticamente quanto maior o grau académico maior o vencimento, é um facto!
Mesmo no caso dos cursos profissionais eles estão sempre de mão dada com a habilitação académica e quanto maior a complexidade técnica e responsabilidade maior a habilitação necessária. Na maioria dos casos quando se tira o curso profissional, obtém-se também uma certificação académica.
Não se tira uma carteira profissional de electricista, de motorista, técnico de x, y e z por experiência profissional e têm formação com planos curriculares cada vez mais exigentes, mesmo quando se especializam nalguma área.
Há muitos enfermeiros que despejam a raiva que sentem pelas escolas de enfermagem (que têm MUITAS culpas também…) nesta epopeia de retirar as especialidades completamente das escolas. É um erro infantil!
Depois como quero acreditar que o objetivo não será dar especialidades (estilo novas oportunidades) pela experiência adquirida, mas que têm de ter uma formação muito rigorosa, com planos curriculares pelo menos semelhantes aos já existentes, a pergunta é esta? Para isso eu tirava a especialidade e ficava com o mestrado!!! Não consigo encontrar explicação para esta loucura em que se vão meter. Vão retirar qualquer credibilidade às especialidades e à própria enfermagem, para além de mais uma série de inqualificáveis injustiças que vão inevitavelmente acontecer.
Quem vive neste mundo e conhece outras coisa além enfermagem sabe que a esmagadora maioria jovens agora tira ou um mestrado integrado ou tira uma licenciatura e depois especializa-se numa área através do mestrado. Informem-se! Perguntem! Ou será que é só rancor contra as escolas (que já disse que têm culpas e que têm muita coisa a mudar…) ou ignorância … ou optar pelo facilitismo de muitos que não têm paciência de voltar a estudar e fazer frequências, trabalhos … !! É.. e nas frequências chumba-se. Conheço muitos casos, nomeadamente na reabilitação nas anatomias funcionais, neurologias, bio mecânicas … Mas quem quer competências objectiváveis têm que provar ter bases para saber o que está a fazer, ou não? Quem não quer ir estudar..também há falta de enfermeiros generalistas.

Os paramédicos andam à procura das bases não tendo medo de estudar e provar o que sabem. E os enfermeiros?

Filipe Santos
 
Mas-a-enfermagem-não-é-medicina-!
A enfermagem não tem a complexidade da medicina, por que raio haveria eu de estudar 5 anos para dar medicação ou fazer higiene?
 
"Querem ser Enfermeiros com Mestrado ou Enfermeiros com competências objectiváveis?"

Porquê? Só se pode ser uma coisa??? Uma coisa deveria estar relacionada com a a outra!
 
"A enfermagem não tem a complexidade da medicina, por que raio haveria eu de estudar 5 anos para dar medicação ou fazer higiene?"

Se fosse para fazer a higiene de um asno não era talvez necessário tanto tempo.

Mas ensinar/capacitar um ser humano hemiplégico, paraplégico, etc...a ser o mais autónomo possível, para acompanhar alguém num processo de transição saúde - doença, para ensinar cuidadores a evitarem o flagelo das úlceras de pressão e das quedas, para ajudar alguém a nascer, a crescer e a se desenvolver saudavelmente,etc... etc... aí já considero adequado esses anos todos.

Mas pela tua forma de pensar ou não és enfermeiro ou tens uma formação claramente e irremediavelmente deficiente sobre enfermagem.
 
"Mas ensinar/capacitar um ser humano hemiplégico, paraplégico, etc...a ser o mais autónomo possível, para acompanhar alguém num processo de transição saúde - doença, para ensinar cuidadores a evitarem o flagelo das úlceras de pressão e das quedas, para ajudar alguém a nascer, a crescer e a se desenvolver saudavelmente,etc... etc... aí já considero adequado esses anos todos"

LOLOLOL isso é que é ter a auto-estima no céu. Só vejo um problema com essa parede de texto pútrido: não é verdade. Só em sonhos ...
 
""Mas ensinar/capacitar um ser humano hemiplégico, paraplégico, etc...a ser o mais autónomo possível, para acompanhar alguém num processo de transição saúde - doença, para ensinar cuidadores a evitarem o flagelo das úlceras de pressão e das quedas, para ajudar alguém a nascer, a crescer e a se desenvolver saudavelmente,etc... etc... aí já considero adequado esses anos todos"

Então o que dizer do tempo de estudo para se fazer um transplante cardíaco, para tratar doentes com patologias neurológicas variadas, para dominar as técnicas de ponta de cardiologia de intervenção?

Tudo tem de ser proporcional e os enfermeiros têm que perceber de uma vez por todas que não têm a profissão com a maior complexidade do mundo (nem lá perto) .É por isso ter um curso com a duração similar a um curso de Medicina é de facto uma desproporcionalidade.




 
As especialidades ao nível do mestrado em enfermagem já existem há alguns anos, não percebo esses pruridos. Querem é transformar as especialidades de enfermagem numas novas oportunidades...O curso base de medicina continua a ter uma duração superior, e acho bem...
 
Não é só uma questão de duração; num ano de medicina estuda-se o mesmo que em 20 de enfermagem.
 
Muitos foram os que não queriam que o curso de enfermagem ingressasse no ensino superior, mais ainda os que repudiaram o início da licenciatura em enfermagem. Vão agora ficar contentes com este downgrading académico das especialidades.

Vamos no futuro trabalhar junto com colegas de outras profissões da saúde com habilitação académica superior à nossa, por via da formação base ou pela massificação da especialização via mestrado. Um regresso ao passado, mas dantes eram apenas naturalmente essencialmente os médicos. Agora vamos estar orgulhosamente sozinhos.


 
"Vamos no futuro trabalhar junto com colegas de outras profissões da saúde com habilitação académica superior à nossa, por via da formação base ou pela massificação da especialização via mestrado"

Se está a falar dos médicos não se preocupe porque estes sempre tiveram uma formação superior à vossa!
 
"Se está a falar dos médicos não se preocupe porque estes sempre tiveram uma formação superior à vossa!"

Os médicos sim mas outros técnicos não.
 
Ai não? A formação de um farmacêutico não é superior? De um psicólogo? Assistente social? Please ...
 
Conversas de crianças! Mas...Pegando no exemplo do assistente social, será que é o curso de serviço social do politécnico Beja que é melhor? São as cadeiras mais difíceis? Têm mais ECT? E cursos de psicologia? Há do melhor e há também o mau... Sinceramente isto é conversa da treta, mas se quer a minha opinião o curso de farmácia é o mais exigente. Mas falta-lhe vários cursos da área da saúde, como por exemplo os TDT. Estou-me a lixar para gabarolices de graus académicos e competições parvas,assim como conversas infantis. Tenho um grande respeito por todos os bons e dedicados profissionais de saúde.
Apenas considero que tendo a enfermagem a mesma dignidade que outras profissões, deve também poder ter na sua formação de base e pós graduada o mesmo enquadramento, até porque terá necessáriamente reflexos na qualidade dos cuidados prestados e na dignidade salarial futura dos enfermeiros. Não vejo vantagens em andar para trás ...
 
Qqr curso TDT é mais exigente que serviço social ou psicologia.
 
Há aqui comentadores que dúvido que tenham sequer feito alguma candidatura ao ensino superior.
Conheço vários enfermeiros que a trabalhar como enfermeiros, com filhos e a terem que fazer enormes deslocações e que tiraram outras licenciaturas, sendo que das mais frequentes é precisamente psicologia e não me parece que tenham tido especiais dificuldades. Cada vez há mais pessoas (não só enfermeiros...) a tirarem segundos cursos... se vale a pena é que é uma boa pergunta!!! Muitas vezes é gozo pessoal. Conheço um médico que se licenciou em história porque simplesmente gosta de história.
Neste momento a especialização em psicologia faz-se por via de um mestrado, para informação geral ... Em enfermagem não é obrigatório porque inventaram umas pós licenciaturas, mas muitos fazem em regime de mestrado e acho que é assim que devia ser: Seleccionar três ou quatro boas escolas, bons professores de várias áreas, da teoria mas principalmente da prática e lá serem formados bons enfermeiros especialistas escolhidos com base no seu currículo profissional e académico. A ordem que trate do perfil de competências, estágios certificados e já agora que crie uma bolsa para apoiar a especialidade atribuída em função do mérito!

Acho que especialidades estilo novas oportunidades é andar para trás!!
 
"Qqr curso TDT é mais exigente que serviço social ou psicologia."

Relativamente a psicologia não sei, mas serviço social sem dúvida!
 
Qualquer curso TDT é mais exigente que enfermagem, não tenham dúvidas.
 
Leio neste blog cada comentário mais estúpido que demonstra as mentes tão pequenas e tacanhas de algumas pessoas, uns enfermeiros outras pseudo-enfermeiros e por fim de alguns frustradas que nem sabem o que dizem!
Sou enfermeiro com muito gosto e prazer e não me sinto nada diminuído em relação às outras profissões da saúde sabem porquê?
Porque ser enfermeiro é para alguns e não para todos!
 
"Porque ser enfermeiro é para alguns e não para todos!"

É bem verdade!Ser Enfermeiro é só para quem não tem nota para entrar em Medicina!
 
Mas a evolução, ainda que sabotada, da enfermagem causa assim tanto ressabiamento nas outras classes profissionais? Meus senhores, contentem-se com a conjuntura da enfermagem portuguesa pois, se como é em Portugal já vos transtorna, então, em países realmente evoluídos, onde a enfermagem se desenvolve, vós suicidar-vos-íeis.
 
Países com os melhores SNS do mundo como França e Alemanha? Esses países? Pois ... nesses o enfermeiro nem pia.
 
Alemanha com o melhor SNS do mundo??? LOL
 
Ai são esses os países com os melhores SNS? Foram escolhidos a dedo pois, apenas recentemente ,em França, os enfermeiros equalizaram a sua formação a outros profissionais de formação superior como, também sofreram a respectiva actualização funcional. Já na Alemanha, o lóbi médico é mais eficiente do que o português(este também "trabalha" bem) portanto, a enfermagem está bem mais retardada.
O/A senhor/a tem uns bons exemplos argumentativos parciais e ardilosos.
 
Então digam-me lá que países são esses em que a Enfermagem está tão evoluída que até levaria os médicos a se suicidarem se tal modelo fosse transplantado para cá?

 
Tem vários exemplos nos países nórdicos ou no Canadá, Austrália, sei lá... informe-se! ... mas os médicos não se suicidam, trabalham normalmente com os outros profissionais sem pensarem que são deuses e que têm de ser venerados por aquilo que são e não são, que sabem e que não sabem! Somos todos Pessoas que verdadeiramente não sabem tudo e que devem humildemente reconhecer isso, pois aí ficamos muito mais competentes no que fazemos!

Basta ir a Espanha para vermos uma atitude completamente diferente dos médicos, inclusivé na sua relação com os doentes. Em Portugal, felizmente acho que também irá mudar, embora lentamente.

Uma coisa boa que existe no sec XXI é que o conhecimento é facilmente acessível a quem ... o quiser ter...
 
Os médicos, tal como os enfermeiros, os advogados, os mecânicos, os pedreiros, os poetas... Não são todos iguais!
 
EUA e o Reino Unido são também países onde a enfermagem está a anos luz da de Portugal e, que são exemplos para muitos outros países. Senhor/a, esses países não escasseiam assim tanto quanto o senhor/a pensa ou deseja.
 
Em todos esses países que cita, os médicos são muito mais respeitados e retribuídos do que em Portugal; em nenhum deles um médico especialista ganha apenas mais 30 a 40% comparativamente a um Enfermeiro saído da Escola, como é o caso de portugal. Se quiserem importar o esquema deles força, mas importem o que se aplica aos Enfermeiros mas também aos médicos.

E sobre o conhecimento acessível a todos, é verdade e ainda bem; aplicar esse conhecimento é que não está ao alcance de todos, até porque para entendê-lo, é preciso praticá-lo.
 
Adicione ao salário global do médico o subsídio de exclusividade, o de interioridade, o de optar por 40 horas. Mais ninguém tem estás benesses. Quer que diga os valores em causa? Quer falar das vergonhas das horas extras Os restantes profissionais a a acumularem horas em tempo nunca gozado e os médicos a ganharem horas extras ...Estas situações são muito típicas de Portugal, de elitismo e até terceiro mundista!
 
No meu serviço um médico em termos líquidos ganha em média mais 600% a 800% que um enfermeiro. Claro que têm muitos extras...Alguns do tamanho do meu salário
 
Ainda há regime de horário acrescido que é dado aos médicos que assim o quiserem. Enquanto aos enfermeiros e outros profissionais isso muito raramente acontece.
 
LOL What!? Meu põe mais tabaco nisso, a maioria dos médicos ganha os seus 1700 paus e está a andar, não há subsídios ou complementos nenhuns. Se no teu serviço ganham mais 800%; das duas uma: ou tu ganhas 1/10 do salário mínimo nacional, ou o médico trabalha 100 horas por semana, 60 delas no privado.
 
O amigo LOL que faça esta conta simples. Calcule a diferença percentual de vencimento entre um enfermeiro contratado numa urgência a 4 euros/hora e um médico no mesmo serviço contratado a 90 euros. Trata-se apenas de um exemplo nos contratos de prestação de serviços muito suis generis. Não nos engane com a treta dos rendimentos que os médicos juntam ao ordenado base. Se é médico, está em CTFP e não recebe por exemplo a exclusividade... Está a ser enganado. Esses enormes complementos existem e estão disponíveis para quem os quiser consultar... 1700 euros em média ... E ainda por cima ilíquidos...Digo 1000 vezes LOL


 
"Em todos esses países que cita, os médicos são muito mais respeitados e retribuídos do que em Portugal; em nenhum deles um médico especialista ganha apenas mais 30 a 40% comparativamente a um Enfermeiro saído da Escola, como é o caso de portugal. Se quiserem importar o esquema deles força, mas importem o que se aplica aos Enfermeiros mas também aos médicos."

Ó senhor/a, assim não vai equivocar ninguém, o salário de cada um dos profissionais envolvidos na discussão, no Reino Unido, está escarrapachado na internet e, por acaso, só por acaso, contradizem-no/a.
Lá, diz quanto ganha cada um, especializado ou não de acordo com a sua habilitação, nas diferentes posições hierárquicas.
Não constatei nenhuma diferença assim acentuada que me surpreendesse, até porque, se o médico tem apenas o mestrado e o enfermeiro também, ambos recebem sensivelmente o mesmo, aliás, com ligeira vantagem para o enfermeiro, por, penso eu, já ter uma formação especializada(mestrado), sendo o médico(mestrado), um generalista.
 
Sou assistente técnica da saúde e passam-me os recibos de vencimento pelas mãos. Já trabalhei em outros setores da administração pública e nunca vi vencimentos tão aditivada como o dos médicos com vários suplementos que fazem com que tenham rendimentos maiores em complementos diversos, incluindo horas extra, combate listas espera, exclusividade, horário a tempo completo, acrescido, etc
 
Os juízes também tem direito a chorudos suplementos. O que é necessário é transparência.
 
O que é necessário é equidade. Ora, se os médicos têm direito a tantos "incentivozinhos" então, os outros todos também têm. Não está previsto na Constituição da República Portuguesa a distinção de tratamento e de privilégios para as classes profissionais diferentes em igual condição aliás, faz menção, obviamente, ao "Direito de Igualgade".
 
A desigualdade salarial em Portugal é enorme.
 
A transparência é importante para se poder avaliar a equidade. Mas na função pública os vencimentos, suplementos e subsídios são públicos e facilmente acessíveis.
 
Em Inglaterra um médico especialista ganha em média mais 300% (£60,000 a £100,000,) do que o salário de uma Enfermeira Especialista(£26,041 - £34,876) ; (sim , em Inglaterra, esse el dorado da Enfermagem).

Ver aqui: http://www.bbc.com/news/health-34475955

E de facto se devia acabar com os tais incentivos aos médicos (exclusividade, listas de espera, 40h...) e pagar-lhes finalmente um salário base condigno, ao nível do que se paga em qualquer país civilizado. Os incentivos apenas servem para camuflar a miséria do salário que se dá aos médicos.

 
Leu bem o artigo? Não me parece...E a inglaterra não é o El Dorado da enfermagem. Mas concordo que os médicos devem ter uma boa carreira reflectida no salário base. O meu problema é que os enfermeiros em Portugal têm uma carreira miserável, nem os especialistas estão contemplados. E de base uma educadora de infância​ ganha quase 400 euros A mais que um enfermeiro. Acha justo?
 
Sim, li muito bem o artigo; convido-o a ler o último parágrafo para perceber de onde vêem aqueles números.
Quanto à educadora de infância, não , não acho justo que ganhe mais 400 euros do que um Enfermeiro mas sobretudo que ganhe apenas menos 200 euros do que um médico especialista!
 
"Em Inglaterra um médico especialista ganha em média mais 300% (£60,000 a £100,000,) do que o salário de uma Enfermeira Especialista(£26,041 - £34,876) ; (sim , em Inglaterra, esse el dorado da Enfermagem)."

Está muito enganado. Os enfermeiros especialistas que, por lá são denominados de enfermeiros especialistas clínicos ou, outro tipo de especialização que cá não existe, "nurse practitioner" (enfermeiro clínico) cujas funções são diferentes, são mestres.
Os enfermeiros mestres auferem de um salário que varia entre os £ 31.072 e os £ 40.964, de acordo com os dados mais actuais. Os enfermeiros especialistas (nurse specialist) que, o senhor encontrou nesse artigo, corresponde a um enfermeiro detentor, talvez, de uma pós-graduação com valor académico inferior a um mestrado ou, um enfermeiro já mais experiente.

O médico generalista aufere de um salário entre os £ 22,636 e os £ 28,076. Enfermeiro (bacharel)- £ 21,692 para £ 28.180, já o enfermeiro generalista(com uma pós-graduação para o habilitar a tal)-£ 26.041 para £ 34.876

O médico especialista aufere de um salário entre os £ 37.547 e os £ 70.018, já o enfermeiro especialista ou clínico(mestre)-£ 31.072 para £ 40.964.

O médico consultor aufere de um salário entre os £ 76,001 e os £ 102,465.(actualmente, para os enfermeiros consultores- £ 39.632 para £ 81.618.

Conclusão, inteire-se da realidade de um país e só depois parti-lhe a sua opinião, para não fazer a figura que fez.



 
Não se pode fazer assim uma comparação linear com Inglaterra. Em Portugal todos (ou quase todos) os médicos são especialistas, em Inglaterra não é assim (há muitos GP). O sistema de especialidades em Inglaterra de enfermagem é diferente. O senior Nurse só aparece depois na hierarquia ...

De qualquer forma um médico especialista Português ganha na realidade mais do que o que diz, através dos tais vários suplementos remuneratórios, muitos deles por opção do médico. Mas acho mal...acho que o médico deve ter um vencimento digno de base e deve ser claramente muito acima do valor actual. Não encontro comparação possível na responsabilidade de um cirurgião cardiotorácico pediátrico e de uma educadora de infância. Mas a enfermeira que cuida de crianças numa UCI ganhar menos que uma educadora é também um absurdo.

Sou claramente contra a ideia de quem vem para a saúde tem de ser por vocação e amor ao próximo. Sou a favor do humanismo, na relação de ajuda, mas também da dignidade salarial de quem trabalha na saúde, independentemente da sua profissão. Há demasiadas pessoas licenciadas e mesmo com mestrado (não falo só de enfermeiros) a levar para casa 800-1000 euros limpos por mês, tendo muitas vezes 15 a 20 anos de experiência. Com isto vive-se com que dignidade? Depois dizem que os enfermeiros trabalham em muitos lados, principalmente em Lisboa. Sabem quanto custa alugar uma casa? É preciso estar bem para cuidar bem!
 
Salários Em Inglaterra:
Advanced Nurse Practitioner: £29,705 - £49,408
Registered Nurse: £18,361 - £35,383
Nurse pratictioner £13,725 - £45,271
Doctor, internal Medicine: £24,787 - £99,876
GP:£29,008 - £102,424
Neurosurgeon: £39,296 - £357,488
General Surgeon £30,462 - £161,622
Family medicine £22,730 - £117,446

Onde está a Enfermagem a ganhar mais do que a medicina? Só se for nos seus sonhos...



 
Em média um médico no RU auferiu 78ooo libras em 2016.

Ver em https://www.theguardian.com/money/2016/oct/31/highest-paid-jobs-2016-ons-annual-survey-hours-earnings

Em média as Enfermeiras auferem cerca de 30000 euros...
 
libras...
 
"Advanced Nurse Practitioner: £29,705 - £49,408
Registered Nurse: £18,361 - £35,383
Nurse pratictioner £13,725 - £45,271
Doctor, internal Medicine: £24,787 - £99,876
GP:£29,008 - £102,424
Neurosurgeon: £39,296 - £357,488
General Surgeon £30,462 - £161,622
Family medicine £22,730 - £117,446"

UTILIZOU O WWW.PAYSCALE.COM? Aí, mas que piada! Esses valores incluem bónus e, outros profissionais tais como auxiliares de enfermagem!!! Não seja tonto/a. Nem sequer contempla o médico sem especialidade que, não serve para nada mas, que existe.

Reitero,

"O médico generalista aufere de um salário entre os £ 22,636 e os £ 28,076. Enfermeiro (bacharel)- £ 21,692 para £ 28.180, já o enfermeiro generalista(com uma pós-graduação para o habilitar a tal)-£ 26.041 para £ 34.876

O médico especialista aufere de um salário entre os £ 37.547 e os £ 70.018, já o enfermeiro especialista ou clínico(mestre)-£ 31.072 para £ 40.964.

O médico consultor aufere de um salário entre os £ 76,001 e os £ 102,465.(actualmente, para os enfermeiros consultores- £ 39.632 para £ 81.618."

Sim,os médicos auferem de um salário superior, nunca disse o contrário mas, sempre proporcionalmente aos anos de formação em que excedem os enfermeiros. Não digo nada que não traduza a realidade verídica dos valores pesquisados que lhe apresento.

São as remunerações oficiais que contam e, aliás, denunciam-se os que aufiram de salários superiores a estes ,quando custeados pelos estado e "extravasados" os bónus previstos, isto, é cultural por lá.

Lamento, mas os enfermeiros, no Reino Unido, não são menosprezados como pensa ou pretende pensar, cada um com a sua quimera. Não é?!





 
Ok, fique lá com o seu sonho idílico de uma Enfermagem ao nível da Medicina.
 
O/A senhor/a é deficitário?
Mas, alguém disse que a enfermagem estava abaixo ou acima da medicina?... ahahahah, coitado, pensa que é superior!
Quando alguém não enxerga e aceita a realidade tal qual ela é, então, é recomendável procurar ajuda.
As sinceras melhoras.
 

"As sinceras melhoras"

Igualmente para si; Vemo-nos no Hospital.
 
Nível muito baixo estes dois últimos comentários
 
Ofensas de um lado ameaças do outro. Forma pouco civilizada de discutir ideias. Em Inglaterra os profissionais de saúde não têm metade do valor que é dado em Portugal, incluindo os médicos. E principalmente médicos clínica geral e de família que cá ainda são eudeusados lá são tratados como qualquer profissão vulgar. São muito mais valorizados os engenheiros, cientistas do que propriamente os médicos, tirando os mais diferenciados. Os enfermeiros é igual para pior, com exceção também dos com melhor formação académica. A maioria dos médicos e enfermeiros não são sequer ingleses, mas sim emigrantes.
 
Eu só exerci uma atitude recíproca, apesar da baixeza dos comentários, aos quais não me contive e respondi, tais como: "Ok, fique lá com o seu sonho idílico de uma Enfermagem ao nível da Medicina."
 
Se calhar não sabe o que significa "idílico": Devaneio, ilusão , irreal; Se calhar pensava que era um insulto; Eu reformulo: "Fique lá então com o seu sonho de ilusão de uma Enfermagem ao nível da Medicina";
Melhor agora?
 
Interpretou em que contexto utilizou a palavra? Ou não percebe o que escreve? Se não, eu ajudo-o, não se constrinja em perguntar. Todos aqui são pessoas civilizadas e compreensivas, não troçarão.
 
O contexto é apenas o que se encerra na própria frase, não há mais contexto para além dela; além do mais foi você que a apresentou fora desse tal contexto que agora evoca.
Vê como eu sou civilizado e solícito a esclarecer os mais confusos?
 
Pronto, eu passo a explicar: você enquadrou o termo "idílico" de modo a este subalternizar e minorar a Enfermagem face ao "nível" da Medicina , claro, com um carácter e intuito ardilosos, que deslustra e denigre a enfermagem e, sua credibilidade.
Não será esta a reflexão que devo concluir da abordagem que faz da Enfermagem perante a Medicina?
 
Se acha que a Enfermagem só pode ser importante sob a condição de ter um nível equivalente à Medicina então lamento; Eu pessoalmente não sou fundamentalista, e penso que a Enfermagem é importante por aquilo que faz e representa e não pelas comparações que são feitas com a Medicina, pois aí fica a perder; os psicólogos não se comparam com os psiquiatras nem os nutricionistas se comparam com os endocrinologistas.
 
Os optometristas tb não se comparam com os oftalmologistas, médicos dentistas com estomatologistas, etc...
 
É um bom deturpador de meros comentários. Se encontrar algum comentário, onde eu tenha feito menção a que "a Enfermagem só pode ser importante sob a condição de ter um nível equivalente à Medicina", então faça-me o favor de o transcrever num comentário para eu lhe dar razão.

Já agora, os únicos níveis que atribuo às profissões que mencionou, são académicos.
 
Por tudo o que se diz aqui, por tudo o que é o presente é principalmente pelo que vai ser o futuro é cada vez mais evidente que as especialidades em enfermagem devem ter por base um segundo ciclo de estudos (mestrado). Não é para sermos iguais aos médicos, pois seremos sempre diferentes, incluindo socialmente vistos como profissionalmente inferiores, mas principalmente para não perdermos o comboio do reconhecimento profissional e académico de outras profissões da área da saúde. Voltar à escola também faz falta... É preciso é bons professores é bons locais de estágio. Quem não quiser estudar mais, não é obrigado, é uma opção legítima e até racionalmente acertada, mas deixem Aprender e fazer coisas diferentes quem quer ter alguma forma de evolução profissional e não se importa de se esforçar por ela.Deixemos quezílias sem nexo com médicos, eu como enfermeira comparo-me mais com a educadora de infância que ganha os 400 euros a mais. É tremendamente injusto para quem tem uma especialidade e mestrado em saúde infantil.
 
"Já agora, os únicos níveis que atribuo às profissões que mencionou, são académicos."

Ok, já percebi; Dá valor ao Canudo...Então quer dizer que um educador de infância doutorado ali na Faculdade da Treta(usei o educador de infância como podia usar o advogado, o arquiteto, o geógrafo) está ao mesmo nível que um Engenheiro da NASA doutorado pelo MIT ; Mesmo na Medicina os doutoramentos não querem dizer nada; Se tivesse de ser submetido a uma cirurgia altamente complexa, escolheria o recém especialista com apenas 2 ou 3 cirurgias dessas no currículo mas que por acaso até era doutorado ou o cirurgião (não doutorado) com anos de experiência e largas dezenas de cirurgias dessas no currículo? Para mim o nível das profissões não se relacionam com graus académicos mas sim com aquilo que define o conteúdo da profissão, conhecimentos, complexidade técnica e função social. Os níveis académicos só servem, quando muito, para escalonar ou hierarquizar internamente os elementos de uma dada profissão.
 
Por norma em termos de competências profissionais o grau académico é um indicador até ao mestrado. O doutoramento dá competências de investigação e académicas. Claro que há diferenças nas universidades, tal como há nos alunos e nos profissionais.
 
O/A senhor/a tem opiniões incongruentes. Por um lado, atribui o valor à pessoa que exerce determinada profissão e, não à profissão, visível em:

"Se tivesse de ser submetido a uma cirurgia altamente complexa, escolheria o recém especialista com apenas 2 ou 3 cirurgias dessas no currículo mas que por acaso até era doutorado ou o cirurgião (não doutorado) com anos de experiência e largas dezenas de cirurgias dessas no currículo? "

, por outro, centraliza-se no "nível" da profissão, em: "conteúdo da profissão, conhecimentos" e, paradoxalmente, despreza o nível académico: "não se relacionam com graus académicos" que, penso eu, traduz o conhecimento e, para concluir, o desígnio da profissão socialmente: "função social".

O quê que devo concluir dos seus argumentos,mesmo?

"Ok, já percebi; Dá valor ao Canudo"
Viu na mesma frase as palavras "níveis", "profissões" e "académicos" e decidiu desvirtuar a coerência primordial da mesma, por via do velho cliché do canudo que, vai ao encontro da lógica e estratégia argumentativas que tem vindo a adoptar.


 
Leia o meu último parágrafo e já percebe. Deixe-se de raciocínios circulares.
 
"Por norma em termos de competências profissionais o grau académico é um indicador até ao mestrado. O doutoramento dá competências de investigação e académicas. Claro que há diferenças nas universidades, tal como há nos alunos e nos profissionais."
Pela sentido, tão expectado(por mim), que faz, nem considerei que fosse seu mas, finalmente, concordamos.
 
Não é a mesma pessoa. Dentro do mesmo grupo profissional há ideias diferentes, por vezes apenas ligeiramente outras são divergências completas. Está das especialidades de enfermagem é uma delas: há uma série de enfermeiros que estiveram à sombra da bananeira à espera que lhe dêem uma especialidade, como é o caso da saúde familiar. Por mim quem quiser se Enf especialidade faz o mesmo que se fizeram ou outros e o mesmo que se faz noutros países: vai estudar
 
"Não é a mesma pessoa. Dentro do mesmo grupo profissional há ideias diferentes, por vezes apenas ligeiramente outras são divergências completas. Está das especialidades de enfermagem é uma delas: há uma série de enfermeiros que estiveram à sombra da bananeira à espera que lhe dêem uma especialidade, como é o caso da saúde familiar. Por mim quem quiser se Enf especialidade faz o mesmo que se fizeram ou outros e o mesmo que se faz noutros países: vai estudar"

Peço desculpa, não pensei que fosse outra pessoa. Desculpe, mais uma vez.
 
Hahaha! Who am I?
 
O doutor enfermeiro está em coma!...induzido. não escreve nada sobre as contas da assembleia da ordem, sobre a greve, os sindicatos......

Isenção meu caro senhor! precisa.?!. (que raio de pontuação!).



Cumprimentos a todos
 
ahahahah! só pode.
 
Quem ensinou os enfermeiros em técnicas pré-hospitalar? O que os enfermeiros sabem dos pré-hospitalar? Além de conduzirem mal, pouco ou nada sabem.

 
RAnónimo Anónimo disse...
Mas-a-enfermagem-não-é-medicina-!
A enfermagem não tem a complexidade da medicina, por que raio haveria eu de estudar 5 anos para dar medicação ou fazer higiene?


Vai apanhar no sítio que has-de ter estes reles enfermeiros a meterem-te um dedo pelos fecalomas acumulados na ampola rectal (e cérebro) e quando nem força tiveres pra limpar o dito, muito has-de agradecer aos enfermeiros e auxiliares... seu cagão!
 
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